O amor adorar esse

Israel e seus Inimigos

2020.09.15 02:44 josianemoreira Israel e seus Inimigos

Tudo começou na época de Abraão, quando ele e Sara tiveram seu filho Isaque, o filho da promessa, que deu origem ao povo judeu pp.dito. Porém, antes Abraão havia tido um filho com sua escrava Hagar, Ismael, que casando-se com uma egípcia deu origem a doze príncipes que povoaram aquela região. Descendentes de Abraão, Ló e o filho rebelde de Isaque, Esaú, se misturam com os ismaelitas, dando origem aos povos vizinhos (adonitas, amonitas, amalequitas, moabitas, hagarenos, ismaelitas) que juntaram-se aos filisteus, cananeus e outros povos com um único objetivo: – destruir a linhagem da promessa, Israel. Depois vieram os babilônios, os persas, os gregos, os romanos, os turcos, os árabes, e mesmo vários segmentos do cristianismo, como ocorrido na época dos cruzados, a inquisição, os pogroms, o holocausto, as intifadas e agora os terroristas do Hamás, Hisbolah, Isis, e outras facções do Islam, sempre com o mesmo objetivo, a aniquilação de Israel.
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Se o judeu é o povo da Bíblia, então o maior legado de Israel para a humanidade é seu livro divino e inspirado por D´us. O que diz então este livro sobre esta hereditária perseguição e desejo de aniquilar Israel, varrendo-o do mapa?
Foi então que me concentrei nas passagens bíblicas que pudessem trazer luz ou pelo menos uma explicação razoável no sentido de entender a importância de Israel para as nações através do tempo e do plano divino. Portanto, não há como entender a inimizade dos países vizinhos e mesmo a maioria das nações que se posiciona contra Israel sem levarmos em consideração os aspectos espirituais deste conflito milenar.
Meu amigo, apresento a seguir, um contexto bíblico-espiritual na tentativa de explicar o porquê deste conflito. Evidentemente, mesmo os que não crêem na Bíblia poderão conhecer um pouco da história.
Antes de começar, eu gostaria de apresentar neste momento a minha conclusão final: A razão de toda guerra e conflito com Israel está relacionado ao Tikkun Olam (A redenção universal) que virá em breve sobre o planeta Terra e sobre todo o universo. Israel foi comissionado divinamente como nação coorporativa para esta nobre missão. Entretanto, esta missão não o coloca melhor do que nenhuma outra nação, mas faz recair sobre ele uma grande responsabilidade pela qual Israel tem pago um altíssimo preço ao longo de sua existência. A grande verdade é que as forças opositoras do mal ou das trevas, que tanto a Bíblia menciona, sabem que pouco tempo lhes resta para agir (Ap 12:12).
Israel como povo muitas vezes tem se esquecido, ao longo de sua própria história, dessa nobre missão, desse chamado divino e irrevogável. Mas, se recorrermos ao Tanhuma Kdoshim, 10 (um antigo Midrash), escrito antes do Tamuld da Babilônia, veremos que os rabinos da época já entendiam a importância de Israel no contexto universal. Ou seja, Israel é o centro da terra na perspectiva messiânica. Assim, o centro do mundo seria Israel, do mesmo modo que o centro de Israel seria Jerusalém. O centro de Jerusalém seria o Templo; o centro do Templo seria o Aron Hakodesh (a Arca) e o Centro da Arca seria a Torá.
Representação do Midrash Tanhuna Kdoshim: A Palavra do Eterno como centro do universo

Mas, o que é a Torá? No profundo sentido espiritual seria a Palavra de D´us, Sua “davar”ou “logos”. Para mim, a Torá é o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, segundo João (1:14), apóstolo e seguidor de Yeshua, o Messias, em sua primeira vinda. Na sua primeira vinda, Yeshua veio para trazer as Boas Novas de redenção para a humanidade; veio como profeta, como Filho do homem (Ben Adam), como gostava de ser chamado. Mas, em sua segunda vinda, virá como Rei (Ben David) e Sacerdote para implantar o Seu Reino Messiânico de Justiça, Paz e Alegria (Rm 14:17), reinando sobre as nações de Jerusalém, exatamente do Templo de Salomão que será reconstruído no Monte Moriá, segundo o profeta Ezequiel.
O profeta Ezequiel, em exílio na Babilônia no ano 598, A.C, entendeu claramente o porquê de Israel estar em exílio por 70 anos. Israel vivia como as demais nações na tríade da idolatria, adultério e apostasia. Ezequiel vê Israel saindo dos propósitos divinos e em luta constante com seus vizinhos. Depois, num outro tempo, Ezequiel vê as nações da terra marchando contra Israel. Sobre isto, gostaria, para efeitos didáticos, fazer uma “midrash” de vários textos bíblicos, resumindo no seguinte:
Os três tipos de inimigos de Israel em três tempos:
I. Primeiro Tempo – Os vizinhos inimigos de Israel.
Os capítulos 25 a 32 de Ezequiel mencionam os vizinhos de Israel como seus inimigos. Todos tem em comum um único propósito: destruir Israel! Quem são eles?
Amon, Moabe, Edom, Filístia, Tiro, Sidon e Egito. Asafe, salmista contemporâneo do Rei David, escreveu no Salmo 83 que os vizinhos inimigos de Israel são: Edom (descendentes de Esaú), Ismaelitas (descendentes de Ismael), Moabe (descendentes de Ló com sua filha mais velha), Hagarenos descendentes de Hagar), Gebal (fenícios e parte do Líbano), Amom (filhos de Ló com a filha mais nova), Amaleque (descendentes de Esaú), Filisteus (habitavam em Jope e Gaza), Tiro e Assíria (parte da Síria e Iraque). No Salmo 83, é dito que esses povos formaram uma liga, um conselho (federação) com um único objetivo: Riscar Israel do Mapa! (Vinde, e apaguemo-los para que não sejam nação, nem seja lembrado mais o nome de Israel – verso 4). Ou seja, podemos fazer uma correlação entre os textos de Ezequiel (25-32) com o Salmo 83 e chegar à conclusão que todos esses povos foram inimigos ferrenhos de Israel e tentaram destruí-lo, impedindo que o povo hebreu conquistasse e tomasse posse da Terra prometida a Abraão, a terra de Canaã. Interessante notar que nenhum desses povos prevaleceu na terra. Todos esses povos possuem vestígios no atual povo árabe, hoje os vizinhos de Israel. E o mais interessante é que o mesmo espírito e desejo de destruir Israel continua vivo. Portanto, Israel deverá estar atento sempre aos seus novos “antigos” vizinhos.
Resumindo:
a) Esses antigos vizinhos foram e serão ainda derrotados no futuro segundo o salmista. Isto nos mostra que existirão países vizinhos de Israel que tentarão alcançar seus antigos objetivos: Apagar Israel do Mapa. Podemos então dizer que esses vizinhos tentarão impedir a existência de Israel, isto é, do povo e da terra de Israel ainda nos dias de hoje.
b) Motivo espiritual: impedir que as profecias messiânicas se cumpram quanto à terra de Israel e seu povo para a chegada do Messias e de seu Reino universal (Tikkun Olam).
II) Segundo Tempo – A coligação das nações, inimigos de Israel.
Representada em Apocalipse como a Grande Babilônia (Ap 17 a 20) constituída por dez reis ou nações ou coligações das nações, onde aparecem figuras como o Dragão (satanás), a Besta e o Falso Profeta (Ap19). A tríade do espírito da Babilônia é a idolatria, a prostituição e a apostasia. Podemos dizer que idolatria é tudo aquilo que afasta o homem do verdadeiro D´us; a prostituição é tudo aquilo que corrompe relacionamentos e valores morais, e apostasia é a conseqüência natural de afastar o homem do Seu Criador, da fé, das bênçãos e promessas. Hoje, vemos claramente que as nações estão se alinhando para a formação desta liga babilônica, onde Israel é o centro dessa oposição. É interessante notar que a Europa tem sido invadida por mulçumanos oriundos dos países árabes e da África, principalmente. Nota-se também que os países europeus tornam-se cada vez mais antagonistas ao Estado judeu. Facções da ideologia nazista tem crescido no mundo todo, bem como o antissemitismo. O espírito do mal que nos tempos bíblicos tentava impedir Israel de se estabelecer e existir, aparece ao longo da história na destruição do primeiro Templo por Nabucodonosor, do segundo Templo por Tito de Roma, seguido depois pelos Cruzados, Inquisição, Pogroms, Holocausto, intifadas, e no momento, a coligação de terroristas islâmicos.
Objetivo final: Tentar impedir a vinda (retorno) do Messias e de Seu Reino Milenar, o Tikkun Olam. Pois segundo as profecias, o Messias Yeshua volta para Israel, não para outro país. Porém, essa “babilônia” será destruída na batalha no Vale do Armagedon, ou Megido, ou Vale de Jesreel, o vale do juízo, onde o Messias adentrará com seus eleitos e vitoriosos, destruindo a besta e o falso profeta, lançando-os no abismo, no lago de fogo e enxofre. O Dragão, satanás, será preso por mil anos (Ap19:20 e 20:2). Quase todos os profetas bíblicos desde Isaías até Malaquias fizeram menção quanto ao “Iom há Din” o grande e temível dia do Senhor, o dia do juízo das nações.
III) Terceiro Tempo – Coligação das nações com Gogue e Magogue contra Israel no final da era milenar
Mesmo após o Reino de D´us ser implantado nesta terra pelo Messias Yeshua (para aqueles que Nele crêem), aparecerão no final da era milenar povos e nações que se rebelarão contra todo o propósito deste Reino messiânico. Inacreditável, mas isto acontecerá segundo as profecias. O profeta Zacarias (Zc 14:16) menciona que neste período de 1000 anos de paz na terra, as nações subirão de ano a ano a Jerusalém para adorarem o grande Rei Messias e para celebrarem a festa de Sucot (Tabernáculos), mostrando a paz no mundo e a alegria por termos um Rei soberano sobre todas as nações. Nesta época haverá três tipos de pessoas vivendo na terra. O primeiro será constituído por aqueles crentes em Yeshua que morreram no Messias, mas que ressuscitaram por ocasião que antecedeu a Sua vinda, no arrebatamento da Igreja, judeus e gentios juntos no Messias (I Te 4:13:16). O segundo tipo foram aqueles crentes que não passaram pela morte, mas também tiveram seus corpos glorificados na vinda de Yeshua (ITe13:15) e o terceiro tipo serão pessoas que nascerão durante a era milenar. Eles levarão uma vida normal no período milenar, mas no final do milênio satanás será solto e levará grande parte desses a uma rebelião contra D´us e o Messias. Porém, serão destruídos pelo fogo que cairá dos céus (Ap20:7-10). Quem serão esses povos que se rebelarão contra D´us no Reino milenar de Yeshua? Ezequiel, nos capítulos 38 e 39, e também Ap 20:8, mencionam Gogue, chefe de Meseque e Tubal, Pérsia, Cuche, Pute, Gomer e Togarma. Quem são esses povos?
Gogue representa uma entidade de satanás. Meseque (filho de Jafé, deu origem aos europeus); Tubal (assírios); Persa (Irã); Cuxe (descendentes de Cão, os Líbios, p. ex.); Gomer (descendentes do filho mais velho de Jafé, os Cimérios, arianos que vieram da Ucrânia e Rússia) e finalmente Togarma (povo de Carmequis, Turquia). Muito interessante analisar que esses povos serão os arqui-inimigos de Israel e do reino messiânico.
Objetivo final: no final do milênio, segundo a Bíblia, haverá o juízo final e a ressurreição de todos aqueles que não passaram pela primeira ressurreição (dos salvos em Yeshua). Portanto, o objetivo de Gogue e Magogue com suas nações coligadas será impedir o Juízo final, por isso, tentarão pela última vez destruir a sede do Reino Milenar, Jerusalém – Israel. Em outras palavras, satanás tentará anular o juízo final e a condenação que virá para seus seguidores (Ap 20:7-15).
Indicação das nações da coligação “Gogue” e “Magogue”
PORÉM, HÁ UM GRANDE MISTÉRIO QUE NÃO PODEMOS ENTENDER, não nos sendo revelado: – Como sendo o D´us de Abraão, Isaque e Jacó, o D´us de Israel, um Deus definido pela Bíblia como AMOR , pode ser chamado pela própria Bíblia de D´us dos Exércitos de Israel (ICr 11:9;ICr17:24; I Sm17:45) ou o D´us das batalhas (Sl24:8; ISm25:28) ou o D´us que adestra as mãos de Israel para a guerra (Sl144:1)?
Lembremo-nos que D´us não muda (Ml 3:6). Ele é o mesmo D´us de ontem, de hoje e de sempre. Portanto, concluímos que Ele continua sendo o D´us dos Exércitos de Israel nos dias de hoje.
Eu não posso entender como um D´us definido como amor, paz, justiça, alegria e tantos outros atributos, pode se posicionar ainda hoje como o D´us dos Exércitos de Israel! Isto é difícil de entender, mas é verdade.
Poucos conseguem ver que D´us trabalha em tempos e propósitos consecutivos: Adão perde pelo livre arbítrio o Reino terreno sob o comando celestial e toda a humanidade tem sofrido grandemente as consequências deste pecado da separação: guerras, fome, miséria, corrupção, perda dos valores morais, deterioração da família, etc. Portanto, D´us dá inicio ao processo de Redenção, escolhendo primeiro um povo e uma terra para se manifestar, mostrando seu propósito, dando a este povo a Sua Torá. Este povo precisaria de aprendizado, de disciplina e de temor a D’us. Assim, D´us o coloca por 430 anos para ser escravo no Egito. Depois, D´us através de Moisés o leva para a terra de Canaã, a terra prometida para que jamais deixassem aquele local. Logo a seguir, D´us levanta seus profetas que preconizam e ensinam sobre a era messiânica e o papel de Israel, em específico, da Tribo de Judá, da qual sairia o Messias em sua primeira vinda. Um grande feito divino que marcou o mundo antes e depois dele foi a redenção individual do Messias há dois mil anos, permitindo às nações, através do Mashiach, usufruir das alianças, das promessas e das bênçãos de Israel. O muro de separação foi quebrado entre Israel e as nações. D´us queria que Seu Reino começasse em cada coração, ainda no interior, na alma, tanto para os judeus como para os gentios que crêem em Seu Filho, o Mashiach!(Ef 2:11-22).
Dois mil anos se passaram. D´us permite que Israel subsistisse entre os povos, ajuntando-os dos cantos da terra e levando-os para a terra de seus pais. Israel floresce como povo e nação, preparando-se para o grande dia em que seus olhos serão abertos e receberão o messias Yeshua como Seu Rei (Rm11:26). Este tempo se aproxima e aqui faremos um parêntese, uma pausa, para que as profecias messiânicas continuem a se cumprir em Israel e no mundo.
Se realmente cremos que Ele é amor, então, só entenderemos no final e no tempo messiânico o porquê de todo este conflito com Israel através da história humana. Lá saberemos e comprovaremos que realmente a humanidade receberá o melhor Dele, o Seu amor! Ele só ama Israel porque ama todas as nações. Ele quer o melhor para as nações e, por isso, escolheu Israel e seu povo para ser a luz para as nações (Isaias 42:6) através Daquele (O Mashiach) que vêm Dele para reinar sobre toda a terra, estabelecendo o Seu shalom, a Paz!
Yeshua, em sua primeira vinda, falou muito deste Reino de D´us que começa primeiro em nosso coração. Mas em breve ele será real! A terra viverá em paz, Israel florescerá e dará frutos ao mundo. As nações da terra subirão a Jerusalém para adorar o grande Rei. O próprio Yeshua, quando se despediu de seus discípulos num Seder de Pesach (Ceia de Páscoa), disse que desde aquele momento não beberia mais do fruto da videira (vinho, kidush de Pesach) até aquele dia em que conosco beberá de novo, no Reino do Pai (Mt 26:29). Ele mesmo declarou à Jerusalém: “Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: “Baruch há Ba BeShem Adonai” – Bendito o que vem em nome do Senhor! (Mt 23:39)
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2020.03.27 03:09 jjccklm 2

Não, não é uma batalha! Nunca foi e nem será, é só você aqui pedindo por piedade a Deus, que envie uma catástrofe maior, você não quer vencer e nem sequer tentar lutar, você só quer ver a última geração acontecer, você só quer se sentir especial. Você é ambíguo ao ponto de adorar a desumanidade de Henry Foster, amar cada detalhe de excitação ao eletrocutar crianças na grama, ao vê-las perecer dentro de torturantes formas de modelagem do ser, monstruosas, e a sua maneira, ama de verdade todo esse enredo, mas tu és uma porra de um completo perturbado, porque tu não consegues encarar o pequeno Dickens sofrendo pela amada, tua mão fica trêmula quando folheia o destino inevitável daquilo que mais lhe atinge, o seu amor platônico. Se não fosse o teu amor platônico por aquilo que ninguém pode ter, pela mulher mais inspiradora e destruidora de todas, a verdade, jamais teria saído daquela cidadezinha de quase doze mil habitantes, todos mapeados na tua cabeça, na loucura de tantos sonhos em que todos morriam, um por vez, e só tu restava, é, foste mesmo uma criança bem perturbada. A tortura é sem dúvida uma das características que tens, lembra daquela formiga cortadeira? Aquela vermelha, de pinças grandes, em que testasse o limite em uma pequena tigela d'água? Testasse a sua vontade de estar viva, mergulhando e retirando aquele minúsculo ser vivo, até não restar mais contrações em nenhuma parte de seu corpo encolhido. E, mas que merda, que porra de lágrima foi essa? Por que caralhos tu choras? Tu retira a vida, deseja ver e não aguenta a verdade? Teu amor platônico é por destrinchar a tua própria alma, não é que eu alimente seu ego, mas nesse ponto, desde criança, tu já superava muitos atormentados pelo desejo de se machucar. Se houvesse um caminho a trilhar aqueles que constroem tão bem uma indecisão quando tu, com certeza já estarias de pé, no topo da estrada, liderando a caminhada.
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2019.09.07 15:32 destinofiquenoite Como escolher qual curso seguir?

Quando vem a pergunta "o que você gosta de fazer", todo mundo responde com formas de lazer (jogar, netflix, conversar, sair, beber, etc.). Mas querer ter um emprego que seja "divertido" é complicado.
Para mim, se for divertido, não é trabalho e ninguém vai te pagar por isso... Muita gente fala que o trabalho acaba com hobbies por causa disso. Vem tanta coisa externa - pressão, colegas idiotas, ineficiência, prazos, reuniões e tudo mais - que o que antes era um amor por editar imagens, se torna um fardo sem fim.
Por isso eu boto na cabeça que trabalho tem que ser algo a parte. Não necessariamente algo que eu "goste", mas ao menos que eu não ache o fim do mundo, algo que eu possa tolerar. Por exemplo, eu jamais faria odontologia, porque me dá uma repulsa imaginar mexer na boca dos outros, e deve ser frustrante para cacete ter que cuidar de cárie de menino birrento.
Depois desse primeiro filtro das preferências, vem o filtro do mercado. Posso até gostar de ler e filosofar, mas se não tem emprego nem demanda para isso, é melhor eu deixar isso de lado como um hobby que tentar construir uma vida profissional em cima disso.
E finalmente, na hora de escolher eu coloco na cabeça que a decisão é minha. O que eu escuto e o que eu aprendi são responsabilidades minha. Eu não gosto de simplesmente aceitar algumas verdades absolutas que jogam por aí, como achar que fazer medicina deixa qualquer um feliz, ou que para fazer curso X você precisa ser Y. Se você ouvir demais o que as outras pessoas têm a dizer, elas vão fazer a escolha por você, e quando você menos esperar, vai se ver fazendo algo que nunca quis de verdade.
É bom tomar cuidado ao ouvir sugestões, pois muita gente comenta com um viés muito forte, seja positivo ou negativo. Tenho uma amiga que diz adorar humanas e letras, embora faça engenharias. Ouviu de todos os amigos que Libras seria uma matéria interessante de pagar como optativa. Eu falei para ela como era Libras e expliquei como era mais chato que o esperado, mas ela insistiu e disse que ia gostar... não deu um mês depois da matrícula ela disse que tá uma merda imensa e não era o que esperava. Por sorte foi só uma disciplina, mas imagina se fosse um curso inteiro? Só ouvir que outras pessoas fizeram e gostaram não pode ser o único parâmetro, você tem que entender por que elas gostaram, e se esse motivo se aplica a você.
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2019.08.29 02:17 ederalk 50 motivos de porque a homossexualidade não é pecado

Um dos temas mais atuais e controversos, daqueles que mais instiga de ódio a defesa, na política, na moral, e na religião, que transpõe fronteiras terrenas e temporais: a homoafetividade! É sabido que teologia cristã atual põe a homossexualidade no pedestal mais alto das mais "abomináveis práticas humanas". Respeitosamente, a instigação aqui esmiuçada busca um ceticismo ao fundamentalisto religioso atual e questiona: e se não for pecado? E se nunca foi um pecado? Mais um berrante erro histórico da Igreja? Boa leitura.
50 motivos de porque a homossexualidade não é pecado
  1. Se nascer homossexual é pecado, logo, ele já está condenado ao inferno, pois é impossível deixar de ser homossexual, pois ele o É. Logo, Deus fez acepção de pessoas. Eles nem tiveram a chance de serem salvos. Porém, Deus não faz acepção de pessoas (Atos 10:34)
  2. Se apenas a prática homossexual é pecado, mas não o desejo, logo Deus colocou o desejo nesses homens para os tentarem a pecar o tempo todo, mas afirmar isso é antibiblico, pois Deus não tenta ninguém (Tiago 1:12-20);
  3. Se o desejo não foi posto por Deus, pode ter vindo de Satanás, logo ele tem o poder sobre a libido humana, assim ele tem poder de fazer qualquer hétero virar gay, ou um gay virar hétero, outra coisa impossível. Ele já teria o feito a todos os homens;
  4. Se a homossexualidade é adquirida por comportamento, logo, é aprendida. Mas sabemos que: 1) gays nascem de casais héteros; 2) muitos sociedades desencorajam e perseguem a homossexualidade, mas isso não impede que ela continue existindo nelas; 3) todas sociedades em todas as épocas, das civilizações europeias e asiáticas as tribos indígenas e polinésias foi observado a presença da homossexualidade; 4) animais também, naturalmente, podem ser homossexuais, em mais 1500 espécies relatadas (Ec 3:19); 5) os héteros não afirmam que adquiriram a sua libido por comportamento, porque seria diferente com o homossexual?
  5. De forma direta e literal, não há nenhuma condenação as lésbicas na Bíblia; logo, o desejo lésbico seria natural, da criação humana. Se assim for, o desejo pelo sexo oposto seria inato, tanto em homens como mulheres, chegando a mesma conclusão que Deus estaria tentando apenas aos homens gays entre todas as sexualidades, algo antibiblico; a Bíblia também não explica a complexidade do bissexualismo em todas em suas nuances: um bissexual poderia se casar com uma mulher?
  6. Deus, de fato nunca muda, mas pode mudar o homem: Gênesis 6 nos relata o mundo antes do Dilúvio: havia gigantes na Terra, anjos faziam sexo com as mulheres e os homens viviam centenas e centenas de anos. Adão viveu 930 anos! Homens tinham filhos aos 187 anos nessa época (Gn 5:25)! No versículo 3, Deus, aparentemente, muda o homem para viver no máximo 120 anos, afim de evitar uma superpopulação mundial. (Algumas interpretações dizem que é 120 anos para acontecer o dilúvio). Mas o fato é que desde de Gênesis 11, a expectativa de vida humana se abrevia radicalmente. Ou seja, provavelmente, Deus mudou a anatomia humana: um corpo que vive 930 anos não é igual a um corpo que vive 100 anos; Deus precisaria alterar células, órgãos e tecidos! Por que Deus também não interferiria na libido humana, a fim de evitar um superpovoamento? Será que Jesus desencorajou a poligamia em Mateus 19:4-5, que era tão comum no Antigo Testamento (Gn 4:19) também preocupado com o crescimento da população humana?;
  7. É comum dizer que Jesus esteve em silêncio acerca da homoafetividade, o que não aconteceu: Mateus 19 é um diálogo em que Cristo trata acerca do casamento. Em Mateus 19:11, Jesus afirma que nem todos os homens tem a condição de seguir a ordenança do casamento heterossexual, dada por Deus em Gênesis; o único pré-requisito possível para tal condição seria ter atração por mulheres: se o homem a tiver, case, para não cair em tentação (1 Co 7:1-2; 7:26-27); se não a tiver ou a perder durante a vida, está livre da ordenança do casamento com uma mulher; se tiver, mas se desejar ser celibatário pelo Reino de Deus, é uma escolha pessoal (Mateus 19:12); logo, nascer homossexual é uma condição inata, não algo fruto do pecado ou um desvio comportamental;
  8. Pode-se argumentar contra afirmando que Jesus utilizou a palavra eunuco nesse trecho de forma literal – como se‘’eunucos’’ se referisse apenas aos homens castrados; porém, dois fatos derrubam tal argumento: 1) Jesus fala acerca de três tipos de “eunucos”, revelando que estamos diante de um termo bastante amplo para a época; 2) Jesus usou “eunuco” de forma figurada para se referir aos celibatários no “terceiro eunuco”; se Jesus utilizou uma figura de linguagem num trecho da sentença, pode-se ter utilizado em outra, como no trecho “eunucos de nascença”;
  9. Também há uma contradição em afirmar que alguém nasce ‘’castrado’’, ‘’eunuco’’ de forma literal. Oras, é necessário possuir suas genitálias de antemão para serem removidas e assim, se tornar um castrado; é impossível alguém nascer castrado! Como e por quê se castraria um feto no ventre da mãe? Já ser um “eunuco” posteriormente, ao remover seus testículos, sem a produção de testosterona, o homem perde a libido, o impedido de se casar, encaixando no critério do segundo eunuco;
  10. Pressupondo que os ‘’eunucos de nascença’’ são apenas os deficientes congênitos, e se a Bíblia liberasse qualquer deficiente de nascença com atração por mulher da ordenança do casamento, logo, eles teriam obrigatoriamente a serem castos a vida toda para não cair em tentação, pois, se um deficiente tem atração sexual por mulher, eles também ficariam com várias mulheres ao longo da vida fora de um casamento para sanar sua libido, pois se for com apenas uma mulher, melhor que se case com ela também! Não há lógica. Outra dificuldade seria definir o que é um ‘’deficiente de nascença’’: um anão seria? Ou um hermafrodita? Isso abriria brechas para proibir o casamento de muitas pessoas; cegueira ou infertilidade, por exemplo, impedem homens de se atrair ou de querer se casar com uma mulher?
  11. Se considerarmos apenas os assexuados como os ''eunucos de nascença'', esse texto afirmaria que a libido humana ou a sua ausência é uma condição dada apenas por Deus aos homens desde o seu nascimento. Logo, se for pecado ser gay, ele está o tentando, algo antibiblico;
  12. Se afirmar que apenas a assexualidade é uma condição dada por Deus, logo, a própria libido seria uma escolha, incluindo a libido do heterossexual, algo também impossível; como Adão teria aprendido a se atrair por Eva?
  13. Em Romanos, carta escrita por Paulo, há o trecho mais usado como “antigay” na Bíblia; é importante lembrar que o próprio apóstolo Pedro afirmou que as epístolas de Paulo às vezes tinham ‘’trechos difíceis de entender’’, em que ‘’ indoutos e inconstantes torcem” (2 Pedro 3:16); se eram trechos difíceis de se entender na época para um apóstolo, imagine 2.000 anos depois para nós! Romanos 1:26-27 pode ser um desses trechos a que Pedro se referiu;
  14. Se usarmos Romanos 1:26 para condenar as lésbicas, foi usada uma figura de linguagem para tal, já que não sabemos ao certo, que ''uso natural'' é esse que elas mudaram; isso não é explícito;
  15. Se Paulo se referiu as lésbicas nesse trecho, de forma figurativa, ou seja, fez uso de figuras de linguagem para se referir as mulheres, logo, "semelhantemente", ele também pode ter usado para se referir aos homens; logo, homens nesse trecho necessariamente não precisam se referiam a homossexuais, ficando vago sua definição, sendo necessário avaliar o contexto;
  16. O tema do contexto de Romanos 1:23-28 é a idolatria praticada pelos romanos, em que nos cultos pagãos, é sabido que homens heterossexuais praticavam sexo homogenitais com outros homens nos ritos orgásticos; a idolatria é um dos temas centrais do capítulo e isso fica evidente pelos versículos 23 a 25. O Versículo 26 inicia-se com a expressão “por isso”, ou seja, o que está explícito a partir desse ponto é o resultado das ações humanas descritas nos versos anteriores;
  17. Em Levítico 18:22, outro versículo largamente usado como antigay, diz que homem deitar com homem, como se fosse mulher é uma abominação; a palavra abominação vem do hebraico toevah ou do grego bdelygma, ambos significam "impureza" ou "ofensa ritual", logo, o tema de Levitico 18 também é idolatria, assim como Romanos 1;
  18. Abominação, no antigo testamento, é largamente usado para se referir a práticas de idolatria, como consultas a necromantes, feiticeiros, adivinhadores e prognosticadores (Deuteronômio 18.10-12); o sacrifício de animais defeituosos (Deuteronômio 17.1); adorar imagens (Deuteronômio 7.25); a queima de incensos (Jeremias 44:4-6); a prostituição cultual, sacrifício de crianças e fazer imagens de ouro e prata (Ezequiel 16); deve-se sempre enfatizar que a Bíblia não foi escrita em nosso idioma, e a etimologia das palavras podem mudar ao longo da história;
  19. Levítico fala de sacrifício de crianças a deus Moloque um versículo anterior ao 22 (Lev 18:21), logo, reforça que o tema do capítulo 18 de Levitico é a idolatria e práticas pagãs;
  20. Levítico 18:3 proíbe seguir os ‘’estatutos do Egito e dos cananeus’’, novamente comprovando que o tema central aqui é idolatria; em Ezequiel 18:9 o Senhor diz que quem andar nos ‘’meus estatutos, e guardar os meus juízos, e proceder segundo a verdade, o tal justo certamente viverá’’, distinguindo a palavra estatuto; mais adiante, no verso 12, diz ‘’levantar os seus olhos para os ídolos, e cometer abominação’’, reforçando o significado principal de abominação na Bíblia para coisas idólatras;
  21. A presença na frase da expressão ‘’como uma mulher’’ em Lev. 18:22 pode ser interpretado como homens que abandonam sua condição natural, hétero, para deitar-se com outros homens, pela imposição do culto religioso; gays não se deitam com homens como se fossem mulheres;
  22. Faz sentido nesses versículos se referirem a homens heterossexuais praticando atos homogenitais entre si, pois ao se referirem a rituais pagãos, é certo que havia muitos homens héteros que participavam desses cultos, já que eles eram públicos; assim como as mulheres que sacrificavam seus filhos aos deuses, certamente, ambas práticas eram sacrifícios extremamente vergonhosos e nada agradáveis para agradar aos seus deuses; se a maioria dos homens dessas sociedades pagãs eram gays, como repunham a população sem novos nascituros? É sabido que os egípcios chegava a milhões de súditos (1 a 8 milhões de pessoas);
  23. Se levarmos esse versículo de Levítico literalmente ao pé da letra, logo, apenas ‘’deitar’’ com outro homem é pecado. Beijar, desejar, namorar, se afeiçoar, pegar na mão, ou até o sexo em pé, sem estar deitado, estaria liberado aos gays, sem configurar pecados?;;
  24. Se levarmos no sentido figurado, logo, pode não se tratar de relações homoafetivas tradicionais nesses versos; "homem" pode ser referir a homens héteros unicamente, não aos gays, já que até os dias de hoje é comum confundir sexualidade com gênero, podendo certamente acontecer o mesmo na época; em resumo, gays poderiam não ser considerados homens na época como acontece muito hoje;
  25. Levítico 20 trata acerca das penas de diversos crimes anteriormente ditos nos capítulos anteriores; está escrito no verso 18 que a acaso um homem se deitar com outro homem como com mulher, ''certamente morrerão''. Há uma ambiguidade aqui: é uma consequência do ato ou uma ordem de execução? Se for uma consequência, sabemos que isso não acontece, senão estaria acontecendo um genocídio gay nesse momento; nesse versículo também usa-se a palavra ‘’abominação’’, que como se sabe, significa na Bíblia ‘’impureza ritual’’;
  26. Em Levítico 20, do versículo 2 ao 5 é novamente sobre a sacrifícios de crianças a Moloque, o 6 sobre adivinhadores e encantadores, 8 e 22 fala sobre ‘’estatutos’’, o 23 exorta a não andar nos costumes de nações pagãs e o 27 sobre necromancia ou espírito de adivinhação; ou seja, aqui se confirma as práticas idólatras do capítulo 18;
  27. 1 Coríntios 6:9:20, outra passagem comumente dita ser ''anti-gay'', se usa duas palavras intraduzíveis para nosso tempo: malakoi e arsenokoitai, e ao longo da história, foram traduzidas de muitas maneiras diferentes;
  28. Paulo utilizou essas duas palavras numa mesma lista de pecados, de forma seguida; que sentido teria ele de repetir o mesmo suposto pecado duas vezes seguidas, na mesma lista? As cartas Paulinas não eram escritas de forma coloquial ou informal, mas bastantes formais e escritas várias e várias cópias (Romanos 16:22), revelando se tratar de textos oficiais e bastante difundidas;
  29. Malakoi já foi traduzido como: "depravados", "pervertidos", "efeminados", "efebos", "meninos prostitutos", "masturbadores", "pusilânime", o que já torna a palavra intraduzível de forma fiel atualmente, por se tratar de traduções bastante diferentes, revelando a dificuldade de entender seu real significado;
  30. Efeminado, uma tradução mais comum atualmente para malakoi, no dicionário de línguas portuguesa de Cândido de Figueiredo, de 1913, significa ''ser mulherengo'', algo bem diferente de ser gay;
  31. Efeminado é um termo que atualmente é mais usado para indivíduos com trejeitos femininos; porém, um afeminado não necessariamente é gay; é sabido que existem héteros afeminados, assim como gays másculos; o másculo iriam ser salvo, mas héteros afeminados não? Outra dificuldade é que ser afeminado ou masculino muda constantemente de época para época: homens aristocratas, por exemplo, no século XVIII, para afirmar sua masculinidade, usavam salto alto, maquiagem e perucas;
  32. Arsenokoitai foi uma palavra inventada por Paulo, usando neologismo, e até hoje não se sabe ao certo o que ele queria dizer com arsenokoitai; essa palavra só foi usada duas vezes em toda história da literatura, dificultando ainda mais seu entendimento; a tradução mais comum atualmente é sodomita, palavra extremante alterada em seu significado ao longo da história;
  33. A palavra “sodomita”, por séculos significava perverso; porém, Tomás de Aquino, por volta do século XII, na sua obra Suma teológica, reformulou a palavra “sodomia” para abranger as ‘’imoralidades sexuais’’, que abarcavam uma enorme quantidade práticas, que ia da bestialidade ao sexo anal;
  34. Em nenhum momento, a Bíblia afirma que Sodoma e Gomorra caíram por causa da homossexualidade; ao contrário, o próprio Jesus, em Mateus 10:15, reforça que o principal pecado dos sodomitas foi a falta de hospitalidade; Deus afirmou que destruiria Sodoma somente se não achasse nenhum justo na cidade; apenas 10 justos já seriam suficientes para Deus poupar seus moradores (Genesis 18:32); se o pecado de Sodoma e Gomorra fosse a homossexualidad de seus moradores,, como a cidade poderia existir constantemente se não haviam nascimentos de relações heterossexuais?
  35. Somente algumas versões modernas da Bíblia, covardemente, começaram a traduzir como homossexual passivo e homossexual ativo as palavras”malakoi” e “arsenokotai”; porém, é fato que não existe a palavra homossexual na Bíblia, que não existe nenhuma palavra que seja usada para se referir a gay unicamente na Bíblia, exceto ‘’eunucos de nascença’’, proferida por Jesus;
  36. Jesus nos alertou intensamente acerca dos fariseus, mas também dos escribas, que escrevem e traduzem as Escrituras (Mateus 23);
  37. Jesus nunca poupou as palavras parar denunciar as transgressões do mundo: adultério, prostituição, matar, heresia, roubar, a falta de amor, a blasfêmia, mentir, não perdoar etc. Por que ele nunca condenou veementemente do ‘’pecado abominável e terrível” da homossexualidade?
  38. A Judéia, na época de Jesus, era parte do Império Romano, império em que a prática homossexual era extremamente comum e aceitável; ou seja, existia gays na época convivendo com Jesus; por que Jesus nunca “curou” algum?
  39. Como os 3 versículos ‘’anti-gays’’ da Bíblia, Romanos 1:26-27, Levítico 18:22 e I Coríntios 6:10, são, á luz da hermenêutica, refutados, ou no mínimo, duvidosos, fica claro que toda condição humana que, de nascença, impeça um homem de se atrair por uma mulher, está livre da ordenança do casamento segundo o próprio Cristo Jesus: homossexuais, transsexuais e assexuados.
  40. Paulo, ao falar sobre o casamento em 1 Coríntios 7, sobre a virgindade, as viúvas e os solteiros, ele não faz menção direta aos homossexuais; mas diz no verso 7: ‘’Porquanto gostaria que todos os homens estivessem na mesma condição em que eu vivo, contudo, cada ser humano tem seu próprio dom da parte de Deus; um de determinado modo, outro de forma diferente.’’, podendo ser uma interpretação de Paulo ao que Jesus disse em Mateus 19;
  41. Um termo importantíssimo para se referir a vida sexual humana na Bíblia é porneia, um termo grego traduzido principalmente de 3 formas diferentes na Bíblia: prostituição, fornicação e imoralidade sexual; os 3 termos são muitos diferentes entre si, logo, há confusão nas traduções; muitos argumentam que homossexualidade também entraria como ‘’imoralidade sexual’’, mas não há nada na Biblia dizendo ‘’homem se relacionar com homem é porneia’; e o termo porneia não aparece na carta aos Romanos;
  42. Jesus disse em Mateus 15:19: ‘’Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, porneia, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. Logo, porneia não significaria adultério, senão, Jesus estaria falando a mesma coisa seguida duas vezes na mesma frase! E imoralidade sexual é um termo muito amplo que também abrangeria o adultério, logo, porneia não pode significar tal adultério;
  43. Atualmente, usa-se ‘’fornicação’’ para designar qualquer prática sexual fora do casamento, logo, também abrangeria o adultério; assim, porneia também não pode significar tal termo, considerando a frase de Jesus na época;
  44. Assim, a melhor tradução para porneia seria prostituição, que é a comercialização do sexo; e mesmo usando ‘’fornicação’’ como tradução de porneia, o seu melhor significado também seria a ‘prostituição’: ‘’Fornice’’ era o arco da porta sob a qual as prostitutas romanas se exibiam. Jesus viveu na Judeia na época que fazia parte do Império Romano. E é maior a chance dos evangelhos tenha sido escritos em grego.
  45. Antigas Bíblias referem ao 6º Mandamento como "Não Fornicar", coisa que depois foi alterada pelos reformadores conservadores para "Não Adulterar", que já tem outro significado. Isso reforça a confusão desses termos ao longo da história;
  46. Paulo usa porneia em 1Co 6.18. Mas basta ler o contexto, que se perceberá que ele fala acerca da prostituição especificamente: ‘’Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz (ou prostituta)? Não, por certo. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne. (...) Fugi da porneia (...)’’; com essas conclusões, usar porneia como ”imoralidade sexual” pode apresentar como uma expressão ampla e controversa, suscetível a variadas interpretações ao longo do tempo; já utilizar “prostituição” torna o termo conciso;
  47. No Novo Testamento, há várias menções em que as leis do Antigo Testamento foram abolidas, pois Jesus já cumpriu todas elas em nosso lugar. (Hebreus 7:18-19; Atos 15:23-29; Gálatas 5:3; Filipenses 3:7-8); Jesus ao cumprir toda a lei por nós, ela foi passada (Mt 5:17-18). Logo, isso aboliria as leis de Levítico, acaso elas se referissem aos homossexuais; Atos 15 relata que a discussão acerca da validade do Antigo Testamento para os cristões acompanhou a Igreja desde o início: judeus convertidos contendiam-se com os gentios convertidos, dizendo que ‘’os circuncidados não serão salvos’’; a Igreja então fez o primeiro concílio de sua história e decidiu: ‘’Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá. (Atos 15:28,29); logo, as únicas leis dadas pelo espírito santo e os apóstolos a igreja seriam não idolatrar e realizar sacrifícios e não se prostituir;
  48. Há pesquisas historiográficas confiáveis que afirma que a Igreja primitiva realizava casamentos entre homens. Esses estudos são principalmente do importante historiador John Boswell; essa mudança radical da igreja aconteceu bem posteriormente, quando a Igreja Católica Medieval passou a considerar o sexo apenas para procriação, condenando assim também a homoafetividade; padres católicos chegaram a ter a ideia do sexo como sujo e maligno; porém, em nenhum local da Bíblia afirma categoricamente que o sexo é apenas para procriação; Paulo chega a afirmar que os casais não se recusem um ao outro, exceto por consenso mútuo no período de oração ou jejum, para não cairem em tentação (1 Co. 7:5); ou seja, quanto ao sexo, a Bíblia é enfática em condenar apenas o adultério e a prostituição;
  49. Quem afirma que sexo é somente para procriação usa justamente as passagens com a expressão “imoralidade sexual”, que como já foi dita, provém de uma palavra que significa prostituição, unicamente. A Bíblia não explícita o que é imoral no sexo consensual e amoroso; outra dificuldade em afirmar que o sexo é apenas para procriação seria a presença da forte excitação sexual no ato: se é apenas para ter filhos, por que Deus colocaria o prazer no sexo? A presença da clitóris na mulher também evidencia que o sexo não é somente para procriação, já que esse é o único órgão cuja função é unicamente dá prazer a mulher. Sua ausência não impede em nada a reprodução humana. Deus novamente estaria tentando o homem e a mulher a pecarem, ao dar prazer ao ato sexual, e claro, como dito, Deus não tenta o homem!
  50. A Igreja já perseguiu muitos grupos humanos na história usando versículos isolados e fora de contexto: curandeiras, negros, cientistas, ciganos, chegando ao ponto de perseguir e condenar a morte na fogueira até mesmo os canhotos, somente porque está escrito na Bíblia que a mão direita é divina! Nada impede que a interpretação atual acerca da homossexualidade também esteja extremamente equivocada e distorcida.
Por favor, se estiver algum motivo errado, refute-o, dizendo o número do motivo e contra-argumente, usando sempre a PALAVRA DE DEUS e fatos históricos, não a sua opinião ou a opinião do seu líder. Use textos coerentes da Bíblia e nunca fora do seu contexto. Nada de versículos isolados. Use a hermenêutica, a forma correta de ler a Bíblia. Não adianta me atacar, só prova que você não tem argumento suficiente, mas ataque o argumento! Não adianta só dizer que é pecado; prove, usando a BÍBLIA!
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2019.04.19 06:16 yhwhesmisalvacion Para que me afaste do meu santuário

Ezequiel 8:6 E disse-me: Filho do homem, vês tu o que eles estão fazendo? As grandes abominações que a casa de Israel faz aqui, para que me afaste do meu santuário? Mas verás ainda maiores abominações.
Deus diz a Ezequiel: «vês tu o que eles estão fazendo?», Penso que muitas vezes estamos cegados por muitas razões ou não vemos no lugar indicado; e não vemos o pecado que estamos cometendo ou as ações que fazemos e é quando Deus chama nossa atenção e nos diz, vês tu o que eles estão fazendo? E não só nos fala para chamar nossa atenção e indicar-nos que há coisas que estão mal, mas também nos indica a gravidade das coisas, por isso Ele diz a Ezequiel «as grandes abominações», isto é, que fazemos «grandes abominações» diante de Deus e pensamos que «não é nada mau» que é algo normal que todo mundo faz sem perceber do seguinte:
Lucas 16:15 E disse-lhes: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece o vosso coração, porque o que entre os homens é elevado perante Deus é abominação.
Em seguida, Deus fala a Ezequiel e lhe diz: «para que me afaste do meu santuário», isto é, que Deus não quer afastar-se de nós porque quando acolhemos a fé de Cristo, nos tornamos tempo e morada do Espíritu Santo e Deus chama a nossa atenção e nos indica a gravidade das coisas porque ele não quer se afastar de nós, ele quer que toda sua presença habite em nós, mas nós com nossas grandes abominações o afastamos e então nos perguntamos «Porque não há mais de Deus em mim?».
A palavra abominação H8441 em hebraico pode ser traduzida como repugnante, abominável ou idolatria, e a palavra grande H1419 em hebraico vem da palavra hebraica que pode ser traduzida como «ser arrogante», isto é, que nos orgulhamos de nossa idolatria, e o que significa idolatria? De acordo com o dicionário RAE:
  1. Adoração que é dada aos ídolos
  2. Amor excessivo e veemente a alguém ou alguma coisa.
O que podemos ver é que amamos mais o que fazemos que a Deus, nos orgulhamos daquilo que alcançamos e isso nos leva a idolatrar, nos esquecemos de Deus e idolatramos o que alcançamos e dizemos «Graças a Deus». Aqui é quando Deus nos diz «Você não viu o que está fazendo? Que é grande a sua abominação diante de mim». E essa falta de adoração a Deus faz com que acabemos adorando outras coisas, e afastamos Deus de nossas vidas. Deus nos diz «Você está me afastando do meu santuário».
Quando vemos em Lucas 16:15 a frase «porque o que entre os homens é elevado perante Deus é abominação» Deus expande nosso entendimento para que entendamos que é uma abominação, o que fez aqui Jesus Cristo foi dividir, ele separou a luz das trevas, indicando que o que os homens têm como sublime, isto quer dizer o que os homens têm por extraordinariamente belo ou excepcional, ou privilegiado, Deus o tem por abominação.
Devemos apenas observar o que está ao nosso redor o que os homens colocam por extraordinariamente belo, excepcional ou privilegiado e nos daremos conta de que é uma abominação e perceber se estamos fazendo isso e nos afastar disso para parar de adorá-lo e adorar a Deus e deixar que sua presença não se aparte de nós, mas que habite plenamente em nós.
Bendito seja o seu nome que nos fala e nos endireita nossos caminhos para que a sua plena presença esteja em nossas vidas, derrumbando todos aqueles ídolos que temos levantado ou que nos ensinaram a adorar desde nossa infância. Só devemos perguntar a Deus que é o que estamos idolatrando e orar para que esses ídolos sejam destruídos em nossas vidas e a presença do Deus Todo Poderoso habite em nós. Louvado seja o seu nome.
Salmos 138:6 Ainda que o SENHOR é excelso, atenta para o humilde; mas ao soberbo, conhece-o de longe.
1 Coríntios 3:16 Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?
H8441: תּוֹעֵבָה - to'ebah - part. ativo de H8581; uma coisa repugnante, abominação, coisa abominável; em sentido ritual (referindo-se ao alimento impuro, ídolos, casamentos mistos); em sentido ético (referindo-se à impiedade, etc.)
H1431: גָּדַל - gadal - crescer, tornar-se grande ou importante, promover, tornar poderoso, louvar, magnificar, realizar coisas grandes.
H1419: גָּדוֹל - gadol - procedente de H1431; grande, grande (em magnitude e extensão), em número, em intensidade, alto (em som), mais velho (em idade), em importância, coisas importantes, grande, distinto (referindo-se aos homens), o próprio Deus (referindo-se a Deus), coisas grandes, coisas arrogantes, grandeza.
RAE: Dicionário da Real Academia Espanhola
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2019.02.27 16:34 AliBingle L’origine della prosperità del Lampo da Levante

Tutte quante le volte in cui viene menzionato il Lampo da Levante, in molti fratelli e sorelle nel Signore sorge qualche perplessità: perché accade che, mentre la comunità religiosa nel suo complesso diventa sempre più desolata e degenerata, mentre ogni denominazione diventa sempre più circospetta e conservatrice nel condannare e mettere al bando il Lampo da Levante, non solo il Lampo da Levante non sta diventando desolato o declinando, bensì sta crescendo come un’inarrestabile marea, estendendosi lungo tutta la Cina continentale? Ora che si è perfino diffuso oltre i confini della Cina, in paesi e regioni stranieri, poiché viene accettato da sempre più persone nel mondo? Di fronte a questo fatto, le persone religiose sono totalmente confuse, mentre, in realtà, la ragione è molto semplice: ciò che ogni setta religiosa chiama “il Lampo da Levante” è il Gesù Salvatore degli ultimi giorni ritornato, che discende dal cielo su una “nuvola bianca”; è Dio Stesso che è ritornato nella carne ed è reale e concreto! Ciò che Cristo Dio Onnipotente degli ultimi giorni porta è l’opera di giudizio che cambia l’indole dell’uomo e lo purifica, così che l’umanità possa raggiungere la salvezza ed essere resa perfetta. Dio Onnipotente esprime tutte le verità che purificano, salvano e perfezionano l’umanità. Per questa ragione, anche se ogni setta religiosa del mondo intero resiste a Dio incarnato degli ultimi giorni o la Sua opera, li attacca, perseguita, bestemmia e condanna, non c’è nessuno e alcuna forza che possa mai ostacolare o reprimere ciò che Egli desidera ottenere. L’autorità, il potere di Dio e la Sua onnipotenza e saggezza non possono essere superati da alcuna forza di Satana.
Molte persone credono che una cosa condannata dalla maggior parte delle persone non possa essere la vera via, ma questo punto di vista corrisponde alla verità? Ripensate all’Età della Grazia, quando Dio Si incarnò per iniziare la Sua nuova opera in Giudea. Dall’inizio alla fine Egli fu. perseguitato, bestemmiato e condannato dalla comunità religiosa ebraica. Essa fece tutto il possibile per mettere a morte il Signore Gesù. Alla fine, cospirò con Roma per far catturare il Signore Gesù misericordioso e inchiodarLo alla croce. Perfino sulla resurrezione e ascensione al cielo del Signore Gesù inventò ancora ogni sorta di dicerie, incastrò e diffamò Giovanni, Paolo e gli altri apostoli e discepoli, chiamandoli “la setta dei Nazareni” ed “eretici e membri di una setta”. La comunità religiosa ebraica fece tutto il possibile per arrestare e perseguitare i discepoli del Signore Gesù. Ma la saggezza di Dio trae sempre vantaggio dai trucchi di Satana e costruisce su di essi; come potrebbe la Sua opera essere ostacolata o distrutta da Satana? È a causa della persecuzione e dell’espulsione insensate dell’impero romano che gli apostoli furono costretti a fuggire in vari paesi e così anche la salvezza del Signore Gesù si diffuse in lungo e in largo e fino ai confini della Terra. Fratelli e sorelle, riflettiamo: allora, perché così tante persone resistettero al Signore Gesù e si opposero alla Sua via? Poteva forse essere perché il Signore Gesù non stava portando la vera via? Poteva forse essere perché ciò che i discepoli e gli apostoli del Signore Gesù di quel periodo stavano diffondendo non era la salvezza di Dio? Poteva forse essere che ciò che la gente abbandonava e cui resisteva non fosse la via di Dio? Davvero non possiamo valutare la vera via sulla base del numero di persone che la appoggiano? Non considerate qualcosa una falsa via solo perché la maggioranza della gente gli si oppone. Fintanto che è l’opera di Dio, anche se il mondo intero le si oppone, la vera via portata da Dio non può essere negata; non ci sono eccezioni. Se crediamo in Dio e Lo seguiamo da molti anni, eppure non comprendiamo la Sua opera, è facile che veniamo ingannati e intrappolati dalle varie, pretestuose fallacie e dicerie diffuse da Satana. Trasformarsi da credente in seguace di Satana; servire Dio, ma anche resistere a Lui: ciò non comporta solo pena e dolore per una persona? Molti non studiano la vera via con cuore umile e indagatore; seguono solo il gregge e fanno ciò che ogni altro fa. Non importa come gli altri giudicano o attaccano Dio e la Sua opera, essi ripetono semplicemente a pappagallo le stesse parole e obbediscono ciecamente. Questa è una cosa molto pericolosa. Se continueranno su questa strada, alla fine si ritroveranno su un sentiero senza ritorno. Molto tempo fa, quando i discepoli del Signore Gesù predicavano il Vangelo al tempio e si scontravano con l’opposizione delle masse, un uomo chiamato Gamaliele, un dottore della legge, ammonì gli ebrei: “E adesso io vi dico: Non vi occupate di questi uomini, e lasciateli stare; perché, se questo disegno o quest’opera è dagli uomini, sarà distrutta; ma se è da Dio, voi non li potrete distruggere, se non volete trovarvi a combattere anche contro Dio” (Atti 5:38-39). Questo non dovrebbe forse anche servire da ammonimento per i credenti di oggi? Ora, in questi ultimi giorni, Dio Si è incarnato ancora una volta in Cina – una nazione dove atei e rivoluzionari detengono il potere e che è il covo stesso del gran dragone rosso – per incominciare la Sua opera di giudizio, che comincia dalla Sua casa. Dio esprime le verità per giudicare e purificare l’umanità, con il proposito di salvare completamente l’uomo dalla fosca influenza di Satana. Alla fine, i salvati verranno portati da Dio nel Suo Regno e otterranno una bellissima destinazione. Tuttavia, la tragedia storica della resistenza degli ebrei al Signore Gesù è ancora una volta apparsa sulle scene. Mentre Dio compie la Sua nuova opera degli ultimi giorni, che va contro le opinioni degli appartenenti alle varie sette religiose, queste persone non accolgono il ritorno del Signore Gesù. Invece, diffondono ogni sorta di insegnamenti contorti e dicerie ingannevoli. Diffamano Dio incarnato e la Sua opera, condannando l’opera di Dio incarnato degli ultimi giorni come “culto malvagio” o “eresia”. Arrivano perfino al punto di colludere con il governo comunista cinese per perseguitare e arrestare Dio incarnato. Le loro azioni non sono affatto diverse da quelle della comunità religiosa ebraica che un tempo incastrò e perseguitò il Signore Gesù. Ciononostante, la vera via è, dopo tutto, la vera via. L’opera di Dio, dopo tutto, è l’opera di Dio. Non importa come le varie sette religiose resistono all’opera di Dio degli ultimi giorni, e la condannano, le buone notizie del Suo Regno si sono ciononostante diffuse in tutta la Cina continentale, scuotendo la comunità religiosa e il mondo intero fin proprio al midollo.
Quindi, perché accade che così tanti credenti oppongono resistenza alla vera via? I motivi sono principalmente due: 1.) La gente non capisce la direzione dell’opera dello Spirito Santo e non ha alcuna comprensione della frase “L’opera di Dio si muove sempre in avanti”. Non è minimamente consapevole che dovrebbe cercare l’opera attuale di Dio; misura semplicemente la nuova opera di Dio sulla base di ciò che Dio ha fatto in passato. Se non è d’accordo con ciò che vede, allora considera “eretica” o “una setta malvagia” la nuova opera di Dio. 2.) Le persone hanno indole arrogante e ipocrita. Non cercano affatto la nuova opera di Dio con cuore umile. Invece, seguono testardamente i propri punti di vista, credono che le proprie opinioni siano uguali a quelle di Dio e sono del tutto incapaci di accettare la verità. Così, quando Dio ha cominciato la Sua nuova età, non è stato a causa di un errore nella Sua via o nella Sua nuova opera se questa ha incontrato opposizione da parte della gente. Invece, è perché la gente non comprende l’opera di Dio ed è incapace di cercare la verità, a causa della propria arroganza e ipocrisia. È assurdo e ridicolo ritenere che questa non è la vera via solo perché la maggioranza dei credenti si è opposta e ha rinunciato alla nuova opera di Dio. Andrà certamente a nostro discapito se perderemo la salvezza di Dio degli ultimi giorni a causa di questo e sarà, senza dubbio, un errore irrimediabile e fatale.
Allora, in che modo, esattamente, facciamo distinzione tra la vera via e la falsa via? La parola di Dio ci ha dato i principi con cui possiamo fare distinzione. Dio Onnipotente dice: “Conoscere l’opera di Dio non è semplice: dovresti avere un criterio e un obiettivo nella tua ricerca, dovresti sapere come cercare la vera via e come misurare se essa sia o meno la vera via e se sia o meno l’opera di Dio. Qual è il principio di base nel cercare la vera via? Bisogna guardare se c’è o non c’è l’opera dello Spirito Santo, se queste parole sono l’espressione della verità, a cui è resa testimonianza e che cosa essa può portarti. Distinguere tra la vera via e la falsa via, richiede diversi aspetti della conoscenza di base, il più fondamentale dei quali è quello di dire se c’è o non c’è l’opera dello Spirito Santo. La sostanza della fede dell’uomo in Dio è la fede nello Spirito di Dio. Anche la sua fede in Dio incarnato è perché questa carne è l’incarnazione dello Spirito di Dio, il che significa che tale fede è ancora la fede nello Spirito. Ci sono differenze tra lo spirito e la carne, ma poiché questa carne viene dallo Spirito ed è la Parola fatta carne, di conseguenza ciò che l’uomo crede è ancora la sostanza intrinseca di Dio. E così, nel distinguere se sia o non sia la vera via, soprattutto si deve guardare se c’è o non c’è l’opera dello Spirito Santo, dopo di che si deve guardare se c’è o non c’è la verità in questa via. Questa verità è l’indole della vita dell’umanità normale, vale a dire, quello che è stato richiesto all’uomo quando Dio, in principio, ha creato l’uomo, vale a dire, tutta l’umanità normale (tra cui ragione umana, intuizione, saggezza e conoscenza di base dell’essere uomo). Cioè, è necessario vedere se questa via porti o meno l’uomo in una vita di umanità normale, se la verità di cui si parla sia necessaria o meno, secondo la realtà dell’umanità normale, se questa verità è pratica e reale e se è più attuale o meno. Se vi è verità, allora ciò è in grado di condurre l’uomo a esperienze normali e reali; l’uomo, inoltre, diventa sempre più normale, la ragione umana dell’uomo diventa sempre più completa, la vita dell’uomo nella carne e la sua vita spirituale diventano sempre più ordinate e le emozioni dell’uomo diventano sempre più normali. Questo è il secondo principio. C’è un altro principio, secondo cui l’uomo ha, o meno, una conoscenza sempre maggiore di Dio, lo sperimentare tale opera e verità può, o meno ispirare l’amore per Dio in lui e portarlo sempre più verso Dio. In questo può essere misurato se sia, o meno, la vera via. La parte più essenziale è se questa via sia realistica, piuttosto che soprannaturale e se sia in grado o meno di fornire la vita all’uomo. Se è conforme a questi principi, la conclusione che si può trarre è che questa via è la vera via” (“Solo chi conosce Dio e la Sua opera è in grado di soddisfare Dio” in La Parola appare nella carne). Ci sono tre cose dalle parole di Dio Onnipotente che dovremmo considerare, così da poter distinguere se qualcosa è la vera via:
Per prima cosa, dai un’occhiata per vedere se contiene l’opera dello Spirito Santo, il che è un punto cruciale. Perché se è la vera via, allora è opera di Dio Stesso, quindi contiene certamente l’opera dello Spirito Santo e sarà confermata dallo Spirito Santo. La gente crede in Dio incarnato perché questa carne è la materializzazione dello Spirito Santo, quindi tutto ciò che Egli fa è opera dello Spirito Santo e reca la Sua conferma. Perciò, le persone credono in Lui e Lo seguono. È proprio come quando il Signore Gesù compie la Sua opera: anche se in superficie può sembrare che Egli sia solo una persona comune e ordinaria, attraverso la Sua parola e la Sua opera l’uomo vede l’opera e l’assistenza dello Spirito Santo. Questo è perché tutta l’umanità può vedere che la parola e l’opera del Signore Gesù sono piene di autorità e potere. Egli può far sì che un cieco veda, un paralitico cammini, e ha guarito i lebbrosi. Egli può usare cinque pani e due pesci per nutrire cinquemila persone e può anche risuscitare i morti. Può guardare in profondità nel cuore degli uomini per rivelare i loro segreti più oscuri. Inoltre, può svelare all’umanità i misteri del cielo. Quando le persone Lo seguono, ottengono pace e gioia nei loro cuori. La gente segue il Signore Gesù e riconosce che Egli è il Messia perché tutto ciò che Egli fa è opera dello Spirito Santo. Noi possiamo vedere che, fintanto che si tratta della vera via, essa conterrà l’opera dello Spirito Santo. Perciò, quando ci chiediamo se qualcosa sia la vera via, dobbiamo prima cercare di capire se contiene l’opera dello Spirito Santo.
Il secondo aspetto che dovremmo valutare quando ci chiediamo se qualcosa sia la vera via è vedere se contiene la verità e se riesce a cambiare gradualmente l’indole di vita di una persona per rendere la sua umanità ancora più normale. Noi tutti sappiamo che Dio è la verità, la via, la vita e che ogni fase della Sua nuova opera si basa sulla verità che Egli esprime all’uomo, il che indica il sentiero della pratica nella nuova età. Dio Si assicura che l’uomo abbia le risorse di cui ha bisogno per la vita, così che viva gradualmente un’umanità normale e ritorni gradualmente alla somiglianza delle origini, quando fu creato da Dio. Questa è una caratteristica ovvia della vera via. È proprio come quando il Signore Gesù cominciò la Sua opera nell’Età della Grazia. A quel tempo, Egli espresse molte verità, affinché le persone le mettessero in pratica, e insegnò loro ad amare gli altri come amavano se stessi, a portare la croce, a rinnegare se stessi e a perdonare gli altri settanta volte sette. Il Signore Gesù disse alla gente di adorare Dio in spirito e verità. Ogni autentico credente può subire qualche cambiamento nella propria condotta esteriore, grazie agli insegnamenti del Signore Gesù. Grazie al Signore Gesù, può comportarsi con umiltà e pazienza e assomigliare, in tal modo, a una persona normale. Perciò, fintanto che questa è la vera via, sarà un’espressione di verità. Questo può far diventare sempre più normale la ragione umana, in modo che assomigli di più a quello che dovrebbe essere una vera persona.
Il terzo aspetto che dobbiamo considerare, riflettendo sulla vera via, è vedere se la via può portare alle persone una crescente conoscenza di Dio, ispirar loro un amore per Dio e portarle sempre più vicino a Lui. Noi tutti sappiamo che, poiché è la vera via, è l’opera di Dio Stesso e che la Sua opera inevitabilmente esprime la Sua indole, come anche tutto ciò che Dio è e ha. Quando le persone fanno esperienza dell’opera di Dio, arrivano naturalmente a una genuina comprensione di Lui, creando dentro di sé, in tal modo, un cuore amorevole per Lui. È proprio come nell’Età della Legge, quando Jahvè Dio emanò delle leggi per guidare le vite delle persone sulla terra. Dalla loro esperienza con la Sua opera, esse riconobbero che Jahvè Dio è l’unico vero Dio. Inoltre, riconobbero la maestà e le maledizioni di Dio e che la sua indole non può essere offesa, cosa che creò dentro di esse un cuore riverente nei Suoi confronti. Nell’Età della Grazia, Dio incarnato venne sulla terra per compiere una fase dell’opera, per redimere l’umanità. Grazie alla propria esperienza dell’opera di Gesù Cristo, le persone riconobbero l’indole amorevole e misericordiosa di Dio. Esse videro anche che, allo stesso tempo, Dio era uno Spirito e poteva assumere l’umile forma umana, fare miracoli, curare le malattie e scacciare i demoni… E tutta questa opera compiuta dal Signore Gesù fece giungere le persone a una nuova comprensione di Dio, cosa che ispirò, nei cuori della gente l’adorazione di Dio. Perciò, se si tratta della vera via, farà capire alla gente di più riguardo a Dio e ispirerà una più grande comprensione della Sua indole.
Anche se l’opera di Dio si muove sempre in avanti, fintanto che è l’opera di Dio Stesso e la vera via, essa certamente possiederà ed esprimerà i tre attributi summenzionati. Vale a dire, la vera via conterrà certamente l’opera dello Spirito Santo, esprimerà la verità, farà acquisire alle persone una maggiore comprensione di Dio e le porterà più vicino a Lui. Perciò, se discerneremo la vera via valutando queste tre caratteristiche, saremo in grado di distinguere cosa è vero da ciò che è falso. Così, possiamo tenere il passo con l’opera corrente di Dio in tempi ragionevoli, acquisire la verità, la via e la vita, e anche acquisire maggiori promesse e benedizioni da parte di Dio.
In questi ultimi giorni, Dio sta svolgendo ancora una nuova opera, che implica l’espressione delle Sue parole per compiere la Sua opera di giudizio e purificazione sull’umanità corrotta. Questa opera è compiuta secondo il Suo piano e si basa sui bisogni reali della gente degli ultimi giorni. È una nuova, più elevata opera basata sulle fondamenta dell’opera del Signore Gesù. Se cerchiamo e studiamo attentamente, con cuore calmo, possiamo vedere che questa fase della nuova opera di Dio non solo contiene l’opera dello Spirito Santo, ma esprime anche la verità e può permetterci di avere una comprensione più genuina, esauriente e pratica dell’indole di Dio e di tutto ciò che Egli ha ed è. Di seguito, discuteremo insieme delle nostre esperienze e della comprensione dell’opera di Dio negli ultimi giorni, basandoci sull’uso dei tre aspetti prima trattati come caratteristiche per considerare la vera via.
Per prima cosa, la vera via contiene l’opera dello Spirito Santo. Dio Onnipotente è venuto e ha instaurato l’Età del Regno, ha compiuto la Sua nuova opera, espresso la Sua parola per giudicare e purificare la gente e rifornito l’umanità delle nuove provviste per la vita. I fedeli di ogni gruppo e setta religiosi, uno ad uno, sono tornati a Dio Onnipotente sotto il Suo nome. Non importa la resistenza, non importa quali ostacoli siano comparsi, il Vangelo di Dio degli ultimi giorni è montato come la marea e si è diffuso in tutta la Cina continentale. Tutte le genti affluiscono alla montagna sacra in una scena gioiosa. Sebbene noi tutti provenissimo da diverse denominazioni, siamo in grado di vivere insieme in armonia, di aiutarci l’un l’altro. Qui non ci sono cricche e la vita della chiesa trabocca di vitalità. Qui i fratelli e le sorelle sentono che i nostri incontri non sono mai abbastanza e ci sono inni da cantare e di cui godere e preghiere che ci illuminano. Ogni volta in cui ci riuniamo, siamo in grado di ricevere nuovi rifornimenti da parte della parola di Dio Onnipotente, possiamo riconoscere i nostri limiti e, grazie alla parola di Dio, troviamo il sentiero da praticare. I nostri fratelli e sorelle traboccano di fede e possono assumersi l’incarico di Dio con devozione. La nostra indole corrotta cambia a vari livelli e possiamo coesistere normalmente e amarci secondo la parola di Dio. Quando ci imbattiamo in punti di vista differenti, siamo tutti in grado di mettere da parte i nostri e di ascoltare attentamente le idee degli altri e ci pieghiamo all’autorità della verità, contenuta nella parola di Dio nella Chiesa. Anche se, in questa fase, Dio non ripete l’opera dell’Età della Grazia, che consisteva nel guarire gli ammalati e scacciare i demoni, possiamo vedere dall’opera di Dio Onnipotente che le Sue parole sono potenti e hanno autorità. Se sottostiamo all’opera e alle parole di Dio Onnipotente, saremo in grado di ricevere rivelazione e illuminazione dallo Spirito Santo e sapremo sottrarci alle nostre condizioni passive e deboli e svolgere attivamente il nostro dovere come esseri creati, per rispettare le intenzioni di Dio. Così, i nostri fratelli e sorelle possono lasciar perdere i piaceri della carne e correre di luogo in luogo, con tutto il cuore, per l’opera di diffusione del Vangelo del Regno di Dio. A prescindere da come siamo trattati dalle varie sette religiose o se siamo respinti, perseguitati, picchiati o maledetti, noi siamo disposti a sopportare ogni avversità e continuiamo come sempre a eseguire la volontà di Dio e a predicare il Vangelo di Dio Onnipotente degli ultimi giorni. Si può vedere l’autorità e il potere di Dio Onnipotente dall’effettivo comportamento dei nostri fratelli e sorelle. L’opera di Dio Onnipotente contiene l’opera dello Spirito Santo ed è da Lui confermata. Tuttavia, a proposito di coloro che non hanno tenuto il passo con la nuova opera di Dio, quelle varie sette religiose gelose e aggressive, essi fanno tutto il possibile per darsi manforte contro gli altri. Vivono in condizioni in cui possono anche svolgere la medesima opera, ma non per le stesse ragioni, e tutto questo basta per provare che la comunità religiosa è già priva dell’opera dello Spirito Santo. Poiché la Chiesa di Dio Onnipotente contiene l’opera dello Spirito Santo, appare così piena di vitalità, mentre le varie sette religiose sono cupe, desolate e hanno perso l’opera dello Spirito Santo, in netto contrasto con la Chiesa di Dio Onnipotente. Perciò, è evidente quale sia la vera via e quale la vecchia.
In secondo luogo, la vera via contiene la verità, può indicare alle persone il sentiero della pratica nella nuova età e può permettere loro di acquisire nuove provviste per la vita. La loro indole di vita subisce sempre più cambiamenti e la loro umanità diventa sempre più normale. Nella Sua opera degli ultimi giorni, Dio Onnipotente esprime molte verità in tanti campi differenti. Ciò comprende le verità riguardo alla comprensione dell’opera che Dio svolge e anche le verità sul come praticare ed entrare durante la nuova età. Per esempio, ciò comprende: lo scopo della gestione di Dio; i principi dietro alla Sua opera; le verità riservate dell’opera di Dio nell’Età della Legge e nell’Età della Grazia; come Dio compie la Sua opera di giudizio; il significato di Dio che Si incarna; come l’umanità è giunta a essere così com’è ora; come Satana corrompe l’umanità; come Dio salva l’umanità; come sarà la futura destinazione dell’umanità; come sarà la fine per tipi differenti di persone; quali punti di vista dovrebbero avere i credenti; cosa dovrebbe cercare la loro fede in Dio; perché le persone che credono in Dio dovrebbero sottomettersi a Lui; perché amare Dio è l’unico modo per credere veramente in Lui e come servire Dio in un modo che soddisfi le Sue intenzioni. La comunicazione di queste verità da parte di Dio ci ha permesso di avere una comprensione molto migliore delle Sue intenzioni, e di avere una comprensione migliore della nostra natura e sostanza e della realtà della nostra corruzione. Inoltre, queste verità ci hanno permesso di vedere chiaramente la strada per cambiare la nostra indole. Facendo esperienza dell’opera e della parola di Dio, veniamo a comprendere finalmente gli aspetti adulterati della nostra vecchia fede e riconosciamo che, anche se abbiamo ricevuto la redenzione e la grazia abbondante di Dio, desideriamo ancora fortemente il piacere fisico e le benedizioni materiali da Dio e le fortune dei nostri sogni tramite Lui. Inoltre, anche se corriamo da tutte le parti operando per Dio, lo facciamo per essere benedetti e incoronati. Lo facciamo in nome della fama e del vantaggio personale e corriamo da tutte le parti per il nostro stesso profitto. Non facciamo queste cose per svolgere il nostro dovere come esseri creati. Non importa quanta grazia o quante benedizioni otteniamo da Dio, se ogni cosa che Egli fa non riesce in qualche piccolissimo modo a corrispondere alle nostre opinioni, immediatamente resistiamo a Dio e reclamiamo presso di Lui. Ci spingiamo addirittura così lontano da essere pubblicamente antagonisti di Dio o perfino da abbandonarLo. Molto tempo fa, perdemmo la nostra coscienza e le abilità originarie per il pensiero razionale in presenza di Dio. Fummo talmente corrotti da Satana che perdemmo completamente la nostra sembianza umana. Le verità espresse da Dio Onnipotente ci permettono di avere una vera comprensione della nostra corruzione, così possiamo vedere che siamo egoisti, spregevoli e privi di umanità. Allo stesso tempo, comprendiamo il significato dell’opera di salvezza di Dio svolta su di noi e comprendiamo che la salvezza dell’uomo da parte di Dio fu ben ideata. In tale maniera, i nostri spiriti cominciano a risvegliarsi poco a poco e la nostra coscienza e la nostra abilità di pensare razionalmente cominciano a ripristinarsi, giorno dopo giorno. Non cerchiamo più di soddisfare la nostra carne, non vediamo più Dio sotto una luce transazionale. Invece, cerchiamo solamente di soddisfare le intenzioni di Dio e Gli offriamo tutto ciò che abbiamo. In questo modo, come esseri creati, riacquisiamo una relazione normale con il Creatore. Diventiamo sempre più amorevoli nei confronti di Dio, più remissivi e più devoti e finalmente cominciamo ad assomigliare a ciò che dovremmo essere. In breve, Dio Onnipotente dà a noi, la gente degli ultimi giorni, le verità di cui abbiamo così urgentemente bisogno. Egli ci mostra la direzione della via nella nuova età, ci permette di acquisire i rifornimenti più reali di cui abbiamo bisogno per la nostra vita. Tutto questo prova che la via di Dio Onnipotente è la vera via.
In terzo luogo, la vera via dà all’uomo una nuova comprensione di Dio. Fratelli e sorelle, se voi potete leggere personalmente le parole di Dio Onnipotente e mettervi effettivamente in contatto con coloro che hanno accettato l’opera di Dio Onnipotente negli ultimi giorni, non è difficile scoprire che i fratelli e le sorelle della Chiesa di Dio Onnipotente hanno acquisito una nuova conoscenza e una più approfondita comprensione riguardo a Dio tramite la maniera in cui cercano le verità di Dio Onnipotente. Facendo esperienza dell’opera e delle parole di Dio Onnipotente, comprendiamo la giusta indole di Dio e vediamo che la Sua indole intrinseca non solo contiene amore e misericordia ma anche maestosità e ira e che essa non tollera alcuna offesa da parte dell’umanità. Facendo esperienza dell’opera e delle parole di Dio, vediamo come Dio salva l’uomo, passo dopo passo, come utilizza la Sua saggezza per sconfiggere Satana, e così acquisiamo una conoscenza pratica dell’onnipotenza, saggezza, meraviglia e insondabilità di Dio. Inoltre, acquisiamo anche una maggiore comprensione pratica della buona intenzione di Dio di salvare l’umanità, del Suo sincero amore nei confronti dell’umanità e della Sua sostanza di santità e bellezza. Il fare esperienza dell’opera e della parola di Dio Onnipotente contribuisce a far abbandonare così tante convinzioni errate che riguardo a Dio e ci aiuta a capire che Egli non appartiene a nessuna nazione o gruppo etnico: Dio è il Creatore, il Dio di tutti gli uomini. Comprendiamo anche che l’opera di Dio è sempre nuova e mai vecchia e che non è vincolata da leggi. Da ciò si può vedere che l’opera e le parole di Dio Onnipotente degli ultimi giorni possono dare all’uomo una più profonda comprensione di Dio rispetto a quella possibile durante l’Età della Grazia; è una comprensione più pratica, e anche più completa. Solo l’opera di Dio può avere questo effetto e solo Dio Stesso può esprimere all’umanità la Sua indole e tutto ciò che Egli è e ha. È indubbio che la via di Dio Onnipotente è la vera via.
Riassumendo: il Lampo da Levante, cui è stata opposta resistenza e che è stato condannato dalla comunità religiosa, è il Signore Gesù ritornato nella carne negli ultimi giorni, è Dio Stesso, l’Unico. Perciò, non importa che le varie sette religiose abbiano opposto resistenza e lo abbiano attaccato e, non importa quanto sia stato infamato e condannato dalle forze di Satana. Esse non sono state affatto in grado di impedire l’espansione dell’opera di Dio negli ultimi giorni. In soli dieci anni o quasi, il Vangelo del Regno di Dio Onnipotente si è diffuso in tutta la Cina continentale. La parola di Dio e il nome di Dio si sono diffusi tra centinaia di milioni di famiglie. Tra varie denominazioni, coloro che perseguono la verità e vogliono veramente Dio sono tornati al cospetto di Dio Onnipotente. Milioni di persone stanno godendo della parola di Dio, ricevendo il giudizio, la purificazione, la salvezza e la perfezione di Dio e lodando le Sue azioni meravigliose. Dio ha formato un gruppo di vincitori in Cina e ha guadagnato un gruppo di persone che sono un solo cuore e una sola mente con Lui. L’opera di Dio si è finalmente conclusa con la Sua glorificazione e si muove rapidamente da est – Cina – al mondo occidentale, e la Chiesa di Dio Onnipotente ha fondato sedi distaccate in dozzine di paesi, il che è la completa realizzazione della profezia del Signore Gesù: “Perché, come il lampo esce da levante e si vede fino a ponente, così sarà la venuta del Figliuol dell’uomo” (Matteo 24:27). Miei colleghi spirituali, rinunciate velocemente alle vostre opinioni immaginarie e cercate, invece, di sentire la voce di Dio, venite sinceramente al cospetto di Dio: Dio Onnipotente aspetta il tuo ritorno!
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2018.12.04 20:20 Jannafer In che modo le tre fasi dell’opera di Dio si rafforzano gradualmente per fare sì che le persone vengano salvate e perfezionate?

Parole di Dio attinenti:
L’intera gestione di Dio è divisa in tre stadi, in ognuno dei quali vengono fatte all’uomo richieste pertinenti. Inoltre, con il trascorrere e il progredire delle età, le richieste di Dio al genere umano si fanno sempre più elevate. Così, passo dopo passo, quest’opera di gestione di Dio raggiunge il proprio vertice, finché l’uomo contempla “la Parola appare nella carne”, e in tal modo le richieste all’uomo si fanno ancora più elevate, e le richieste all’uomo di rendere testimonianza si fanno ancora più elevate. … In passato, all’uomo era richiesta l’osservanza della legge e dei comandamenti, e gli era chiesto di essere paziente e umile. Oggi, all’uomo è richiesta l’obbedienza alle disposizioni di Dio e il possesso di un supremo amore per Dio, e gli viene in definitiva chiesto di amare Dio anche in mezzo alle tribolazioni. Questi tre stadi sono le richieste che Dio fa all’uomo, passo dopo passo, nel corso della Sua intera gestione. Ogni stadio dell’opera va più a fondo del precedente, e ad ogni stadio le richieste all’uomo si fanno più profonde che nel precedente e, in tal modo, l’intera gestione di Dio prende gradualmente forma. È precisamente a motivo del fatto che le richieste all’uomo sono più elevate, che l’indole dell’uomo si fa sempre più vicina ai requisiti divini, ed è solo allora che l’intero genere umano gradualmente si allontana dall’influenza di Satana, finché, quando l’opera di Dio giungerà al compimento finale, l’intera umanità sarà stata salvata dall’influenza di Satana.
da “Il lavoro di Dio e la pratica dell’uomo” in La Parola appare nella carne
L’opera della gestione di Dio iniziò alla creazione del mondo e l’uomo è al centro di quest’opera. La creazione di Dio di tutte le cose, si può dire, è per il bene dell’uomo. Dal momento che l’opera della Sua gestione si protrae per diverse migliaia di anni e non è portata a termine semplicemente nell’arco di minuti o secondi, di un batter d’occhio o di uno o due anni, Egli dovette creare più elementi necessari alla sopravvivenza dell’uomo, quali il sole, la luna, ogni tipo di creatura vivente, cibo e un ambiente vitale per il genere umano. Questo fu l’inizio della gestione di Dio.
In seguito, Dio consegnò il genere umano a Satana, l’uomo visse sotto il dominio di Satana e ciò portò gradualmente all’opera di Dio della prima età: la storia dell’Età della Legge…. Nel corso delle svariate migliaia di anni dell’Età della Legge, il genere umano si abituò alla guida dell’Età della Legge, iniziò a prenderla alla leggera e gradualmente abbandonò la sollecitudine nei confronti di Dio. E quindi, nello stesso momento in cui si attenevano alla legge, gli uomini veneravano gli idoli e commettevano atti malvagi. Erano senza la protezione diJahvè e semplicemente vivevano le proprie vite davanti all’altare nel tempio. Di fatto, l’opera di Dio li aveva abbandonati molto tempo prima e sebbene gli Israeliti si attenessero ancora alla legge, pronunciassero il nome di Jahvè e credessero persino con orgoglio di essere l’unico popolo di Jahvè e i Suoi prescelti, la gloria di Dio silenziosamente li abbandonò…
…………
Come è sempre accaduto, dopo l’opera di Jahvè nell’Età della Legge, Dio diede inizio alla Sua nuova opera della seconda fase: prendendo la carne, essendo incarnato come uomo per dieci, vent’anni, parlando e compiendo la Sua opera fra i credenti. Tuttavia, senza eccezione, nessuno sapeva e solo un numero limitato di persone riconosceva che Egli era Dio divenuto carne dopo cheil Signore Gesù fu inchiodato alla croce e risorto. … Non appena la seconda fase dell’opera di Dio fu completata, dopo la crocifissione, l’opera di Dio tesa a sottrarre l’uomo dal peccato (vale a dire, strapparlo dalle mani di Satana) fu compiuta. E quindi, da quel momento in poi, il genere umano doveva solo accettare il Signore Gesù come Salvatore per i suoi peccati che dovevano essere perdonati. A livello teorico, i peccati dell’uomo non costituivano più un ostacolo al suo raggiungimento della salvezza e al suo arrivo al cospetto di Dio, e non erano più ciò su cui Satana faceva leva per accusare l’uomo, perché Dio Stesso aveva compiuto un’opera reale, Si era manifestato a somiglianza e anticipazione della carne peccaminosa, e Dio Stesso era l’offerta per il peccato. Così, l’uomo scese dalla croce, essendo redento e salvato grazie alla carne di Dio, simile alla carne peccaminosa, e quindi, dopo essere stato fatto prigioniero da Satana, l’uomo giunse un gradino più vicino all’accettazione della salvezza al cospetto di Dio. Naturalmente, questa fase dell’opera era la gestione di Dio che si trovava un gradino più in alto dell’Età della Legge ed era di un livello più profondo rispetto all’Età della Legge.
…………
Poi arrivò l’Età del Regno, che è una fase più pratica dell’opera ma è anche la più difficile da accettare per l’uomo. Questo avviene perché più l’uomo si avvicina a Dio, più la verga di Dio si avvicina all’uomo e più chiaramente il volto di Dio appare dinanzi all’uomo. A seguito della redenzione del genere umano, l’uomo ritorna ufficialmente nella famiglia di Dio. L’uomo pensava che ora fosse il momento del piacere, ma subisce un attacco frontale da Dio in un modo che nessuno aveva previsto. Ne risulta che questo è un battesimo di cui il popolo di Dio deve “godere”. Sottoposti a un tale trattamento, gli individui non hanno altra scelta se non quella di fermarsi e pensare tra sé: Io sono l’agnello, perduto per molti anni, per il cui riscatto Dio ha speso così tanto, quindi perché Dio mi tratta in questo modo? È forse il modo di Dio di ridere di me e di mettermi a nudo? … Dopo che sono trascorsi degli anni, l’uomo è logorato dalle intemperie, avendo vissuto le difficoltà della raffinazione e del castigo. Sebbene l’uomo abbia perso la “gloria” e il “fascino” dei tempi passati, è inconsciamente giunto a comprendere la verità di essere un uomo e ad apprezzare gli anni che Dio ha dedicato alla salvezza del genere umano. L’uomo inizia lentamente a detestare la propria inciviltà. Comincia a odiare la sua ferocia, tutti i malintesi nei confronti di Dio e tutte le richieste irragionevoli che Gli ha fatto. Il tempo non può essere riportato indietro; gli eventi passati diventano ricordi pieni di rimpianto dell’uomo e le parole e l’amore di Dio diventano la spinta nella nuova vita dell’uomo. Le ferite dell’uomo guariscono giorno dopo giorno, la sua forza ritorna, si alza in piedi e volge lo sguardo verso il volto dell’Onnipotente … per poi scoprire che Egli è sempre stato al suo fianco e il Suo sorriso e il Suo volto meraviglioso sono ancora così commoventi. Il Suo cuore mostra ancora preoccupazione per il genere umano che ha creato e le Sue mani sono ancora calde e forti come lo erano all’inizio. È come se l’uomo ritornasse al Giardino dell’Eden, ma questa volta egli non ascolta più le lusinghe del serpente, non volta più le spalle al volto di Jahvè. L’uomo si inginocchia davanti a Dio, alza lo sguardo al Suo volto sorridente e offre il suo sacrificio più prezioso: “Oh! Mio Signore! Mio Dio!”
da “L’uomo può essere salvato solamente nell’ambito della gestione di Dio” in La Parola appare nella carne
Il lavoro svolto da Gesù era solo uno stadio più in alto di quello del Vecchio Testamento; è stato compiuto per iniziare un’epoca e per guidare e dirigere tale epoca. Egli non ha infatti detto: “Io non sono venuto per abolire la legge, ma per completarla”? Eppure nella Sua opera differiva molto dalla legge e dai comandamenti seguiti dagli Israeliti del Vecchio Testamento, perché il Suo compito non era quello di obbedire alla Legge, ma bensì quello di portarla a compimento. Questo processo di completamento includeva molte cose effettive: il Suo lavoro fu più pratico e reale, inoltre, era un lavoro vivo, e non aderiva ciecamente alla dottrina. Gli Israeliti non osservano forse il sabato? Quando Gesù venne invece, non rispettò il sabato, poiché diceva che il Figlio dell’uomo era il Signore del sabato, e quando il Signore del sabato sarebbe venuto, avrebbe fatto come desiderava. Egli era venuto per adempire alle leggi dell’Antico Testamento e per cambiarle. Tutto ciò che viene fatto oggi si basa sul presente, eppure si fonda ancora sui principi del lavoro di Jahvè nell’Età di Legge e non trasgredisce da quegli ambiti. Tenere a bada la lingua o non commettere adulterio, ad esempio, fanno sempre parte delle leggi dell’Antico Testamento, no? Oggi, ciò che viene richiesto a voi non si limita ai Dieci Comandamenti, ma bensì include leggi e comandamenti molto più grandi di quelli di prima; questo però non significa che la legge di prima è stata abolita, perché ogni fase del lavoro di Dio viene realizzato sul fondamento della fase di lavoro che è stato compiuto in precedenza. Le regole che Jahvè ha dato in Israele, come offrire sacrificio, onorare il padre e la madre, non adorare gli idoli, non aggredire gli altri, non maledire gli altri, non commettere adulterio, non fumare, non bere, non mangiare i morti, non bere il sangue… non è forse, ancora oggi, il fondamento del vostro comportamento? È sul fondamento del passato che il lavoro è stato svolto fino a oggi. Anche se le leggi del passato non vengono più menzionate, e nuove richieste ti sono state fatte, queste leggi non sono state abolite, ma al contrario sono state portate a un livello superiore. Dire che queste leggi sono abolite significherebbe presumere che l’era precedente è obsoleta e sorpassata, invece ci sono ancora alcuni comandamenti che tu devi sempre rispettare. I comandamenti del passato sono già stati messi in pratica, sono già diventati parte integrante dell’essenza dell’uomo e non vi è alcuna necessità di ribadire la regola di non fumare, di non bere e così via. Su queste fondamenta vengono stabiliti nuovi comandamenti, in base alle vostre esigenze di oggi, alla vostra statura morale e lavoro attuale. Decretare comandamenti nuovi nella nuova epoca non significa abolire i comandamenti di quella vecchia, ma anzi elevarli a un livello superiore e ampliarli per rendere le azioni dell’uomo più complete e più in linea con la realtà. Se, al giorno d’oggi, vi venisse richiesto soltanto di seguire i comandamenti e rispettare le leggi dell’Antico Testamento, così come veniva chiesto agli Israeliti, e se fosse, ancora, necessario che voi memorizziate le leggi stabilite da Jahvè, non ci sarebbe nessuna possibilità che possiate cambiare. Se voi dovesse soltanto rispettare quei pochi comandamenti o memorizzare innumerevoli leggi, la vostra vecchia natura rimarrebbe profondamente radicata e non ci sarebbe alcun modo di sradicarla. Di conseguenza voi diventereste sempre più depravati e non uno tra voi potrebbe diventare obbediente. Vale a dire che alcuni semplici comandamenti o innumerevoli leggi non sono in grado di aiutarvi a conoscere le opere di Jahvè. Voi non siete come gli Israeliti: rispettando le leggi e memorizzando i comandamenti, essi poterono testimoniare l’opera di Jahvè, per offrire a loro totale devozione a Lui, ma voi non siete capaci di fare questo e alcuni comandamenti dell’Antico Testamento non solo non sarebbero in grado di cedere il vostro cuore, o di proteggervi, ma vi renderebbe, in qualche modo, permissivo, portandovi al livello dell’Ade. Siccome il Mio lavoro è il lavoro di conquista ed è rivolto alla vostra disobbedienza e alla vecchia natura, le parole gentili di Jahvè e di Gesù sarebbero ben lontano dalle severe parole di giudizio di oggi. Senza queste parole rigorose e gravi, oggi sarebbe impossibile conquistare voi, gli “esperti” della disobbedienza da migliaia di anni. Le leggi dell’Antico Testamento hanno perso il loro potere su di voi molto tempo fa e il giudizio di oggi è molto più formidabile delle vecchie leggi. Le parole di giudizio sono più adatte a voi, e non le insignificanti restrizioni della legge, perché non siete più l’umanità del principio, ma una corrotta per migliaia di anni. Quello che tu devi comprendere è che non è più necessario che tu segua la dottrina, vista la condizione dell’uomo di oggi, il suo calibro e la sua statura morale attuale. Solo in questo modo i cambiamenti possono essere realizzati nella tua vecchia natura, le tue vecchie concezioni possono essere messe da parte.
da “La visione del lavoro di Dio (1)” in La Parola appare nella carne
Sebbene il cammino che l’uomo percorre oggi sia anche quello della croce e della sofferenza, ciò che l’uomo d’oggi pratica, mangia, beve e gode è molto diverso da ciò che avveniva all’uomo sotto la legge e nell’Età della Grazia. Ciò che viene chiesto all’uomo oggigiorno è diverso da quello che è stato chiesto all’uomo in passato, soprattutto rispetto all’Età della Legge. Che cosa veniva chiesto all’uomo sotto la legge quando l’opera veniva portata avanti in Israele? Veniva chiesto semplicemente di osservare il sabato e le leggi di Jahvè. Nessuno, infatti, doveva lavorare il sabato o poteva trasgredire le leggi di Jahvè. Oggi non è più così. Oggi gli uomini lavorano di sabato, si riuniscono e pregano come al solito e non è imposta alcuna restrizione. Nell’Età della Grazia gli uomini dovevano essere battezzati; dovevano inoltre digiunare, spezzare il pane, bere il vino, coprirsi la testa e lavarsi i piedi. Ora, queste regole sono state abolite, ma richieste ben più grandi vengono rivolte all’uomo, poiché l’opera di Dio si spinge continuamente più in profondità e l’ingresso dell’uomo raggiunge un livello sempre più alto. In passato, Gesù imponeva le mani sugli uomini e pregava, ma ora che tutto è stato detto, qual è lo scopo e il senso dell’imposizione delle mani? Le parole da sole possono ottenere dei risultati. Quando Gesù imponeva le mani sugli uomini, il Suo scopo era quello di benedirli e di guarirli. All’epoca, lo Spirito Santo operava in questo modo, ma ora non è più così. Oggi, lo Spirito Santo usa le parole per ottenere dei risultati. Egli ha parlato chiaramente a tutti voi e ora voi dovete solo metterne in pratica le parole. Le Sue parole sono la Sua volontà e la dimostrazione del lavoro che compirà. Attraverso le Sue parole puoi comprendere la Sua volontà e ciò che Egli ti chiede di fare. È sufficiente mettere le Sue parole in pratica direttamente, senza la necessità di imporre le mani. Alcuni potrebbero dire: “Imponi le Tue mani su di me! Metti le Tue mani su di me in modo che io possa ricevere la Tua benedizione e partecipare alla Tua essenza”. Queste sono pratiche obsolete, ora vietate, in quanto il tempo è mutato. Lo Spirito Santo opera a seconda dell’epoca e non a piacimento o in base a regole fisse. I tempi sono cambiati e una nuova era deve portare con sé un nuovo lavoro. Questo è vero per ogni fase del lavoro, di modo che l’opera di Dio non viene mai ripetuta. Nell’Età della Grazia, Gesù ha compiuto molte guarigioni, ha scacciato i demoni, imponendo le mani sugli uomini, pregando per loro e benedicendoli. Tuttavia continuare a fare le stesse cose oggi non servirebbe a nulla. Lo Spirito Santo ha operato in questo modo a quel tempo, perché era l’Età della Grazia, un’epoca in cui l’uomo ha ricevuto sufficiente grazia per poterne beneficiare e gioire. L’uomo non ha dovuto pagare alcun prezzo per ricevere la grazia, l’unica cosa che ha dovuto fare è stato avere fede. Tutti gli uomini hanno sperimentato un’immensa grazia. Ora i tempi sono cambiati e l’opera di Dio è progredita ulteriormente; la ribellione dell’uomo e le sue impurità vengono cancellate attraverso il castigo e il giudizio di Dio. Com’è accaduto nella fase della redenzione, Dio ha dovuto svolgere questo lavoro, mostrando all’uomo la Sua sufficiente grazia, in modo da poterlo redimere dal peccato e, per grazia, perdonarlo dai suoi peccati. Quest’ultima fase viene, invece, portata avanti per rivelare le iniquità dell’uomo attraverso il castigo e il giudizio, parole di colpo, ma anche la disciplina e la rivelazione, affinché l’uomo possa essere salvato. È un lavoro che scende più in profondità della redenzione. Nell’Età della Grazia l’uomo ha già ricevuto e ha già sperimentato la grazia, per cui non è più tempo che egli ne benefici. Tale lavoro è ormai superato, per cui non occorre più svolgerlo. Ora l’uomo viene salvato attraverso il giudizio della parola. Una volta che l’uomo è stato giudicato, castigato e affinamento, la sua indole viene modificata. Non è questo il risultato della Mia parola? Ogni fase del lavoro di Dio è in linea con l’epoca e con il progresso di tutta l’umanità. Tutta l’opera ha un suo significato; viene svolta per la salvezza finale, perché l’umanità abbia una buona destinazione per il futuro, e perché, alla fine, gli uomini siano suddivisi per tipo.
da “Il mistero dell’incarnazione (4)” in La Parola appare nella carne
Durante l’Età della Legge, Jahvè condusse Mosè fuori dall’Egitto con le Sue parole e ne pronunciò alcune agli Israeliti; a quel tempo, parte delle azioni di Dio erano chiare, ma poiché l’uomo era di scarsa levatura e nulla poteva rendere completa la sua conoscenza, Dio continuò a parlare e operare. Nell’Età della Grazia, l’uomo vide ancora una volta parte delle azioni di Dio. Gesù poté compiere meraviglie e prodigi, guarire e cacciare i demoni, ed essere crocifisso; tre giorni dopo la crocifissione risuscitò e apparve nella carne all’uomo. Dell’Onnipotente, l’uomo non seppe altro. L’uomo conosce solo quello che Dio gli manifesta, e se Dio non dovesse mostrargli altro, tale sarebbe il grado di limitazione dell’uomo voluto da Dio. Pertanto, Dio continua a operare affinché la conoscenza che l’uomo ha di Lui possa essere più profonda ed egli possa gradualmente conoscere la sostanza divina. Dio usa le Sue parole per rendere l’uomo perfetto. La tua indole corrotta è rivelata dalle Sue parole e le tue concezioni religiose sono sostituite dalla Sua realtà. Il Dio incarnato degli ultimi giorni è venuto soprattutto a compiere le parole secondo cui “la Parola diventa carne, la Parola si fa carne, la Parola appare nella carne”; se non hai una conoscenza approfondita di questo, non potrai ancora mostrarti risoluto; durante gli ultimi giorni, l’Onnipotente intende soprattutto completare una fase dell’opera in cui la Parola appare nella carne, e questa è una parte del Suo progetto. Pertanto, la vostra conoscenza deve essere chiara; a prescindere dal Suo modo di operare, Dio non permette che l’uomo Lo limiti. Se non compisse questa opera durante gli ultimi giorni, la conoscenza che l’uomo ha di Lui non potrebbe andare oltre. Sapresti solo che l’Onnipotente può essere crocifisso e può distruggere Sodoma, e che Gesù può risorgere dai morti e apparire a Pietro… Tuttavia, non affermeresti mai che le parole di Dio possono compiere tutto, e possono conquistare l’uomo. Solo sperimentandole puoi parlare di una tale conoscenza, e più sperimenti l’opera dell’Onnipotente, più la tua conoscenza di Lui diverrà profonda. Solo allora smetterai di limitare Dio nei tuoi pensieri.
da “Conoscere l’opera di Dio oggi” in La Parola appare nella carne
Nel lavoro degli ultimi giorni, la parola è più potente della manifestazione di segni e prodigi e la sua autorità supera quella di tali manifestazioni. La parola rivela tutta l’indole corrotta nel cuore dell’uomo. Tu non puoi riconoscerla da solo. Solo quando ti sarà rivelata attraverso la parola, la potrai vedere. A quel punto non sarai in grado di negarla e verrai completamente persuaso. Non è questa forse l’autorità della parola? Questo è il risultato che l’attuale lavoro della parola vuole raggiungere. L’uomo non può essere completamente salvato dai suoi peccati con la guarigione delle malattie o l’allontanamento dei demoni e non può essere reso completo con la manifestazione di segni e prodigi. L’autorità di guarire e di scacciare i demoni ha come unico scopo quello di concedere una grazia all’uomo, mentre la sua carne appartiene ancora a Satana e l’indole satanica corrotta rimane ancora dentro di lui. In altre parole, ciò che non è stato “lavato” appartiene ancora al peccato e alla sporcizia. Solo dopo essere stato “lavato” attraverso la parola, l’uomo può essere acquistato e santificato da Dio. Se non ci fosse nessun altro intervento, se non quello di scacciare i demoni e di redimere l’uomo, sarebbe come liberare l’uomo dal dominio di Satana per riportarlo a Dio, senza tuttavia liberarlo completamente dalla sua corruzione. Se l’uomo non viene purificato e trasformato da Dio, rimane comunque corrotto, poiché dentro di lui permangono la sporcizia, l’opposizione e la ribellione; l’uomo è ritornato a Dio unicamente attraverso la redenzione, ma siccome non ha alcuna conoscenza profonda e reale di Dio, tende ancora a resisterGli e a tradirLo. Prima che l’uomo fosse riscattato, molti veleni di Satana erano già stati versati dentro di lui. Dopo migliaia di anni di corruzione instillata da Satana, l’uomo ha ormai dentro di sé una natura che tende a resistere a Dio. Quando l’uomo è stato redento, dunque, non è altro che redenzione, attraverso cui, sì, l’uomo è stato acquistato a caro prezzo da Gesù, ma la natura velenosa innestata dentro di lui permane nel suo cuore. L’uomo, essendo contaminato, deve subire una trasformazione prima di essere degno di servire Dio. Attraverso questo lavoro di giudizio e di castigo, può conoscere completamente la sostanza sudicia e corrotta che dimora in lui, di modo da cambiare completamente ed essere purificato. Solo così può essere degno di tornare di fronte al trono di Dio. Tutto il lavoro fatto oggi ha lo scopo di trasformare e purificare l’essere umano; attraverso il giudizio e il castigo della parola, oltre al raffinamento, l’uomo può finalmente liberarsi dalla propria corruzione ed essere reso puro. Sarebbe, dunque, più appropriato definire questa fase non come l’opera della salvezza, quanto, piuttosto, come l’opera della purificazione. In realtà, questa è una fase di conquista e la seconda fase della salvezza. L’uomo viene acquistato da Dio attraverso il giudizio e il castigo della parola; Dio Si serve della parola per raffinare, giudicare e svelare ogni singola impurità, nozione, motivazione e le speranze individuali presenti nel cuore umano vengono, così, completamente rivelate. Anche se l’uomo è stato redento e perdonato per i suoi peccati, è come se Dio non Si ricordasse delle sue trasgressioni e non lo trattasse di conseguenza. In realtà, quando l’uomo vive nella carne senza essere stato liberato dal peccato, può solo continuare a peccare, mostrando continuamente la sua indole satanica corrotta. Questa è la vita che l’uomo conduce in un ciclo infinito di peccato e di perdono. La maggior parte degli uomini pecca durante il giorno solo per confessarsi la sera. Per cui, anche se il sacrificio per il peccato è sempre efficace, esso non è in grado di salvarel’uomo dal peccato. Solo metà dell’opera della salvezza è stata completata, perché nell’uomo dimora ancora la sua indole corrotta. Ad esempio, quando le persone si resero conto di essere discendenti di Moab, pronunciarono parole di protesta, smisero di ricercare la vita, e divennero totalmente passive. Questo non dimostra forse che non sono ancora capaci di sottomettersi totalmente al dominio di Dio? Non è esattamente questa l’indole satanica corrotta? Quando non fosti assoggettato al castigo, le tue mani furono alzate più in alto di tutte le altre, anche di quelle di Gesù. E gridasti a gran voce: “Sii un amato figlio di Dio! Sii in relazioni confidenziali con Dio! Moriremo, piuttosto di sottometterci a Satana! Ribellatevi contro il Satana antico! Ribellatevi contro il gran dragone rosso! Che il gran dragone rosso sia estromesso completamente dal potere! Che Dio ci renda completi!” Le tue grida erano più forti di tutte le altre, ma poi venne il tempo del castigo e, ancora una volta, venne rivelata l’indole corrotta delle persone. Allora, le grida cessarono, ed esse non ebbero più determinazione. Ecco la corruzione dell’uomo; scende più in profondità del peccato, piantata da Satana e profondamente radicata nell’intimo dell’uomo. Non è facile per l’uomo prendere coscienza dei suoi peccati; egli è incapace di riconoscere la sua natura profondamente radicata. Questo risultato si può ottenere solo grazie al giudizio tramite la parola. Solo in questo modo l’uomo può gradualmente essere cambiato da quel punto in poi. In passato, l’uomo urlava così tanto perché non aveva nessuna comprensione della sua indole corrotta originale. Queste sono le impurità all’interno dell’uomo. In tutto questo lungo periodo di giudizio e castigo, l’uomo visse in un’atmosfera di tensione. Tutto ciò non fu realizzato attraverso la parola? Non hai forse anche tu gridato a gran voce prima della prova dei servitori? Entra nel regno! Tutti coloro che accettano questo nome entreranno nel regno! Tutti condivideranno Dio! Quando è giunta la prova dei servitori, non hai più gridato. All’inizio, tutti gridavano: “Dio! Dovunque tu mi ponga, mi sottometterò al Tuo governo.” Alla lettura delle parole di Dio: “Chi sarà il Mio Paolo?”, l’uomo disse: “Io voglio esserlo!” Poi, egli vide le parole: “E che dire della fede di Giobbe?” E allora affermò: “Sono pronto ad assumere la fede di Giobbe. Dio, ti prego, mettimi alla prova!” Quando giunse la prova dei servitori, egli crollò immediatamente e non fu quasi più in grado di rialzarsi. Dopo di che, le impurità nel cuore dell’uomo diminuirono gradualmente. Questo non fu forse realizzato attraverso la parola? Quindi, ciò che voi avete sperimentato nel presente sono i risultati realizzati tramite la parola, addirittura più grandi di quelli realizzati attraverso i segni e i miracoli compiuti da Gesù. La gloria di Dio e l’autorità di Dio Stesso che vedi non sono percepite solo attraverso la crocifissione, la guarigione delle malattie e la cacciata dei demoni, ma ancora di più attraverso il Suo giudizio tramite la parola. Ciò ti dimostra che non solo il compimento di segni, la guarigione di malattie e la cacciata di demoni costituiscono l’autorità e il potere di Dio, ma il giudizio tramite la parola riesce ancora meglio a rappresentare l’autorità di Dio e a rivelare la Sua onnipotenza.
da “Il mistero dell’incarnazione (4)” in La Parola appare nella carne
L’opera di salvezza avviene in tre fasi, ossia la battaglia con Satana è stata suddivisa in tre fasi che precedono la sua completa sconfitta. Nondimeno, la verità intrinseca della lotta con Satana è che i suoi effetti sono raggiunti elargendo la grazia sull’uomo e divenendo un sacrificio espiatorio dell’uomo, perdonando i suoi peccati, conquistandolo e rendendolo perfetto. Di fatto, nella battaglia con Satana non si imbracciano le armi contro il Maligno, bensì la salvezza dell’uomo, il modellamento della sua vita e il cambiamento della sua indole affinché egli possa rendere testimonianza dinanzi a Dio. È così che Satana viene sconfitto. Il Maligno è sconfitto modificando l’indole umana corrotta. Quando Satana sarà stato sconfitto, ovvero quando l’uomo sarà stato completamente salvato, allora il vergognoso Satana sarà del tutto imbrigliato e pertanto il genere umano sarà del tutto salvo. Dunque, la sostanza della salvezza dell’uomo è la battaglia con Satana e la guerra con il Maligno si riflette principalmente nella salvezza del genere umano. La fase degli ultimi giorni, in cui l’uomo deve essere conquistato, è l’ultima della battaglia con Satana nonché dell’opera di completa salvezza dell’uomo dalla potestà del Maligno. L’intrinseco significato della conquista dell’uomo è il ritorno dell’incarnazione di Satana, dell’uomo corrotto da Satana, al Creatore in seguito alla sua conquista, tramite la quale egli rinuncerà al Maligno e tornerà completamente a Dio. In questo modo, l’uomo sarà del tutto salvo. Dunque, l’opera di conquista è l’opera finale della battaglia contro Satana e la fase finale del disegno di Dio per sconfiggere il Maligno. Senza questa, la salvezza assoluta dell’uomo sarebbe infine impossibile, la sconfitta definitiva di Satana sarebbe irrealizzabile e il genere umano non potrebbe mai accedere al destino meraviglioso o liberarsi dell’influenza del Maligno. Di conseguenza, l’opera di salvezza dell’uomo non può concludersi prima che la battaglia con Satana abbia fine, poiché il nucleo del disegno di Dio è la salvezza del genere umano. I primi uomini erano nelle mani di Dio, ma a causa della tentazione e della corruzione di Satana l’uomo fu legato da Satana e cadde nelle mani del Maligno. Dunque Satana divenne l’obiettivo da sconfiggere nella realizzazione del disegno di Dio. Poiché il Maligno prese possesso dell’uomo, e poiché l’uomo è il capostipite di tutto il disegno di Dio, per essere salvato allora deve essere strappato dalle mani di Satana, ovvero deve essere ripreso dopo essere stato tenuto prigioniero dal Maligno. Satana viene sconfitto modificando la vecchia indole dell’uomo che ritrova il suo senso originale; in questo modo l’uomo, che è stato fatto prigioniero, può essere strappato dalle mani del Maligno. Se questi viene liberato dall’influenza e dalla legatura di Satana, Satana sarà umiliato, l’uomo infine recuperato e il Maligno sconfitto. E poiché è stato liberato dall’oscura influenza di Satana, l’uomo diverrà il bottino della battaglia e il Maligno diverrà l’oggetto del castigo alla fine della battaglia, dopodiché l’intera opera di salvezza del genere umano sarà compiuta.
da “Ridare una vita normale all’uomo e condurlo a un destino meraviglioso” in La Parola appare nella carne
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2018.06.19 02:34 cptmacjack E aí /r/brasil, bora falar sobre filmes? + Minhas recomendações.

Boa noite amantes da sétima arte de todo o /brasil.
Mais cedo fizeram um thread pedindo uma recomendação de filme, mas acabei me empolgando um pouco e escrevi uma lista com meus preferidos que recomendo fortemente.
Resolvi então dar um upgrade na lista com descrições e links pra também criar um thread pra discussões, então sejam bem-vindos pra falar sobre seus filmes preferidos.
Minhas recomendações baseadas nos meus filmes preferidos:
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2015.04.17 23:39 gutoprica Um Deus que ama a beleza.

“Ele fez tudo apropriado ao seu tempo”. Ec. 3:11.
“Uma coisa pedi ao SENHOR; é o que procuro: que eu possa viver na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do SENHOR e buscar sua orientação no seu templo.” Sl. 27:4.
Tudo o que Deus criou é bonito! Nada no Universo é sem cor, forma ou estilo. Ele transforma cinzas em beleza. Ele é o “Cântico dos Cânticos,” o “Oleiro,” o “Senhor da Beleza”. Ele é belo. As Artes revelam o Criador através da Música, palavras, cores, Design, equilíbrio, movimento, harmonia, ritmo. Davi disse que as estrelas cantam a glória do Senhor e existem físicos, hoje, que acreditam que é bem possível que os planetas vibram em perfeita sintonia. No sétimo dia da criação, Deus descansou. Não devemos pensar nesse descanso em nível de cansaço comum, porque Deus não sofre de fadiga. Devemos pensar nesse descanso como um tempo para contemplar a beleza da criação, saborear a qualidade de tudo o que Ele criou. Os atributos de Deus revelados através das Artes são: beleza, descanso e celebração. O propósito de Deus para essa área é nos renovar e nos restaurar, proporcionando-nos alegria pelo nosso trabalho.
Sou um artista cristão ou um cristão que é artista?
Os artistas cristãos de hoje em dia têm muita dificuldade para compreender o propósito de seus talentos. Se sua obra não fala diretamente sobre Jesus, ela ainda tem algum valor? Eles devem ou não trabalhar em produções com não-cristãos? Quando alguns vêem uma construção magnífica, ou uma pintura, uma peça teatral, ou um espetáculo maravilhoso, eles tendem a perguntar se a produção foi realizada por cristãos, como se isso validasse a beleza. Porém, a beleza em si já é um atributo de Deus. Colocar um adesivo escrito Jesus sobre as coisas, não as tornam mais bonitas. Pregar o Evangelho pode ser bonito, mas, a beleza, não traz uma mensagem adicional necessariamente. Podemos ter arte e beleza nas igrejas, mas a arte não tem de estar diretamente relacionada com uma expressão eclesiástica, para poder revelar Deus.
Qualquer coisa, incluindo tipos de música, notas musicais ou instrumentos podem ser utilizados para o bem ou para o mal. Não existe algo como notas musicais demoníacas, ritmos ou instrumentos demoníacos. Satanás não é o dono de nada disso, assim como ele não é o dono da lua, dos cogumelos ou das cores. Tudo é criação de Deus. Qualquer coisa que Deus tenha feito pode ser usada para adorar Satanás, mas também, pode servir para revelar Deus. Temos a tendência de achar que as músicas antigas são mais espirituais e que qualquer coisa muito moderna se torna suspeita, ou então, má. Obviamente, isso tem mais a ver com gosto pessoal que com Deus. Nós escutamos satisfeitos, os bonitos hinos luteranos, pois, eles revelam virtudes espirituais. O que a maioria de nós não sabe, é que Lutero colocou letras cristãs nas músicas favoritas dos bares da época. Eu queria saber o que os cristãos alemães daquele tempo pensaram dessas músicas populares sendo usadas pela igreja.
As Escrituras revelam três temas na Música
Ao estudarmos artes e música nas escrituras, encontramos registrados três temas: adoração, é claro, canções nacionais ou políticas e canções de amor. Uma canção de amor ganhou um livro inteiro – Cantares de Salomão. Atualmente, adoração, hinos, louvor e salmos são todos considerados importantes, mas, perdemos a capacidade de celebrar o amor humano e o amor pela nação. Se observarmos os hinos nacionais do mundo todo, você vai perceber que a grande maioria deles, escritos antes de 1970, mencionam Deus e Suas bênçãos. Até o Século passado, era entendido que Deus está envolvido na vida política de uma nação, até que algumas nações começaram a remover de seus hinos essas referências a Deus.
Será que foi por causa da secularização do país ou por causa da igreja, que perdeu a compreensão da atuação de Deus na área Política? Onde estão as canções de amor? Nossas ondas sonoras estão abarrotadas com mensagens de amor que são, no mínimo, degradantes ou lascivas. Porém, quando um músico que seja cristão escreve e apresenta uma bela celebração de amor humano, nós o acusamos de estar sendo “secular” ou de não estar sendo fiel à sua fé, não apresentando Jesus. As Escrituras celebram todos esses temas da Música e os usam para revelar Deus.
Se definirmos ópera como uma história em forma de música, então em Dt. 32, Moisés nos apresenta uma ópera muito antiga, senão a primeira a ter sido criada. Esse impressionante líder político entendia tanto a importância da Música na vida de uma nação que, ao final de sua vida, compôs uma obra que continha princípios importantes a serem lembrados por seu povo. E Moisés recitou as palavras desta canção, do começo ao fim, na presença de toda a assembléia de Israel…
As disciplinas das Artes
Assim como a Ciência, Deus governa as Artes por meio de Leis que regem cada disciplina: leis de Estética, Harmonia, Ritmo, Dissonância, Cor, Forma, Design, Estilo, Espaço positivo e negativo. Seja na Dança, na Escultura, na Pintura, na Literatura ou na Composição Musical, todos os artistas compreendem que existem princípios através dos quais cada uma dessas disciplinas funciona. Dominar esses princípios é fundamental para obter habilidade. Talento, então, é fazer esses princípios desaparecerem em meio à expressão artística. Pessoas “não-salvas” criam coisas belas porque são feitas à imagem de Deus. O único problema, é que elas não se dão conta de quem é a fonte de seu talento ou de seu amor pela beleza. Eles não conhecem quem lhes deu seu talento, mas, ainda assim, seu talento celebra Deus. Eles não sabem a quem agradecer. Mas, o fato deles conhecerem, ou não a Deus, não muda a beleza de suas criações. Nem palavras em Hebraico podem tomar uma melodia mais bonita. A beleza tem um valor intrínseco, ta! como a extensão da natureza e do caráter de Deus.
Morno
Muito daquilo que hoje chamamos de Música e Arte cristãs, é, no mínimo, medíocre. Talvez, porque pensamos que a única coisa que importa é se essas falam sobre Deus. E importante apresentarmos a mensagem de Cristo. Contudo, é tanto um absurdo quanto um perigo, pensarmos que a única coisa que importa num cirurgião é o seu amor por Deus e que sua técnica em cirurgia não é relevante. O coração do indivíduo e a destreza de uma profissão são duas coisas diferentes e Jesus é Senhor sobre essas duas coisas. Como pessoas que cremos no Deus Criador, você e eu temos de valorizar tanto a prática quanto a postura correta diante Dele. Temos de celebrar a beleza pelo próprio valor dela, porque Ele é o Senhor do Belo, o Criador de todos os dons, e também, temos de promover o relacionamento do artista com Cristo, o Criador de seu talento.
Não existem tribos, nações ou culturas que não tenham Arte, Música ou Esportes. Beleza, canções e celebração existem antes da Humanidade. Eram expressos em Deus, antes de existirmos e até hoje O revelam. Não precisamos justificar o nosso amor pelos Esportes ou Artes como uma oportunidade para evangelismo. Podemos ou não achar isso apropriado. Não há problema em desfrutarmos dos dons e talentos dados por Deus somente pelo seu valor natural. E uma forma de adoração ao Criador.
Temas para procurar quando você estiver estudando e colorindo o que as Escrituras dizem sobre Artes e Entretenimento: música, design, esportes, dança, cultura, vestuário, poesia, literatura, destreza, cores, esculturas e beleza.
A área das Artes e Entretenimento revela: o Cântico dos Cânticos, o Oleiro
O principal atributo de Deus revelado através das Artes e do Entretenimento: Beleza
Deus governa essa área através: das Leis de cada disciplina
Quer você tenha talento usando seu corpo, ouvidos ou olhos, seu talento é uma celebração de Deus e uma parte do Seu chamado em sua vida. Fomos criados para celebrar Beleza e Alegria, como também, para precisar delas. Você é parte da resposta de Deus para essa necessidade. Tudo que Ele criou, quer no micro ou no macrocosmos, é belo e foi criado com som. Então, esteja você celebrando através do trabalho da igreja ou ministrando para os não-crentes, você está servindo a Cristo. Você e testemunha Dele através de suas habilidades e de sua vida. Você não precisa justificar o seu talento, fazendo material religioso ou ajoelhando em oração quando se sair bem, apesar de poder fazer os dois. Seu talento é justificado por ser parte da natureza e do caráter de Deus em você. E parte de quem Ele é e de como Ele fez você. O talento que você tem revela Deus. O mundo precisa de seu talento e da celebração da Beleza e da Alegria que Ele traz. Não impeça o seu talento de fluir. Vamos começar a Nova Renascença.
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2015.02.21 02:06 RunoAnacoreta O Sonho de Emigrante

Faz frio aqui em Inglaterra, o céu está sempre encoberto por um manto de tristeza, uns passeios húmidos encaminham a frigidez tipicamente inglesa rumo ao narcisismo da sua existência, enfarpelada em sobretudos e cachecóis. Ontem quando saí à rua o vento agreste vergastou-me a face lembrando-me que sou estrangeiro. Por vezes, sozinho no meu apartamento de emigrante, recordo-me melancolicamente da lagoa da minha Foz do Arelho, quando em criança corria pelos intermináveis areais que refulgiam sob o cálido sol de Agosto. A sensação dos pés que se entranhavam na areia banhada pelo encanto da lagoa, ainda hoje a sinto, acompanhada pela da leve carícia solar sobre a minha pele imberbe. Neste momento, essas memórias parecem-me tão idílicas que chego a pensar que nada mais se passou do que um vívido sonho.
Cheguei há seis meses, trazido por um voo carregado de esperanças, ia conseguir aqui o que me fora negado no meu País. Agora sou enfermeiro no Hospital Hunton, valorizam o meu trabalho, ganho três vezes mais, já comprei carro e amealho para uma casa, mas… não sou feliz! As pessoas aqui são como o tempo, passam-se semanas sem que veja um sorriso sincero, todavia, todos os dias se esboçam os sobranceiros e altivos. Ainda não me adaptei a esta sociedade demasiado correcta para dar uma gargalhada que ecoe com alegria contagiante.
Este apartamento é o meu refúgio, para onde venho (tal como um animal acossado) depois de trabalhar. Faz-me falta a camaradagem da minha terra, se víssemos alguém mais cabisbaixo, mesmo não o conhecendo, bradávamos um «Bom Dia» mais vigoroso e logo o rosto se iluminava; fazem-me falta as madrugadas de convívio com os amigos no bar do Henrique, as competitivas bilharadas com o Zé, os desafios avinhados com o Lucas, as coléricas discussões futebolísticas com o benfiquista Hugo e o póquer a cêntimos com a malta; faz-me falta o amparo da minha família, os conselhos do meu pai, os avisos da minha mãe e a cara enrugada da minha avó que se despediu de mim com os olhos humedecidos; faz-me falta a comida portuguesa, o sabor intenso do caldo verde, o aroma sedutor da feijoada à transmontana e a doce cremosidade do pastel de nata; mas acima de tudo, sinto a falta do olhar concupiscente da Rita, dos seus longos cabelos de oiro que ondulavam sobre os ombros, da sua pele suave que estremecia ao meu toque e do seu delicioso sorriso que formava duas covinhas nas bochechas. Ela assegurou-me que esperaria por mim, não esperou! Foi viver para Lisboa e nunca mais deu notícias. Não a censuro, eu também não esperei, no meu segundo mês conheci a Charlotte – uma médica estagiária que se apaixonou pelo meu ar latino.
A sedução aqui é muito diferente, durante dois dias pavoneou-se dengosamente diante de mim, ao terceiro declarou inesperadamente a sua atracção. Eu, rapaz habituado ao subliminar jogo das portuguesas fiquei momentaneamente perplexo e apesar de adorar essa arte celebrizada por Casanova, tenho de admitir que neste aspecto os ingleses estão muito avançados... Juntamo-nos e pensamos casar, ela é de uma sublime beleza nórdica, de olhar celeste onde povoa a minha vaidade, a lubricidade do seu corpo de tez leitosa, enfeitiçou-me, tal como as ninfas de Camões o fizeram aos marinheiros de tempos idos e sempre que me segreda aos ouvidos juras de amor, reconforta-me. No entanto, em dias em que o cinzento das nuvens, dos passeios, dos prédios e das pessoas por mim trespassa, ela nota a melancolia que me invade e de tudo faz para me animar sem que nada resulte. Ela apelida esses dias de «lunares», contudo, eu bem sei que é a secular saudade que me evoca.
No outro fim-de-semana, confidenciei-lhe o meu desejo de ir à praia e ela sempre prestável logo me levou a uma aqui perto. O mar estava revolto e a atmosfera furiosamente toldada, soprava uma desconfortável nortada que me embargou a garganta de raiva.
Hoje acordei numa cama de hospital que um enfermeiro de feições latinas, estranhamente familiar, me disse tratar-se de Hunton. Bradei pela Charlotte para saber o que se passava, porém, ela foi distante e tratando-me por senhor explicou-me que já ali estava havia seis meses, em coma! Fiquei tão exasperado que a expulsei não querendo ouvir mais nada. Procurei a televisão num reflexo instintivo de alheamento, subitamente, por entre anúncios reparei na minha lagoa, era um feérico vídeo publicitário do turismo de Portugal, projectando imagens de paisagens deslumbrantes, pratos tradicionais de cores vivas, grupos de jovens em irmandade sincera e no final um sorriso delicioso de uma jovem de cabelos de oiro encarava-nos com uma concupiscência hipnótica. Aturdido e com mais perguntas do que respostas, relancei o olhar pelo quarto procurando segurança nas certezas, foi então que reparei no reflexo de um idoso que figurava no espelho à minha frente. Fiquei desconcertado, pois não havia mais ninguém para além de mim naquela divisão, pisquei maquinalmente as pálpebras, respirei profundamente contando até dez e cheguei a beliscar desesperadamente o braço, fiz tudo o que podia para me devolver à realidade. Só depois reparei na pulseira do hospital presa ao meu pulso, onde se lia: Nome – Ashton Sommerset Thompson. Idade – sessenta e sete anos. Nacionalidade – inglesa.
Oh meu Deus! Terá tudo sido um sonho?
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