Benefícios da cadeia g

Há inúmeros benefícios listados na literatura atribuídos à gestão integrada da cadeia de suprimentos. No entanto, antes de investir tempo, dinheiro e outros recursos em mudanças ou implementações que podem ser difíceis, a maioria dos gestores quer saber se os resultados compensam o esforço (FAWCETT et al., 2008). que sua utilização traz benefícios para a saúde humana, prevenindo enfermidades cardiovasculares, câncer de cólon, doenças imunológicas e favore-cendo o desenvolvimento cerebral e da retina.1-4 O ω-6 e o ω-3 são considerados precursores dos ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa (AGPICL): Ácido araquidônico (AA), ácido eicosa- AVALIAÇÃO DA CADEIA PRODUTIVA DA LARANJA [CITRUS SINENSIS (L.) OSBECK] NOS MUNICÍPIOS DE IRANDUBA, MANACAPURU, MANAUS E RIO PRETO DA EVA NO ESTADO DO AMAZONAS. OSMAR WELLINGTON ALMEIDA DE OLIVEIRA MACEDO Esta dissertação foi apresentada e julgada adequada para a obtenção do título de Mestre em Agricultura no Trópico Úmido. Inaugurado em 2010, o Neogrid Blog é mantido por verdadeiros apaixonados por tecnologia da informação, software e claro gestão da cadeia de suprimentos. Esse espaço propõe-se a refletir e discutir temas do cotidiano das empresas, analisar novas tendências, divulgar cases de sucesso e quem sabe gerar mais negócios entre nossos leitores! Quanto aos benefícios da implantação da GCS esperados por PMEs, Arend e Wisner (2005) citam que a cadeia de suprimentos pode ajudar essas organizações a superar as restrições Os benefícios da modularização nas org anizações podem ser em relação à funcionalidade dos produtos, desenvolvimento de produtos , produ ção, cadeia de fornecimento, Além do potencial para redução dos custos das empresas envolvidas na integração da cadeia de suprimentos (SCM), alguns autores (KAMPSTRA et al., 2006; MARTIN e GRBAC, 2003; SCHLOETZER, 2012) apontam para benefícios mercadológicos importantes como resultado desta integração, advindos da maior velocidade de resposta ao mercado, melhor nível de serviço ao cliente e maior capacidade de ... A velocidade de absorção dos triglicerídeos de cadeia média no intestino é semelhante a da glicose. Após esses ácidos graxos atingem a circulação portal e são transportados para o fígado ligados à albumina (WILLIAMS, 2002). A ligação da albumina aos AGCM é mais fraca do que aos AGCL. Benefícios dos Triglicerídeos de Cadeia Média ou MCT. Os triglicerídeos de cadeia média fornecem cerca de 10% menos calorias que os de cadeia longa, mas esta é apenas uma das vantagens dos MCT. Mais importante ainda, são os benefícios devido à sua rápida absorção. Ao longo desta gestão, as organizações participantes da cadeia de suprimentos esperam o desenvolvimento de seus produtos que poderiam se transformar em vantagem competitiva e desempenho. Simatupang e Sridharan (2008) afirmam que, em geral, a SCM contribui para ajustar a demanda e melhorar a lucratividade ao longo da cadeia de suprimentos.

Gestação Coletiva de Matrizes Suínas: tudo o que você precisa saber

2020.09.23 20:59 Vedovati_Pisos Gestação Coletiva de Matrizes Suínas: tudo o que você precisa saber

A gestação coletiva de matrizes suínas é um novo modelo que traz mais competitividade para a suinocultura nacional, proporciona qualidade de vida às porcas no período da prenhez e ainda faz vivê-las por mais tempo. É a gestação coletiva, que já tem sido adotada por produtores brasileiros, visando a atender os princípios de bem-estar animal e as tendências do mercado internacional.
Quando utilizada corretamente pelo criador de suínos, junto a outros elementos importantes como um pisos para baias suínas adequados, aumenta o conforto e bem-estar das matrizes. O que melhora a qualidade e eficiência da reprodução dos animais dentro da fazenda.

O que é bem-estar animal?

O bem-estar animal não é mais opcional, e sim uma exigência regulatória de mercado. Segundo Broom e Fraser (1986), o bem-estar (BEA) de um indivíduo é seu estado em relação às suas tentativas de adaptar-se ao seu ambiente.
Importante esclarecer e especificar o que é bem-estar, segundo Hanne Martine Strabursvik Bem estar é a “ciência que estuda o efeito do manejo e tratamento do animal e busca efetivas soluções para evitar sofrimento desnecessário, e também limitar perdas econômicas”.
Assim, podemos dizer que o Bem-Estar Animal (BEA) pode ser definido como:
O estado físico e mental de um animal em relação às condições em que vive e morre.
Um animal experimenta um bom grau de bem-estar se o animal estiver saudável, confortável, bem nutrido, seguro, não estiver sofrendo de estados desagradáveis, como dor, medo e angústia, e for capaz de expressar comportamentos que são importantes para seu estado físico e mental.
A gestação coletiva de suínos já é bastante conhecida em diversos países do mundo. E a eficiência de sua aplicação é validada por suinocultores de praticamente todos os cantos do mundo.
Neste conteúdo, você vai saber tudo sobre a gestação coletiva de suínos. O que ela é, como pode ser implementada, seu funcionamento e as vantagens e benefícios para os suinocultores que a praticam.

Gestação coletiva de suínos, o que ela é afinal de contas

A gestação coletiva de matrizes suínas é uma das mais novas adesões em boas práticas para melhorar a suinocultura.
Essa prática consiste na substituição da forma como as matrizes suínas são mantidas em confinamento durante o período de gestação. Ela se baseia na mudança de um modelo individual para um coletivo no confinamento das matrizes prenhas.
A prática dominante na suinocultura era que cada matriz suína em gestação fosse colocada em uma baia individual. Ela ficaria assim durante toda a gestação, até o nascimento dos leitões.
O sistema de celas de gestação para porcas ainda é o mais usado no Brasil, com fêmeas mantidas isoladas, privadas de interagir com o grupo, andar ou explorar o ambiente.
Desde cerca de 1970, essa foi a prática mais comum no setor, considerada praticamente uma unanimidade. E é bem verdade que o uso de baias individuais melhorou a produtividade das matrizes e a qualidade do ambiente em termos sanitários.
Porém, levar em conta o bem-estar animal é uma necessidade cada dia mais presente. E por isso, mais e mais criadores estão adotando a gestação coletiva. Que nada mais é que passar a colocar as matrizes suínas prenhas em baias coletivas.

Como funciona a gestação coletiva das matrizes suínas

No Brasil, a Embrapa, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e várias universidades pesquisaram esse novo sistema de produção e estão realizando vários seminários para disseminação da nova metodologia de produção de suínos.
Em sua base, trata-se de colocar os animais em período gestacional em um único alojamento coletivo. Não há uso de baias individuais previstos neste sistema uma vez que esteja completamente assimilado pelo criador de porcos.
O que significa, neste caso, que as matrizes ficam em alojamentos coletivos durante todo o seu período de gestação até o nascimento dos leitões.
Porém, também é possível fazer uso tanto das baias individuais como coletivas durante a gestação das matrizes. Por exemplo, as matrizes podem ser colocadas em baias individuais durante um período da gestação (geralmente 4 a 5 semanas iniciais), e no período restante elas podem ser colocadas em baias de gestação coletivas.
A principal finalidade do sistema de gestação coletiva é dar mais conforto e bem-estar as matrizes, melhorando a sua saúde. O que também estimula uma melhor qualidade da produção de leitões e, futuramente, da carne dos animais.

Como essa melhoria no conforto e bem-estar é alcançado por essa prática

As baias coletivas permitem que as matrizes suínas possam se expressar e se manifestar com naturalidade durante a gestação.
Esta prática visa permitir que as porcas possam caminhar, se espreguiçar, fuçar a terra e muito mais. Sem falar que os suínos são animais gregários, que gostam de formar grupos de convívio. O que é estimulado pela gestação coletiva em oposição a gestação em gaiolas ou baias individuais.
Enfim, nas baias coletivas é possível que as matrizes possam agir com mais naturalidade e liberdade. E isso gera menos estresse para o animal pois permite que elas caminhem (o que melhora a qualidade das articulações, músculos e ossos), permite que elas interajam com as companheiras. Isso torna o ambiente mais complexo e mais apropriado para elas.
Ou seja, o uso das baias coletivas dá as matrizes um ambiente mais livre e que — por permitir que o animal se mova livremente — gera mais conforto e bem-estar durante a gestação dos leitões.
Mas o aumento do conforto e bem-estar não é garantido apenas pelo uso das baias coletivas. E existem requisitos gerais para que essas baias promovam mais qualidade de vida as matrizes durante a gestação.

Requisitos de espaço nas baias coletivas

Ao colocar a gestação coletiva de matrizes suínas na prática é importante que o criador tome alguns cuidados com requisitos para as baias.
Um deles é a densidade por matriz suína dentro da cocheira de gestação coletiva. A densidade mínima necessária para garantir o espaço adequado para as matrizes é de 2,4m² por matriz.
Sem essa densidade de espaço por matriz, as porcas gestantes não conseguem se movimentar bem e se acomodar corretamente nas baias. E com isso, a gestação coletiva de matrizes suínas fica prejudicada, pois não há como gerar conforto e bem-estar para os animais em espaços apertados.
É preciso levar esse detalhe em conta sempre na hora de começar a trabalhar com a gestação coletiva.

A gestação coletiva aumenta a produtividade das matrizes

Quando se fala de gestação coletiva de matrizes suínas, existe um mito comum de que ela poderia causar aborto. A base para essa ideia é que as porcas poderiam se movimentar muito durante a gestação, bem como brigarem entre si.
E esses dois fatores, movimentação excessiva e brigas entre as porcas, podem prejudicar os fetos e levar a morte prematura dos leitões.
No entanto, estudos recentes feitos pela Embrapa, Mapa e a Associação Brasileira de Criadores comprovam que isso não é verdade.
A taxa de parição é maior entre porcas que passam boa parte ou toda sua gestação em baias coletivas. Em muitas das análises, os índices de nascimento foram superiores a 90%, o que é uma significativa melhora na produtividade da criação.
Vale ressaltar ainda que as brigas entre as matrizes geralmente ocorrem quando há problemas no manejo e observação do sistema. Por exemplo, quando a ração não é distribuída em quantidades suficientes para as matrizes, podem haver brigas pelo recurso entre os animais.
Outro fator que pode levar a brigas e ferimentos nos animais em gestação é uma densidade inadequada por animal nas baias coletivas.

Alguns dados importantes da gestação coletiva

Até 2026, JBS, BRF e Aurora devem adotar o uso de gestação coletiva em todo seu plantel
Segundo o médico veterinário Cleandro Pazinato, o sistema de alojamento de gêmeas de gestação coletiva é um modelo de produção que tem tido uma aderência cada vez maior.
Nos Estados Unidos praticamente 1/3 de suas matrizes já são alojadas em gestação coletiva, na Austrália chegando próximo de 100%, Nova Zelândia já com 100% e a União Europeia desde 2013 com 100% do seu plantel alojada em baias de gestação coletiva.
A JBS S.A. confirmou que irá trabalhar para que toda a sua cadeia de fornecimento de suínos seja adaptada ao sistema de gestação coletiva até 2025, abandonando totalmente o uso de celas de gestação

Desafios da gestação coletiva para suinocultores

A gestação coletiva de matrizes suínas é uma prática que está se popularizando no Brasil. E que vai continuar ganhando mais e mais espaço no cenário nacional da suinocultura por conta dos benefícios que trás a criação de porcas.
Mesmo assim, é bom salientar que a gestação coletiva também possui seus desafios. Tanto na implementação quanto no trabalho contínuo com este sistema em uma criação de matrizes.
Um desses desafios é que a gestação coletiva é um sistema que demanda maior atenção e qualidade de manejo e supervisão das matrizes. É o que aponta o pesquisador Osmar Dalla Costa, que faz parte da unidade de suínos e aves da Embrapa.

Custos e oportunidades da adoção do sistema

O sistema de gestão coletiva de matrizes suínas gera, em algumas vezes, certa apreensão dos suinocultores.
Essa apreensão não é relacionada a um possível medo sobre o resultado entregue. A mudança para a gestação coletiva tem respaldo internacional de países como os Estados Unidos e Europa. A preocupação dos suinocultores com estes sistemas recai sobre os custos iniciais de aplicação.
Dependendo do sistema, o suinocultor precisará alterar estruturalmente a granja. Aquisição de equipamentos, adoção de novas técnicas de manejo e mesmo o treinamento de colaboradores está previsto entre os custos de implementação da gestação coletiva.
Porém, o aumento de produtividade e a abertura a novos mercados consumidores (estes preocupados com a elevação na qualidade da carne que o bem-estar animal gera) tornam o investimento compensatório.

A importância de um piso de qualidade para as baias

O piso das baias é um dos elementos chave para a boa implementação de um sistema de gestação coletiva.
É importante que a baia das matrizes conte com pisos de qualidade e que sejam adequados para suínos. Afinal, pisos ruins para as baias podem ser um ponto que vai gerar estresse no animal, podendo assim prejudicar a prática da gestação coletiva.
Pisos de concreto são abrasivos, ou seja causa o desgaste dos cascos das matrizes, e isso, predispõe a porca a rachaduras e lesões nos cascos.
E não só isso, pisos inadequados também podem levar as porcas a sofrerem com a claudicação.
Ao colocar em prática a gestação em grupos de matrizes suínas, o criador deve garantir que as baias tenham um piso de borracha adequado.
Tanto para garantir que os animais possam se locomover com segurança, evitando escorregões, quanto diminuindo a ocorrência de problemas nos cascos.

A Vedovati Pisos é o lugar certo para os pisos das suas baias coletivas

A Vedovati Pisos é uma das principais referências nacionais quando o assunto é pisos de borracha para animais (bovinos, suínos e equinos). Com anos de experiência em diversos segmentos pisos e estrados de borracha, temos compromissos em garantir qualidade, eficiência e o melhor retorno para o suinocultor.
Pecuaristas criadores de diversas espécies, entre elas suinocultores, encontram em nossos pisos o conforto e segurança que seus animais precisam.
Você que está aderindo a gestação coletiva de matrizes suínas confira hoje mesmo o nosso catálogo de pisos para suínos.
Com certeza, o piso de borracha adequado que mais atende a necessidade de suas matrizes está lá.
Quero conferir os pisos para matrizes suínas em gestação de grupo agora mesmo
PS: Participou como colaborador deste artigo Thiago Bernardino de Almeida, DVM, MSc, PHD Candidate.

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/gestacao-coletiva/
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2020.09.23 18:22 Vedovati_Pisos [Piso academia 2019] Saiba como resolver problemas com vibrações, ruídos e reclamações de vizinhos na sua academia

Nos últimos anos as academias tem feito um movimento de maior aproximação física com seu público e clientes. Movimento esse feito ao se instalarem em edifícios, prédios comerciais e residenciais, shoppings centers ou mesmo sobre lojas.
Essa prática tem sido adotada mais por grandes redes de academias como a Body Tech, Smart Fit e Bio Ritmo. Mas academias pequenas e academias destinadas a modalidades específicas, como o treinamento funcional e Box de Crossfit, tem realizado o mesmo movimento.
No entanto, essa vantagem pode trazer problemas que causam transtornos para os vizinhos e para a própria academia.
Esses problemas são os ruídos, estampidos e vibrações gerados pela atividade da academia, principalmente pelos praticantes da modalidades de peso livre (levantamento de peso) e crossfit pois esses ruídos reverberam nas construções adjacentes. E que não podem ser resolvidos com o uso de qualquer piso de borracha.
Neste conteúdo, você vai entender mais sobre como ruídos, vibrações e outros efeitos de impacto na academia causam dores de cabeça. Tanto para os proprietários da academia, como para quem vive ou trabalha em edificações ao lado.
Além disso, você vai ver como o piso de borracha certo corrigiu esses problemas em uma das maiores redes de academia do Brasil.

Quais problemas são causados por ruídos e vibrações nas academias

Diversos tipos de sons comuns em uma academia de ginástica podem causar de diversas formas. Especialmente quando a academia está instalada em um lugar onde os ruídos, vibrações, etc, podem causar reclamações de vizinhos. Ou seja, quando está instalada em um prédio comercial ou residencial, edifício ou em cima de uma loja.
Infelizmente esse benefício, que possibilita que pessoas muito ocupadas possam fazer academia com mais facilidade, também gera transtornos.
Que incomodam quem fica nas instalações ligadas às paredes e piso-teto da academia, quanto geram problemas para os proprietários do negócio.
Entenda agora quais são esses problemas.

Perturbação do sossego com barulhos acima do permitido

O mais conhecido dos problemas que toda academia pode causar são os elevados barulhos e ruídos. Eles vêm tanto da música que permeia o ambiente da academia, quanto do uso dos aparelhos, equipamentos e principalmente da prática de peso livre e crossfit.
Quando uma academia está instalada em um prédio residencial por exemplo, esses ruídos podem alcançar apartamentos de vários andares superiores, incomodar e importunar os vizinhos da academia com os ruídos excessivos.
Quedas de anilhas, dumbbells pesados, halteres e barras com cargas de grande peso causam muito barulho, além de estampidos e vibrações.
Porém, os ruídos e o impacto causado pela queda desses equipamentos reverberam principalmente para os pavimentos superiores. Sejam elas apartamentos ou as salas comerciais de um prédio que ficam do outro lado de suas paredes e pisos.
Em muitos casos, principalmente quando a academia está em um andar intermediário do prédio, os ruídos e vibrações de impacto podem se propagar por vários andares e pisos.
E isso vai gerar incômodo e importunação aos moradores, que perdem seu sossego por conta do barulho. O mesmo vale para quem trabalha nas proximidades.
E isso pode dar até mesmo em cadeia para os donos de uma academia.
Pois ruídos em sons acima do permitido por lei, que de acordo com a NBR 10.151/2000 fica entre 50 (dia) a 55 decibéis (noite), podem se enquadrar como crime de perturbação de trabalho ou sossego alheios.
Conforme está previsto na Lei das Contravenções Penais em seu artigo 42.

Problemas na estrutura dos prédios e edifícios onde a academia está instalada

Primeiro de tudo, com pisos de borracha comuns, as vibrações de impacto dos equipamentos caindo no chão ainda reverberam para fora da academia. Pois pisos de borracha comuns (maciços) transmitem ainda muito impacto para o contrapiso.
Com o tempo e conforme a sua ocorrência, essas vibrações podem afetar a estrutura das paredes e tetos dos andares inferiores. Além disso, provocam fissuras nas paredes que podem levar a trincos e eventualmente rachaduras com a necessidade de reformas.
Quais as consequências desses problemas para a academia e sua vizinhança
Os ruídos, estampidos e vibrações de impacto de uma academia, seja a de uma rede ou pequena academia, pode gerar consequências sérias para os proprietários.
Uma delas, e também das mais comuns, são as reclamações dos moradores vizinhos e quem trabalha perto da academia. Seja nos apartamentos e salas comerciais que margeiam a academia, ou nos andares superiores e inferiores.
O que é algo justo, pois todo mundo tem direito a ter sossego em seu lar ou trabalho. E os barulhos acima do nível normal permitido por lei simplesmente impossibilitam esse sossego.
Muitas academias podem, quando não tentam ou não conseguem resolver esse problema, sofrer ações judiciais como esta. Que podem vir de moradores, empresas vizinhas e até mesmo de administradores do imóvel onde a academia está instalada.
Que com certeza vão gerar transtornos, aborrecimentos, custos com o processo judicial para a academia, bem como possíveis multas para o negócio.
E por fim, os proprietários da academia podem chegar a ser presos por conta de infração ao decreto de lei decreto-lei 3.688/1941. Conforme o que mostramos no tópico anterior sobre perturbação de sossego.
Com isso já dá pra ver o tamanho do problema e da dor de cabeça que pode ser gerada para uma academia que não investe em piso/estrado de borracha adequado e específico para atenuação de ruídos principalmente gerado na sala de peso livre.
Pouco importa o seu tamanho, se a academia é pequena e dedica-se a treinamento funcional, ou mesmo uma unidade de uma gigante rede do mercado fitness.
Como foi o caso de uma das empresas que recentemente passou esse tipo de problemas.

Mesmo redes gigantes de academia sofrem com esse tipo de problema

Como já mencionamos no começo deste conteúdo, não são apenas as academias pequenas que sofrem com erros de projetos e falta de planejamento na montagem de uma academia, principalmente se ela for instalada em prédios, depois tem que lidar com ruídos e vibrações.
Mesmo academias pertencentes a grandes redes do setor que normalmente contam com uma boa equipe de apoio também pode sofrer com esse tipo de problema. E também estão sujeitas às mesmas consequências que uma academia pequena, ou que se dedicada a treinos específicos, como o Box de Crossfit e Treinamento Funcional.
Esse foi o caso com algumas das academias da rede Smart Fit. Que é simplesmente o maior case de sucesso em redes de academias no Brasil e ocupa o 3º lugar entre as maiores do setor no mundo em número de unidades próprias.
Alguns anos atrás, a rede de academias Smart Fit passou por esse tipo de problemas em algumas unidades. Todas elas estabelecidas em edifícios (pisos superiores, sobre lojas), shoppings e prédios residenciais e comerciais.
Essas unidades tinham problemas constantes com ruídos, barulhos, vibrações e reclamações de vizinhos das academias.

Como a prática de levantar peso pode afetar a sua academia

A prática do levantamento de peso é muito comum entre os alunos de academias que buscam a hipertrofia como principal objetivo. Esses alunos costumam, para ganhar massa muscular, força e potência, levantar pesos regularmente.
Pois este é o exercício que desenvolve a força explosiva, além da agilidade, equilíbrio e outros benefícios.
O levantamento de peso é uma prática que possui inúmeros movimentos para o desenvolvimento da força em diferentes posições. Ela está presente na musculação, na ginástica funcional e até no popular crossfit. E deve estar associada a uma boa dieta alimentar para gerar bons resultados.
O único problema dessa prática, para as academias, é que muitas vezes os praticantes de levantamento de pesos soltam ou deixam cair as barras do alto. E como muitas vezes os pesos nas barras com anilhas passam de cem quilos, o impacto da queda é bem forte.
E são esses impactos que provocam os ruídos, barulhos e estampidos que tanto prejudicam os vizinhos da academia.
No caso da academia, mesmo tendo piso de borracha (piso emborrachado) instalado com um uma espessura de 15 milímetros era insuficiente para evitar a geração de ruídos, estampidos, vibrações e consequentemente sua propagação para fora da academia.
Que por tabela gerou incômodos e reclamações de vizinhos
E nesse ponto, a rede de academias precisou tomar medidas para resolver esses problemas.

Como a rede de academias Smart Fit resolveu este problema

Saiba agora como a rede de academias Smart Fit conseguiu solucionar seus problemas com ruídos, barulhos e vibrações.
Levantamento técnico do problema
Quando uma academia sofre reclamações dos vizinhos em relação a ruídos, barulhos e vibrações, a primeira ação a ser tomada é averiguar se as reclamações têm fundamento.
Para isso, a rede Smart Fit contratou para uma de suas unidades a Ruído Menor, uma empresa especializada em controle da poluição sonora.
O objetivo desta contratação foi o de fazer um levantamento dos níveis sonoros ambientais. No primeiro e segundo andar em relação ao som emitido pela sala de ginástica e no décimo terceiro andar em relação ao área de peso livre da academia. Ambos em apartamentos de moradores que reclamavam continuamente de barulhos e ruídos e perturbação do sossego.

Os tipos de fontes sonoras avaliadas foram o Sistema de Áudio Interno e a Queda de pesos.

Foram avaliados o potencial dos ruídos e vibrações interferirem nos ambientes vizinhos, tanto nos níveis acima quanto abaixo da academia. A investigação gerou um laudo técnico que apontou a necessidade de uma mudança nos pisos da academia e sistema de amortecimento de impactos na sala de peso livre.
O engenheiro, especialista em acústica, responsável pelo estudo indicou a instalação de novos pisos emborrachados na academia. Mais precisamente, o piso emborrachado EBV-30 da Vedovati Pisos.
PS: se você deseja saber tudo sobre a norma (NBR) 10.151/2000, que trata exatamente das normas para ruídos, barulhos e vibrações em ambientes, acesse aqui.

Instalação do EBV-30 e resolução do problema de ruídos, barulhos e vibrações

Após as indicações do engenheiro especialista em acústica, a unidade da rede de academias Smart Fit fez a instalação do novo piso emborrachado.
Na ocasião, foi instalado o piso de borracha EBV-30 Estrado de Borracha Vedovati sobre o contrapiso e piso emborrachado que a academia já possuía sobre o EBV-30. A espessura do piso EBV-30 utilizada foi de 3 cm em toda a superfície que recebeu a cobertura adicional.
Os efeitos positivos dessa mudança na academia foram notáveis já nos primeiros dias. A academia que vinha lidando com problemas de reclamações experimentou uma forte redução nos ruídos e vibrações propagadas.
Com isso, cessaram-se as reclamações. O que deu um alívio para a academia e pôs fim às dores de cabeça da administração.

EBV-30 Estrado de Borracha Vedovati: o piso emborrachado exterminador de ruídos e vibrações nas academias

A Vedovati Pisos é uma companhia com mais de 20 anos no mercado disponibilizando pisos emborrachados de alta qualidade para diversos segmentos.
Dentre estes, o setor de academias, onde temos diversas soluções para o amortecimento de impactos e melhora dos treinos.
Um deles é o Estrado de Borracha Vedovati EBV-30.

Entenda mais sobre como o EBV – 30 elimina as vibrações e ruídos

POR QUE O ESTRADO DE BORRACHA VEDOVATI EBV-30 RESOLVE O PROBLEMA DE RUÍDO, BARULHO E VIBRAÇÕES DA SUA ACADEMIA
O Estrado de Borracha Vedovati, referência “EBV-30”, é um piso de borracha projetado e desenvolvido para suportar grande capacidade carga e altos impactos.
Na face inferior possui elementos estruturais tipo “vigas”, “colunas” e “pés” a cada 50 milímetros para dar sustentação horizontal do piso e evitar a transferência de impactos (recebidos) ao contrapiso e danos nos mesmos

DADOS TÉCNICOS

Dimensão : 1,00 x 1,00 m,
Espessura : 10 mm (parte maciça),
Altura : “vigas/colunas”: 10 mm,
Altura pés : 10 mm (pinos),
Altura total : 30 mm,
Peso :16.500 Kg (média),
Cor : preta
Capacidade de carga : 10 Toneladas por metro quadrado (m²)
Produzido : Confeccionado com borracha SBR, regenerada, pó de pneus. Tudo isso, pensando na durabilidade, resistência, ação antiderrapante e o melhor retorno para seu investimento.
Com certeza absoluta não existe no mercado piso/estrado de borracha com essas características, vantagens e benefícios, capaz de resolver o seu problema de transferência de impactos da sala de peso livre para o contrapiso.

Como o piso de borracha EBV-30 pode ser utilizado nas academias

O piso emborrachado EBV-30 pode ser instalado de duas formas numa academia/sala de peso livre.
Se você estiver montando uma academia, deve é instalar o piso emborrachado EBV-30 diretamente no contrapiso, uma placa do lado da outra. Não precisa colar, apenas necessita de uma contenção nas laterais (que pode ser a própria parede) ou rampas de borracha para travamento.
Se você já tiver uma academia e que já tenha um piso de borracha que ainda assim esteja transmitindo impactos e causando ruídos e incômodos aos vizinhos, instale o EBV-30 no contrapiso e sobre ele coloque o seu piso de borracha. Nesse caso, busca-se reforçar o efeito anti-impacto no piso da academia e você não perde o piso de borracha que tem
Os “pés” existentes em formas de pinos no EBV-30 foram projetados para suportar impactos pesados no estrado de borracha , absorvê-los e evitar a propagação de ruídos, barulhos e vibrações.
O EBV-30 tem sido a principal solução para donos de academia eliminarem ruídos, vibrações e reclamações de vizinhos. Constantemente recebemos depoimentos de clientes satisfeitos, como o Ayrton Passaroti Dias de Oliveira.
Ayrton é gestor da Academia Smart Fit 2, na Consolação em São Paulo capital, e nos conta sua experiência com o EBV-30:
“A instalação do estrado de borracha Vedovati na Academia Smart Fit unidade Consolação 2. Ficou muito bom, muito bom mesmo, o barulho parou, não tem mais barulho, a vizinha que reclamava também já veio falar que parou e que não escuta mais nada!”
Faça como a Smart Fit e resolva seus problemas de ruído e vibrações com o EBV- Estrado de Borracha Vedovati

Agora você sabe como a Smart Fit resolveu seus problemas. E também sabe porquê o EBV – Estrado de Borracha Vedovati é o melhor piso para quem deseja evitar problemas com ruídos e vibrações na sua academia.
Agora, você só tem dois caminhos a seguir.
Continuar sofrendo com problemas de ruídos e vibrações na academia, ou fazer como a Smart Fit e investir no piso/estrado de borracha que resolve seus problemas.
A Vedovati tem eficácia comprovada pelo mercado desde 1997. A garantia contra eventuais defeitos de fabricação e ou de matéria prima é de 3 anos.
Entretanto, no caso de você instalar o estrado de borracha e por algum motivo não resolver o problema, em até 30 dias, pode devolver que a Vedovati Pisos devolve o valor do produto pago. Sua satisfação é o que importa.
Você não precisa ficar inseguro e ou com medo de investir o seu dinheiro.
E então, pronto para se juntar a mais de 500 academias espalhadas pelo Brasil. E desse modo se livrar para sempre de problemas com ruídos e vibrações?
Ótimo, para saber todos os detalhes para ter o EBV – Estrado de Borracha Vedovati na sua academia é só clicar no link abaixo e pedir seu orçamento.
➥ Quero ter uma academia sem problemas de ruídos e vibrações como a Smart Fit com o piso EBV da Vedovati

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/piso-academia-saiba-como-resolver-problemas-com-ruidos-e-vibracoes/
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2020.07.23 14:50 Lost_Smoking_Snake Ajuntei estas informações sobre a Aclamação da Maioridade de Dom Pedro II do livro do Paulo Rezzutti na biografia do Imperador

A fala do trono durante o período regencial era gfeito pelos regentes.

7 de maio de 1840
Aureliano Countinho, redator de comissão formada pelos deputados Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva(irmão de José Bonifácio), e por Francisco Agê Acaiaba de Montezuma, apresentou uma proposta para a resposta da Assembleia à Fala do Trono de 1840.
Na proposta, a questão da maioridade de Dom Pedro II foi apresentada:
"A câmara, senhor, profundamente convencida da importância do consórcio das augustas princesa, sobre o qual tem V.M.I. grande interesse pela natureza e pela lei, - e vendo com prazer aproximar-se a maioridade de V.M.I., assegura a V.M.I. que se ocupará opurtunamente, com toda a solicitude, deste objeto, que o trono se dignou oferecer à consideração da assembleia geral."

12 de maio de 1840
O deputado Honório Hermeto Carneiro Leão pediu a retirada da frase: "sobre o qual tem V.M.I. grande interesse pela natureza e pela lei, e vendo com prazer aproximar-se a maiorirdade de V.M.I."

13 de maio de 1840
O senador Holanda Cavalcanti discursou falando sobre as dificuldades do estado em que se achavam(regencial)
"[...] quando veho que este estado excepcional nunca poderá trazer estabilidade e prosperidade para o país; quando por outra parte, percebo a grande conveniência que há de se tornar à medida que tenho de prospor, sendo notório que o nosso augusto imperador se acha presentemente muito desenvolvido em suas faculdades; e, permita-se me dizê-lo, quando antevejo o prazer que todos terão de que se entregue ao augusto órfão o tesouro que a Providência e o voto unânime dos povos lhe tem destinado; à vista destas considerações, não hesito em julgar eminentemente conveniente dispersar-se um artigo que não é constitucional. E quanto porém à circunstância da opurtunidade, confesso que tenho duvidado se já é chegada; mas já expus ao senado os motivos que me precipitaram a apresentar este pensamento [...]."
Holanda apresentou dois projetos de lei:
Um era sobre a criação de um Conselho Privado da Coroa, porque o antigo Conselho de Estado foi posto abaixo pelos liberais.
O outro era sobre a maioridade de Dom Pedro II
"A asembleia geral legislativa decreta:
Art. único: O senhor Dom Pedro II, imperador constitucional e defensor perpétuo do Brasil, é declarado maior desde já.
Paço do Senado, 13 de maio de 1840"
Além de Holanda, o projeto já vinha assinado por mais seis senadores:
José Martiniano de Alencar,
Francisco de Paula Cavalcanti de Alburquerque,
José Bento Leite Ferreira de Melo,
Antônio Pedro da Costa Ferreira,
Manuel Inácio de Melo e Sousa.
Esta lei foi votada e perdeu por uma diferença de 2 votos.

13 de maio - 21 de julho de 1840.
O projeto é discutido tannto no Senado tanto na Câmara.

21 a 22 de Julho de 1840
Ribeiro de Andrada apresenta projeto de lei que declara:
" O senhor Dom Pedro II maior desde já."
O projeto foi discutido em urgência e em pauta no plenário no dia seguinte.
O presidente da câmara iria submeter o projeto à votação, alguns deputados pediram a palavra. Quando o último deputado se pronunciou, um decreto do governo chegou que informava que a Assembleia Geral fora adiada para o dia 20 de dezembro.
Este decreto foi tomado devido à uma reclamação do ministério. Os ministros diziam ser necesário tranquilizar a Câmara dos Deputados para que pudesse haver uma meditação a respeito da declaração de maioridade.
Esta medida foi tomada como uma tentativa do ministério e do regente de se manter no poder.
A câmara tomou tal medida como um golpe e traição por parte do governo.
Vivas a Dom Pedro II foram dadas.
Antônio Carlos Ribeiro de Andrada se pronunciou:
"Declaro que não reconheço legal este ato do governo; o regente é um usurpador desde o dia 11 de março(data na qual a princesa Januária completou 18 anos e poderia assumir a regência). É um traidor! É um infame o atual ministério! Quero que estas palavras fiquem gravadas como protesto."
O tumulto era presente em todas as pessoas. Gritos de ordem, deputados falando ao mesmo tempo, o povo nas galeiras também gritando.
Antônio Carlos então disse:
"Quem é patriota e brasileiro, comigo para o Senado. Abandonemos esta Câmara Prostituída"
No dia 22 de julho, a maioria dos deputados saíram da Câmara. Alunos da Escola Militar membros da Gurda Nacional seguiram Antônio.
Ao todo foram 3 mil pessoas.
Tomaram as galerias do senado e quem não conseguiu entrar ocupou a atual Praça da República.
A Câmara e o Senado entraram em sessão permanente e foi decidido enviara uma delegação para São Cirstóvão para conversar com Dom Pedro II. Essa comissão iria conversar com Dom Pedro II e lhe pedir que tomasse o poder.
A comissão chegou ao Palácio de São Cristóvão.
O mordomo do Paço, Paulo Barbosa recebeu a comissão.
Antônio Carlos então leu para Dom Pedro II a mensagem do congresso que pedia a ele que salvasse o trono e a nação, e que entrasse desde já no exercício de suas atribuições.
O regente Araújo Lima seguiu para a Quinta da Boa Vista, onde justificou a sua decisão de adiara a reunião do Congresso para novembro pois queria que Dom Pedro II fosse aclamado em 2 de dezembro no aniversário de 15 anos.
Antônio Carlos então supostamente ouviu o "Quero Já" de Dom Pedro II e levou o pedido ao Congresso. Este Quero Já passava a ideia de uma vontade forte de se tonrar imperador, mas como o Próprio Pedro II deixou claro em uma cópia sua, sobre a biografia de Francisco José Furtado que fora presidente do Conselho de Ministros e também Ministro da Justiça, "Se não fosse aconselhado por diversas pessoas que me cercavam, eu teria dito que não queria(ser Imperador)".
Futuramente, Dom Pedro II contaria como foi a comissão.
Ele ouvira a comissão e escutou o regente, e logo se reuniu em particular com seu tutor, Manuel Inácio de Andrade que foi conhecido como Marquês de Itanhaém, e também com seu aio, o Freio Pedro. Só então, Dom Pedro II voltou ao salão que estava e respondeu "Sim!"
Então, o regente disse que o juramento seria depois de quatro dias, em um domingo.
Antônio Carlos se alarmou de medo que algo acontecesse durante estes quatro dias e decidiu que tinha de ser logo. Então perguntou ao Imperador se queria já. Ao qual Dom Pedro II disse "Já!".
Na noite deste dia, a população iluminou a cidade por decisão própria.

23 de julho de 1840
A população do Rio se dirigiu ao Campo da Aclamação.
A Guarda Nacional e os cadetes da Escola Militar já se achavam no local, que passaram a noite no Senado.
As dez horas, 8 mil pessoas estavam no local.
Proclamação feita pela Assembleia:
Proclamação da Assembleia Geral ao povo sobre a maioridade:
Brasileiros!
A Assembleia Geral Legislativa do Brasil, reconhecendo o feliz desenvolvimento intelectual de S.M.I. o Senhor D. Pedro II, com que a Divina Providência favoreceu o Império de Santa Cruz;
reconhecendo igualmente os males inerentes a governos excepcionais, e presenciando o desejo unânime do povo desta capital;
convencida de que com este desejo está de acordo o de todo o Império, para conferir-se ao mesmo Augusto Senhor o exercício dos poderes que, pela Constituição lhe competem, houve por bem, por tão ponderosos motivos, declará-lo em maioridade, para o efeito de entrar imediatamente no pleno exercício desses poderes, como Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil.
Brasileiros! Estão convertidas em realidades as esperanças da Nação; uma nova era apontou; seja ela de união e prosperidade. Sejamos nós dignos de tão grandioso benefício.
O marquês de Paranaguá, presidindo a Assembleia, declarou a fórmula aprovada pelos deputados e senadores:
"Eu, como órgão da representação nacional, em assembleia geral, declaro desde já maior a S.M.I., o senhor Dom Pedro II, e no pleno exercício de seus direitos constitucionais. Viva a maioridade de S.M. o senhor Dom Pedro II! Viva o senhor Dom Pedro II, imperador constitucional e defensor perpétuo do Brasil! Viva o senhor Dom Pedro II"
Todos na sala corresponderam com entusiasmo os vivas.
A tarde, saiu de São Cristóvão o cortejo de Dom Pedro II que vinha sendo aclamado pelo povo nas ruas.
Os diplomatas estrangeiros chegaram ao Senado para assistirem à cerimônia de Juramento.
Os coches(carruagem) vinha assim:
Primeiro. mordomo Paulo Barbosa e frei Pedro.
Segundo, camaristas.
Terceiro, as princesas.
No quarto vinha o tutor, Marquês de Itanhaém, junto ao Imperador. Esta carruagem havia chegado de Londres recentemente. Era toda guarnecida de Prata. Ela vinha sendo escoltada por vários militares de alta patente.
As princesas foram recebidas por deputados.
Quando Dom Pedro II desembarcou, houve uma trovada de vivas e gritos entusiasmados que não pararam. Dom Pedro foi cercado por um cidadão que dirigiu ao monarca uma felicitação ao qual o monarca aceitou. Dom Pedro foi conduzido ao trono pelo marquês de Paranguá e secretárops da mesa.
O secretário do Senado leu a fórmula do Juramento e Dom Pedro II s pôs de joelhos, repetiu com voz firme e distinta:
"Juro manter a religião Católica, Apostólica, Romana, a integridade e a indivisibilidade do Império, observar e fazer observar a Constituição política da Nação Brasileira e mais leis do Império, e prover o bem geral do Brasil enquanto em mim couber."
Paranaguá rompeu vivas que foi seguido pelos membros da Assembleia.

A suposta conspitação da Maioridade.

De acordo com muitos, o próprio Imperador esteve por trás da declaração.
Muitos afirmam que nada fora feito sem a aprovação de Dom Pedro II. Isto, por que seria arriscado para os políticos se envolverem com um golpe contra a constituição do Brasil sem o apoio do monarca.
O que aconteceria se Dom Pedro II não aprovasse a tomada de poder?
Várias testemunhas afirmar que o imperador participou de todo o processo.
Barão Daiser, embaixador do Império Austríaco(a Austria-Hungria foi formada somente em 1867), informou ao chanceler da Aústria em 20 de maio que o após o Senador Holanda Cavalcanti apresentar a proposta da maioridade no Senado, ele teria sido convidado para o Palácio de São Cristóvão para explicar ao imperador como a proposta ajudaria na pacificação da provincia.
De acordo com Daiser, Dom Pedro II não teve nehum esforço para conter a alegria.
Ainda de acordo com o austríaco, o regente Araújo Lima se reuniu com o Imperador para perguntar se ele queria governar, ao que Dom Pedro II não responderia.
O deputado Honório Hermeto Carneiro Leão, foi à São Cristóvão para conversar com o Imperador, lhe dizendo:
"Senhor Acha-se pois em tanto risco a paz do Império como a causa da monarquia. Só há um braço, que a ambos possa salvar - é o de vossa majestade. Antevemos desde já um porvir de venturas, confiados a tão alta sabedoria."
Dom Pedro II respondeu:
"Pois será certo que em pouco mais de 14 anos de idade possa haver sabedoria?"
Mas como pode ser visto, é muito improvável que o jovem monarca fosse conseguir ludibriar o regente, os ministros e políticos. Dom Pedro II sempre negou qualquer participação na aclamação.
Há uma grande possibilidade de que estes políticos inventaram a participação dele para procurar uma garantia de se mostrarem "humildes", uma afirmação vinda de cima da cadeia hierárquica.
A outra possibildidade, é de que Dom Pedro II simplesmente não quis aparecer como o homem que deu autorização para a realização de um golpe contra a Constituição.

FIM
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O que é o Anadrole?

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2020.04.10 12:44 sairjean Os Quatro Erros Que Estão Levando ao “Relaxamento do Isolamento”

“É fácil persuadir o povo de algo, difícil é manter essa persuasão.” ― Niccolò dei Machiavelli
Temos visto nos últimos dias as pessoas relaxarem a observância das medidas de isolamento social nos estados e municípios onde foi implantado. Era mais do que previsível, dada a maneira titubeante com que foi implantado.
Deixemos de lado, por hora, a atuação do Presidente da República, que a maioria dos brasileiros acredita que “mais atrapalha que ajuda”, segundo recente pesquisa do Datafolha, e nos concentremos somente no que o Ministério da Saúde e os governos estaduais e distrital e as prefeituras municipais têm feito.
O timing da adoção do isolamento social foi tempestivo, na avaliação de vários especialistas, embora tenha sido já muito perto da subida acelerada da curva de contágio, deixando aos governos e à população pouca margem temporal de manobra. No momento em que os governadores e prefeitos decidiram agir, já de meados para o fim de março, não havia mais tempo para errar. E eles erraram, humanos que são. E insistem nos erros, arriscando emular outra proverbial espécie animal.
(Pode parecer injusto apontar erros dos governadores e prefeitos diante das, digamos, atitudes do presidente. Mas ele é um “ponto fora da curva”, que não deve servir de parâmetro.)
Primeiro erro: quiseram implantar as medidas de distanciamento ou isolamento social gradualmente, talvez para não dar uma parada brusca na atividade econômica, e para convencer e condicionar os cidadãos aos poucos. E também para eles próprios, os governantes, poderem aprender, na tentativa e erro, as mais eficazes estratégias de isolamento, posto que ninguém tinha fórmulas prontas, e o que funcionou em outros países nem sempre é diretamente transponível à realidade brasileira.
Para que pudesse ser assim, porém, as medidas restritivas teriam que ter começado logo depois do Carnaval, aproveitando a ressaca da primeira e última festa popular que tivemos e teremos este ano, quando todo mundo quer mais é ficar dentro de casa mesmo, e não tem a menor vontade de sair pra estudar ou trabalhar. Mas, já no último terço do mês de março, as medidas tomadas teriam que já ser mais duras que foram ― e que ainda não estão sendo agora, no final do primeiro terço de abril.
Por exemplo, de início, e até hoje em muitos lugares, restaurantes podiam servir às mesas, desde que em menor lotação, deixando metade ou mais das mesas vazias. Ora, se um salão meio vazio reduz as chances de transmissão da doença, um salão totalmente vazio zera as chances de transmissão. Atendimento “para viagem” ou entrega em casa deveriam ter sido as únicas formas permitidas desde o início, sem consumo local.
Outra coisa: recomendava‐se às pessoas sair de casa somente “em caso de necessidade”, como fazer compras de supermercado e de farmácia, mas também correr na orla, se exercitar no parque, e até passear com o cachorro! (Vai explicar isso pra uma autoridade de saúde chinesa ou sul‐coreana…) Agora, estão tendo que cercar as mesmas praças, parques e calçadões que disseram que as pessoas podiam continuar frequentando. A ordem (não apenas “recomendação”) desde o início devia ter sido sair de casa apenas em caso de extrema necessidade, entendida como algo que, se deixar de ser feito, pode ocasionar a morte de alguém! Comprar comida e remédios é extrema necessidade; correr na orla e passear com o cachorro, não.
“Ah, mas as pessoas podiam se exercitar ao ar livre, desde que evitassem aglomerações.” Mas o que é uma aglomeração? Dez pessoas num espaço fechado de 20 m² de área é uma aglomeração? E cinco pessoas? E se for em 30 m²? E se for num espaço aberto? E se for “só rapidinho”?…
Aí está o segundo erro: confiar demais no bom senso e no discernimento das pessoas para avaliar situações críticas para a eficácia do isolamento. Não é que a maioria das pessoas não tenha bom senso nem discernimento (uma parcela delas não tem mesmo); mas sim que é muito difícil abandonar velhos hábitos e adotar novos. Especialmente quando os novos hábitos são desagradáveis, contrariam nossos desejos, exigem esforço e disciplina, põem à prova nossa força de vontade e, pior ainda, se nos são impostos por alguma autoridade. Que o digam todos que já tentaram fazer dieta pra emagrecer ou iniciar a prática de atividades fisicas, sobretudo se foi por recomendação médica! Nós sempre tendemos, inconscientemente até, a buscar maneiras de burlar as imposições que nos foram feitas.
Assim é que os julgamentos inerentemente subjetivos que as pessoas fazem do que seja uma “aglomeração” são inescapavelmente enviezados: tendem a ser mais próximos do que é mais conveniente e confortável para elas, e o mais próximo possível dos seus antigos hábitos, e não do que as autoriddes de saúde consideram aceitável para minimizar a transmissão do vírus. Confie no “bom senso” dos frequentadores do parque e o parque ficará cheio; confie no “discernimento” do dono do mercado e o mercado ficará lotado; deixe para o gerente do banco decidir o tamanho “razoável” das filas junto aos caixas e as filas serão enormes. E deixe para as próprias pessoas nas filas das agências e dos supermercados avaliar a distância que precisam manter umas das outras, e elas ficarão muito próximas ― neste caso, por causa da ilusão de que, quanto mais perro elas estejam do início da fila, mais rápido vão ser atendidas.
Não! Pelo menos no início do processo de condicionamento, a disciplina tem que ser imposta e cobrada com rigor. Desvios devem ser corrigidos e punidos energicamente. Como só agora alguns governadores e prefeitos estão pensando em fazer ― e, mesmo assim só a partir da semana que vem…
Terceiro erro: dar às pessoas a ilusão de que o sacrifiício não será tão grande quanto se sabe que de fato será. Já na primeira entrevista coletiva que deu, o ministro da Saúde declarou que o pico da epidemia, fosse este de uma “montanha” ou uma “colina”, se daria entre o final de abril e o início de maio. Então, não precisa ser nenhum expert em epidemiologia pra deduzir que se o período de distanciamento ou isolamento social vai começar mais de um mês antes do pico, e sendo as curvas dos modelos epidemiológicos simétricas, o término desse período de isolamento deverá ser também mais de um mês depois desse pico. Quer dizer, se as medidas começaram em meados de março, elas terão que perdurar até meados de junho, para atingir o objetivo primário de “achatar a curva” ― e também o secundário, que não se fala muito, de “aplainar a curva” da segunda onda epidêmica que inevitavelmente virá quando as medidas de restrição forem relaxadas.
Então, por que os governadores e prefeitos já não decretaram, desde o início, que o isolamento vai ter que durar pelo menos três meses para ser efetivo? Por que ficam nessa lenga‐lenga de “quinze dias, e depois reavaliamos” a necessidade de continuar ou não com o isolamento? Para não “assustar” ou “desanimar” a população? Isso só faz as pessoas terem a expectativa de que vão ter que aguentar “só mais duas semanas”, e a cada prorrogação do prazo ficarem mais frustradas e impacientes, desacreditadas mesmo da eficácia das medidas. Afinal, se a cada duas semanas elas são continuadas, ficam cada vez mais rigorosas, e ainda assim o número de casos e mortes só aumenta, é porque não está dando certo!
(Dizer que a quantidade de mortes “seria muito maior” sem o isolamento é uma coisa muito vaga e abstrata; a variação nas quantidades de casos e de mortes de uma semana pra outra oferece um parâmetro muito mais objetivo, ainda que, por si só, enganoso, pras pessoas avaliarem a aparente eficácia das medidas de contenção adotadas. E esse parâmetro vai dar aparentar um índice mais de fracasso que de sucesso até que se chegue do “outro lado” do pico da curva.)
Esses três primeiros erros, na verdade, são variações de um mesmo equívoco maior: violar uma das mais conhecidas regras de política real do velho Niccolò:
“Faça de uma vez só todo o mal, mas o bem faça aos poucos.”
No caso em questão, implante logo de início duras regras de restrição à circulação de pessoas. Depois, quando for seguro, vá relaxando bem devagar. Coincidência ou não, é como fizeram (primeiro o “mal”) e estão fazendo (agora o “bem”) a China e a Coréia do Sul. E não estou dizendo que se devia ter feito aqui exatamente igual ao que se fez lá. Mas que os gestores devem ter coragem de fazer o que deve ser feito quando ainda pode ser feito.
“Não, você não poderá passear com seu cachorro. Não vai poder passear nem sozinho, aliás. Se insisitr, será multado em 1000 reais. Se desacatar o guarda, será preso. Você escolhe se prefere cumprir o isolamento na sua casa ou na cadeia.”
“Restaurantes, lanchonetes e padarias só vão poder atender pra viagem ou por delivery. Quem atender para consumo no local ficará duas semanas de portas fechadas. Se reincidir, perderá o alvará de funcionamento.”
“O decreto de isolamento social vai durar pelo menos até 15 de junho. Se der tudo certo, no início de junho a gente começa a abrandar o isolamento. O quê?… Se não for suficiente, a gente prolonga, ora!”
Medidas assim precisavam ter sido anunciadas no primeiro dia. Como não foram, têm que ser ditas hoje. Senão, “na terça que vem”, medidas muito piores terão que ser anunciadas.
Mas ainda tem ainda outro problema, que não é tanto dos governantes, mas mais das autoridades de saúde…
Quarto erro: números enganosos, que fazem parecer que o problema é menor do que na realidade é, que o perigo está mais distante do que na realidade está. Sabemos que, por vários motivos ― subnotificação, testagem insuficiente, atraso nos resultados dos testes, tempos de incubação do vírus, de aparecimento dos sintomas, de agravamento dos sintomas ― nós não só estamos vendo a “ponta do iceberg” como estamos olhando pra ele com o binóculo ao contrário! (Pra quem nunca olhou num binóculo ou luneta, se você olhar pelas lentes pequenas, apropriadamente chamadas de “oculares”, o objeto visto parecerá mais próximo; se você virar o instrumento ao contrário e olhar pelas lentes maiores, chamadas “objetivas”, o objeto visto parecerá mais distante.)
E não basta simplesmente os especialistas ouvidos todos os dias nos noticiários alertarem para o fato de que, devido aos problemas supracitados, a quantidade de infectados “deve ser maior” (já ouvi alguns falarem que “pode ser maior”) que o número de casos confirmados da doença. Novamente, isso fica muito vago. “Maior quanto?”, as pessoas se perguntam. E, ao imaginar a resposta, pensam sempre algo como “10% maior? 50% maior?”.
É que as pessoas em geral têm dificuldade de entender o conceito de ordem de grandeza. O mais recente e talvez mais confiável estudo cientifico sobre isso (postarei o link depois) estima que, no Brasil, pouco menos de 1% dos prováveis infectados são detectados. Isso quer dizer que o número de infectados é 100 vezes maior ― duas ordens de grandeza ― que o de casos confirmados!
E não são só pessoas com baixa instrução que têm dificuldade de entender isso. Quando eu falei desse estudo pra um amigo com grau superior de escolaridade, ele me disse, com base no número de casos confirmados ontem, 09/04, que foi 17.857, que então seriam “180 mil aproximadamente‘’ os infectados. No que eu repliquei, “É pra multiplicar por 100, não por 10.” E ele soltou um palavrão quando deduziu o número provável de perto de 1.800.000 infectados no Brasil enquanto escrevo estas intermináveis linhas. Não foi um erro de matemática dele, óbvio, mas uma resistência psicológica de encarar um cenário muito mais terrível do que ele acreditava ser. (A mesma resistência, que, estou certo, está na sua mente, leitor, neste exato momento, gritando pra você “Não, isso é um exagero, não pode ser tudo isso!”)
Este é o número que tem que ser anunciado com destaque nos telejornais: o número provável de infectados estimado por algum método razoável, nem que seja baseado em “palpites bem informados” (educated guesses). Porque, por mais grosseiro e incerto que seja ― e, no estágio atual de (des)conhecimento sobre o coronavírus, não tem como não ser ―, ele ainda será muito mais próximo da realidade que o ilusório “total de casos confirmados” que vemos pelo nosso binóculo ao contrário. Pelo menos enquanto não tivermos testado uma quantidade de pessoas que permita calcular, com métodos estatísticos confiáveis (aplicados em qualquer pesquisa de opinião ou de intenção de voto), quantos assintomáticos e paucissintomáticos há na população brasileira num dado momento.
“Ah, mas não tem como fazer esse cálculo.” Tem sim! Há pelo menos um mês que é possível fazer. Qualquer matemático que faça jus ao seu diploma ― de graduação ― é capaz de bolar um modelo baseado nos dados coletados na China e na Coréia do Sul (e, em breve, também na Alemanha), e fazendo a devida adaptação nos parâmetros para adequar à realidade brasileira, extrapolar um número que estará dentro de uma margem de erro ainda larga, mas dentro da qual é altamente improvável que o número de casos confirmados esteja. (Foi assim que os autores do estudo dos 1% fizeram, aliás, mas baseando‐se apenas nos números da China.) Para os objetivos de conhecer o real tamanho e a real distância de um iceberg, enxergar pelas oculares de um binóculo um tanto desfocado é melhor que olhar pelas objetivas de um perfeitamente ajustado.
Mas e qual seria a diferença, para o público, saber esse número estimado? Isso não vai confundi‐lo ainda mais? Não, vai esclarecê−lo mais! Porque hoje o morador da Rocinha lê no jornal que tem 11 casos confirmados numa comunidade de estimados 100 mil habitantes e pensa, “Ah, é muio pouca gente ainda!” Talvez ele leia a lista de nomes dessas pessoas e, muito provavelmente, não conhecerá nenhum. Qual a chance de qualquer um desses onze ter cruzado seu caminho no dia a dia, na ida e volta pro trabalho, ou na visita ao mercado? Não é nem preciso fazer conta pra estimar que é mínima, ínfima, praticamente nula. Conclusão: ainda dá pra encontrar os amigos no largo que dá acesso à principal subida do morro.
Mas se ele ouvir todo mundo nos jornais, na teve, na internet falando que esses 11 casos correspondem, provavelmente, a 1.100 infectados, a coisa muda completamente de figura! Já são pouco mais de 1% dos moradores. Quer dizer que, de cada cem pessoas, conhecidas ou não, que passam por ele todos os dias subindo e descendo as vielas da favela, uma já tem o coronavírus. Pode ser alguém que more no seu beco! Ou o mototaxista que o leva todo dia pro trabalho! Ou pode estar atrás dele na fila do supermercado!
Semelhantemente, numa cidade pequena, de 20 mil habitantes, enquanto não é anunciado o primeiro caso, as pessoas pensam que seu lugar ainda está “livre do vírus”. Tem prefeito de cidade do interior afrouxando as normas de fechamento do comércio e de restrição à circulação de pessoas baseando‐se justamente nessa falsa premissa. Mas se ele souber que quando o primeiro caso em sua cidade for confirmado provavelmente já haverá outros 99 ainda não notificados, e que, portanto, o vírus já pode estar circulando na sua cidade há vários dias, talvez já há semanas, e que a qualquer momento um deles vai dar entrada no único hospital da cidade e já de cara ocupar um dos dois leitos de UTI disponíveis, ele vai pensar 10 vezes antes de autorizar a reabertura do comércio!
Haverá, ainda, tempo de corrigir esses erros, antes da explosão de casos? Bom, certamente não vai se obter o mesmo benefício que se obteria se eles tivessem sido corrigidos há duas, três semanas. Muitas pessoas que não precisavam morrer vão morrer ― já estão morrendo ― porque os gestores públicos e as autoridades de saúde agiram conforme eu descrevi aqui. Mas muitas mais que não precisam morrer vão morrer se eles continuarem, se nós todos continuarmos, agindo da mesma maneira.
“Loucura é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes.”
(Não, esta não é de Maquiavel; nem de Einstein, como às vezes se atribui. É de um grande sábio desconhecido mesmo…)
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2020.04.02 01:03 capybaranaranja Como o mundo cuidará da pandemia de coronavírus A pandemia mudará o mundo para sempre: Pedimos a 12 principais pensadores globais suas previsões. Foreign Policy

*Esse post é o artigo completo da revista Foreign Policy, que serviu de inspiração essa análise em vídeo do Meteoro Brasil, "O Mundo Depois da Crise". (que serve como TL;DR)
Como a queda do Muro de Berlim ou o colapso do Lehman Brothers, a pandemia de coronavírus é um evento de abalar o mundo cujas conseqüências de longo alcance só podemos começar a imaginar hoje.
Isso é certo: assim como esta doença destruiu vidas, perturbou mercados e expôs a competência (ou a falta dela) dos governos, ela levará a mudanças permanentes no poder político e econômico de maneiras que se tornarão aparentes apenas mais tarde.
Para nos ajudar a entender o terreno mudando sob nossos pés à medida que a crise se desenrola, a Política Externa pediu a 12 principais pensadores de todo o mundo que avaliassem suas previsões para a ordem global após a pandemia.
Um mundo menos aberto, próspero e livre
de Stephen M. Walt
A pandemia fortalecerá o estado e reforçará o nacionalismo. Governos de todos os tipos adotarão medidas emergenciais para administrar a crise, e muitos relutarão em renunciar a esses novos poderes quando a crise terminar.
O COVID-19 também acelerará a mudança de poder e influência do Ocidente para o Oriente. A Coréia do Sul e Cingapura responderam melhor e a China reagiu bem após seus erros iniciais. A resposta na Europa e na América tem sido lenta e aleatória em comparação, manchando ainda mais a aura da "marca" ocidental.
O que não vai mudar é a natureza fundamentalmente conflituosa da política mundial. Pragas anteriores não acabaram com a rivalidade das grandes potências nem deram início a uma nova era de cooperação global. Pragas anteriores - incluindo a epidemia de gripe de 1918-1919 - não acabaram com a rivalidade das grandes potências nem deram início a uma nova era de cooperação global. Nem COVID-19. Veremos um recuo adicional da hiperglobalização, à medida que os cidadãos buscam os governos nacionais para protegê-los e enquanto estados e empresas buscam reduzir futuras vulnerabilidades.
Em resumo, o COVID-19 criará um mundo menos aberto, menos próspero e menos livre. Não precisava ser assim, mas a combinação de um vírus mortal, planejamento inadequado e liderança incompetente colocou a humanidade em um caminho novo e preocupante.
O fim da globalização como a conhecemos
por Robin Niblett
A pandemia de coronavírus pode ser a palha que quebra as costas do camelo na globalização econômica.
O crescente poder econômico e militar da China já havia provocado uma determinação bipartidária nos Estados Unidos de separar a China da alta tecnologia e propriedade intelectual de origem americana e tentar forçar os aliados a seguir o exemplo. O aumento da pressão pública e política para cumprir as metas de redução de emissões de carbono já havia questionado a dependência de muitas empresas de cadeias de suprimentos de longa distância. Agora, o COVID-19 está forçando governos, empresas e sociedades a fortalecer sua capacidade de lidar com longos períodos de auto-isolamento econômico.
Parece altamente improvável, neste contexto, que o mundo retorne à idéia de globalização mutuamente benéfica que definiu o início do século XXI. E sem o incentivo para proteger os ganhos compartilhados da integração econômica global, a arquitetura da governança econômica global estabelecida no século 20 se atrofiará rapidamente. Será necessária uma enorme autodisciplina para os líderes políticos sustentarem a cooperação internacional e não recuarem para uma competição geopolítica aberta.
Provar aos cidadãos que eles podem administrar a crise do COVID-19 comprará aos líderes algum capital político. Mas aqueles que falham terão dificuldade em resistir à tentação de culpar os outros por seu fracasso.
Uma globalização mais centrada na China
por Kishore Mahbubani
A pandemia do COVID-19 não alterará fundamentalmente as direções econômicas globais. Isso apenas acelerará uma mudança que já havia começado: uma mudança da globalização centrada nos EUA para uma globalização mais centrada na China.
Isso apenas acelerará uma mudança que já havia começado: uma mudança da globalização centrada nos EUA para uma globalização mais centrada na China.
Por que essa tendência continuará? A população americana perdeu a fé na globalização e no comércio internacional. Os acordos de livre comércio são tóxicos, com ou sem o presidente dos EUA, Donald Trump. Por outro lado, a China não perdeu a fé. Por que não? Existem razões históricas mais profundas. Os líderes chineses agora sabem bem que o século de humilhação da China de 1842 a 1949 foi resultado de sua própria complacência e de um esforço fútil de seus líderes para separá-lo do mundo. Por outro lado, as últimas décadas de ressurgimento econômico foram resultado do engajamento global. O povo chinês também experimentou uma explosão de confiança cultural. Eles acreditam que podem competir em qualquer lugar.
Consequentemente, ao documentar em meu novo livro, Has Won China ?, os Estados Unidos têm duas opções. Se seu objetivo principal é manter a primazia global, ele terá que se envolver em uma disputa geopolítica de soma zero, política e economicamente, com a China. No entanto, se o objetivo dos Estados Unidos é melhorar o bem-estar do povo americano - cuja condição social se deteriorou -, ele deve cooperar com a China. Um conselho mais sábio sugeriria que a cooperação seria a melhor escolha. No entanto, dado o ambiente político tóxico dos EUA em relação à China, conselhos mais sábios podem não prevalecer.
Democracias sairão da sua concha
por G. John Ikenberry
No curto prazo, a crise dará combustível a todos os campos do grande debate sobre estratégia ocidental. Os nacionalistas e anti-globalistas, os falcões da China e até os internacionalistas liberais verão novos indícios da urgência de seus pontos de vista. Dado o dano econômico e o colapso social que está se desenrolando, é difícil ver algo além de um reforço do movimento em direção ao nacionalismo, rivalidade entre grandes potências, dissociação estratégica e coisas do gênero.
Assim como nas décadas de 30 e 40, também pode haver uma contracorrente de evolução mais lenta. Mas, como nas décadas de 30 e 40, também pode haver uma contracorrente de evolução mais lenta, uma espécie de internacionalismo obstinado semelhante ao que Franklin D. Roosevelt e alguns outros estadistas começaram a se articular antes e durante a guerra. O colapso da economia mundial na década de 1930 mostrou como as sociedades modernas estavam conectadas e quão vulneráveis ​​eram ao que FDR chamava de contágio. Os Estados Unidos foram menos ameaçados por outras grandes potências do que pelas forças profundas - e pelo caráter do Dr. Jekyll e Hyde - da modernidade. O que FDR e outros internacionalistas conjuraram foi uma ordem do pós-guerra que reconstruiria um sistema aberto com novas formas de proteção e capacidades para gerenciar a interdependência. Os Estados Unidos não podiam simplesmente se esconder dentro de suas fronteiras, mas para operar em uma ordem aberta do pós-guerra exigia a construção de uma infraestrutura global de cooperação multilateral.
Assim, os Estados Unidos e outras democracias ocidentais podem viajar por essa mesma sequência de reações impulsionadas por um sentimento em cascata de vulnerabilidade; a resposta pode ser mais nacionalista a princípio, mas, a longo prazo, as democracias sairão de suas conchas para encontrar um novo tipo de internacionalismo pragmático e protetor.
Lucros mais baixos, mas mais estabilidade
de Shannon K. O’Neil
O COVID-19 está minando os princípios básicos da fabricação global. As empresas agora repensam e encolhem as cadeias de suprimentos multipasso e multinacionais que dominam a produção atualmente.
As cadeias de suprimentos globais já estavam sendo atacadas econômica e politicamente. As cadeias de suprimentos globais já estavam sendo afetadas - economicamente, devido ao aumento dos custos trabalhistas chineses, à guerra comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, e aos avanços em robótica, automação e impressão 3D, e também politicamente, devido a perdas reais e percebidas de empregos, especialmente em economias maduras. O COVID-19 agora quebrou muitos desses vínculos: o fechamento de fábricas em áreas afetadas deixou outros fabricantes - assim como hospitais, farmácias, supermercados e lojas de varejo - desprovidos de estoques e produtos.
Do outro lado da pandemia, mais empresas exigirão saber mais sobre a origem de seus suprimentos e trocarão a eficiência por redundância. Os governos também intervirão, forçando o que consideram indústrias estratégicas a ter planos e reservas de backup doméstico. A lucratividade cairá, mas a estabilidade da oferta deverá aumentar.
Esta pandemia pode servir a um propósito útil
por Shivshankar Menon
Ainda é cedo, mas três coisas parecem aparentes. Primeiro, a pandemia de coronavírus mudará nossa política, tanto dentro dos estados quanto entre eles. É ao poder do governo que as sociedades - mesmo os libertários - se voltam. O relativo sucesso do governo em superar a pandemia e seus efeitos econômicos exacerbará ou diminuirá os problemas de segurança e a recente polarização nas sociedades. De qualquer maneira, o governo está de volta. A experiência até agora mostra que os autoritários ou populistas não são melhores em lidar com a pandemia. De fato, os países que responderam cedo e com sucesso, como Coréia e Taiwan, foram democracias - não aqueles dirigidos por líderes populistas ou autoritários.
Este ainda não é o fim de um mundo interconectado. A própria pandemia é prova de nossa interdependência.
Em segundo lugar, ainda não é o fim de um mundo interconectado. A própria pandemia é prova de nossa interdependência. Mas em todas as políticas, já existe uma virada para dentro, uma busca por autonomia e controle do próprio destino. Estamos caminhando para um mundo mais pobre, mais cruel e menor.
Finalmente, há sinais de esperança e bom senso. A Índia tomou a iniciativa de convocar uma videoconferência de todos os líderes do sul da Ásia para criar uma resposta regional comum à ameaça. Se a pandemia nos levar a reconhecer nosso interesse real em cooperar multilateralmente nos grandes problemas globais que enfrentamos, ela terá servido a um propósito útil.
O poder americano precisará de uma nova estratégia
por Joseph S. Nye, Jr.
Em 2017, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma nova estratégia de segurança nacional que se concentra na competição por grandes potências. O COVID-19 mostra que essa estratégia é inadequada. Mesmo se os Estados Unidos prevalecerem como uma grande potência, não poderão proteger sua segurança agindo sozinhos.
Como Richard Danzig resumiu o problema em 2018: “As tecnologias do século XXI são globais não apenas em sua distribuição, mas também em suas conseqüências. Patógenos, sistemas de IA, vírus de computador e radiação que outros podem acidentalmente liberar podem se tornar tanto o nosso problema quanto o deles. Sistemas de relatórios acordados, controles compartilhados, planos de contingência comuns, normas e tratados devem ser adotados como meio de moderar nossos numerosos riscos mútuos. ”
Sobre ameaças transnacionais como o COVID-19 e as mudanças climáticas, não basta pensar no poder americano sobre outras nações. A chave do sucesso também é aprender a importância do poder com os outros. Todo país coloca seu interesse nacional em primeiro lugar; a questão importante é quão amplo ou estreitamente esse interesse é definido. O COVID-19 mostra que estamos falhando em ajustar nossa estratégia para este novo mundo.
A história do COVID-19 será escrita pelos vencedores
por John Allen
Como sempre foi, a história será escrita pelos “vencedores” da crise do COVID-19. Toda nação, e cada vez mais todo indivíduo, está experimentando a tensão social desta doença de maneiras novas e poderosas. Inevitavelmente, os países que perseverarem - tanto em virtude de seus sistemas políticos e econômicos únicos, quanto na perspectiva da saúde pública - terão sucesso sobre aqueles que experimentam um resultado diferente e mais devastador. Para alguns, isso parecerá um grande e definitivo triunfo para a democracia, o multilateralismo e o atendimento universal à saúde. Para outros, mostrará os "benefícios" claros de um governo autoritário decisivo. Para alguns, isso parecerá um grande e definitivo triunfo para a democracia. Para outros, mostrará os "benefícios" claros do regime autoritário.
De qualquer maneira, essa crise irá reorganizar a estrutura internacional de poder de maneiras que apenas podemos começar a imaginar. O COVID-19 continuará deprimindo a atividade econômica e aumentando a tensão entre os países. A longo prazo, a pandemia provavelmente reduzirá significativamente a capacidade produtiva da economia global, especialmente se as empresas fecharem e os indivíduos se separarem da força de trabalho. Esse risco de deslocamento é especialmente grande para os países em desenvolvimento e outros com uma grande parcela de trabalhadores economicamente vulneráveis. O sistema internacional, por sua vez, sofrerá grande pressão, resultando em instabilidade e conflito generalizado dentro e entre países.
Uma nova etapa dramática no capitalismo global
por Laurie Garrett
O choque fundamental para o sistema financeiro e econômico do mundo é o reconhecimento de que as cadeias de suprimentos e redes de distribuição globais são profundamente vulneráveis ​​a interrupções. A pandemia de coronavírus, portanto, não só terá efeitos econômicos duradouros, como também levará a uma mudança mais fundamental.
A globalização permitiu que as empresas cultivassem manufaturas em todo o mundo e entregassem seus produtos no mercado just-in-time, evitando os custos de armazenagem. Os estoques que ficavam nas prateleiras por mais de alguns dias eram considerados falhas de mercado. O suprimento precisava ser adquirido e enviado em um nível global cuidadosamente orquestrado. O COVID-19 provou que os patógenos podem não apenas infectar as pessoas, mas envenenar todo o sistema just-in-time.
Dada a escala de perdas do mercado financeiro que o mundo experimentou desde fevereiro, é provável que as empresas saiam dessa pandemia decididamente envergonhada pelo modelo just-in-time e pela produção globalmente dispersa. O resultado pode ser um novo estágio dramático no capitalismo global, no qual as cadeias de suprimentos são trazidas para mais perto de casa e preenchidas com redundâncias para proteger contra interrupções futuras. Isso pode reduzir os lucros de curto prazo das empresas, mas tornar todo o sistema mais resistente.
Estados mais falidos
por Richard N. Haass
Permanente não é uma palavra de que gosto, como pouco ou nada, mas acho que a crise do coronavírus levará, pelo menos por alguns anos, a maioria dos governos a se voltar para dentro, concentrando-se no que ocorre dentro de suas fronteiras e não sobre o que acontece além deles. Prevejo maiores movimentos em direção à auto-suficiência seletiva (e, como resultado, dissociação), dada a vulnerabilidade da cadeia de suprimentos; oposição ainda maior à imigração em larga escala; e uma disposição ou compromisso reduzidos para enfrentar problemas regionais ou globais (incluindo as mudanças climáticas), dada a necessidade percebida de dedicar recursos para reconstruir em casa e lidar com as conseqüências econômicas da crise. Muitos países terão dificuldade em se recuperar, com a fraqueza do Estado e Estados falidos se tornam ainda mais prevalentes.
Eu esperaria que muitos países tenham dificuldade em se recuperar da crise, com a fraqueza do estado e os estados falidos se tornando uma característica ainda mais prevalente no mundo. A crise provavelmente contribuirá para a contínua deterioração das relações sino-americanas e o enfraquecimento da integração européia. Do lado positivo, devemos ver um fortalecimento modesto da governança global da saúde pública. Mas, no geral, uma crise enraizada na globalização enfraquecerá ao invés de aumentar a vontade e a capacidade do mundo de lidar com ela.
Os Estados Unidos falharam no teste de liderança
por Kori Schake
Os Estados Unidos não serão mais vistos como um líder internacional. Os Estados Unidos não serão mais vistos como um líder internacional devido ao estreito interesse próprio de seu governo e à incompetência confusa. Os efeitos globais dessa pandemia poderiam ter sido bastante atenuados se as organizações internacionais fornecessem mais e mais informações anteriores, o que daria aos governos tempo para preparar e direcionar recursos para onde eles são mais necessários. Isso é algo que os Estados Unidos poderiam ter organizado, mostrando que, embora seja de interesse próprio, não é apenas de interesse próprio. Washington falhou no teste de liderança e o mundo está em pior situação.
Em todos os países, vemos o poder do espírito humano
de Nicholas Burns
A pandemia do COVID-19 é a maior crise global deste século. Sua profundidade e escala são enormes. A crise da saúde pública ameaça cada uma das 7,8 bilhões de pessoas na Terra. A crise financeira e econômica poderia exceder em seu impacto a grande recessão de 2008-2009. Cada crise sozinha poderia causar um choque sísmico que muda permanentemente o sistema internacional e o equilíbrio de poder como o conhecemos. Isso dá esperança de que homens e mulheres em todo o mundo possam prevalecer em resposta a esse desafio extraordinário.
Até o momento, a colaboração internacional tem sido lamentavelmente insuficiente. Se os Estados Unidos e a China, os países mais poderosos do mundo, não puderem deixar de lado sua guerra de palavras sobre qual deles é responsável pela crise e liderar com mais eficácia, a credibilidade de ambos os países poderá diminuir significativamente. Se a União Europeia não puder fornecer assistência mais direcionada a seus 500 milhões de cidadãos, os governos nacionais poderão recuperar mais poder de Bruxelas no futuro. Nos Estados Unidos, o que está mais em jogo é a capacidade do governo federal de fornecer medidas eficazes para conter a crise.
Em todos os países, no entanto, existem muitos exemplos do poder do espírito humano - de médicos, enfermeiros, líderes políticos e cidadãos comuns demonstrando resiliência, eficácia e liderança. Isso fornece esperança de que homens e mulheres em todo o mundo possam prevalecer em resposta a esse desafio extraordinário.
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2020.03.30 15:37 SamuraiBrz COVID-19: stress, ansiedade e incertezas

Meu post não é um desabafo, mas uma tentativa de dar uma resposta mais organizada e completa em relação a dicas que eu tenho passado aqui para várias pessoas. Espero que não tenha problema.
TLDR: Dicas baseadas na minha experiência sobre como lidar com o lado psicológico dessa crise, incluindo coisas como meditação que eu sempre recomendo aqui.
Link pra quem quiser acessar no site (acabei de criar pra facilitar o uso futuro do texto, espero que esteja funcionando): https://sites.google.com/fco.net.barquivo-de-pensamentos/in%C3%ADcio
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Minhas dicas de como lidar com stress e ansiedade
A crise atual do coronavírus (COVID-19) já está afetando o estado emocional e mental de muita gente, e a situação deve ainda permanecer preocupante por um tempo.

Por conta disso, resolvi compartilhar um pouco da minha experiência em relação ao combate a stress e ansiedade, na esperança de que minha experiência possa ajudar outras pessoas. Minha vida foi marcada por vários momentos estressantes, incluindo uma longa carreira em finanças, um período de crise pessoal em que realmente quase morri, e atualmente fazendo o doutorado nos EUA (que recentemente se tornou o país com maior número de casos da doença). Isso fez que que ao longo da minha vida, eu desenvolvesse maneiras de lidar com stress, ansiedade, entre outras coisas.

Meu foco vai ser em versões mais simples e básicas daquilo que eu faço. Todos esses itens podem ser ampliados e melhorados ao longo do tempo, mas o objetivo maior é ajudar quem está começando.

1 - Meditação.

Meu caminho para a meditação não foi muito tradicional, então minhas dicas podem ser um pouco diferentes. Na época que eu comecei, a internet ainda estava começando, não existia muita informação facilmente disponível ou aplicativos pra isso.

1.a) Comece pela respiração.

Em uma posição qualquer que considere confortável, respire fundo. Procure respirar lentamente, absorvendo o máximo de ar que conseguir, e depois soltando o máximo de ar que puder.

Apesar de respirarmos o tempo inteiro, o estilo de vida moderno faz com que na maior parte do tempo a gente respire de maneira muito superficial. A gente não está acostumado a realmente respirar de maneira a dar mais oxigênio para o corpo. A exceção é quando fazemos exercício, mas aí respiramos mais forte porque o corpo está pedindo muito mais ar mesmo.

Respirar profundamente ajuda a dar mais condições para a mente e o corpo fazerem seu trabalho direito.

Respirar é fácil, todo mundo faz, então é um jeito bom de iniciar. Eu vejo muita gente preocupada sobre como começar a meditar, qual seria o jeito certo, e isso acaba aumentando o stress ao invés de ajudar. Mas respirar fundo não tem muito o que errar.

1.b) Encontre um ponto de foco.

Meditação está relacionada a desenvolver foco e concentração. Isso pode levar um tempo, até porque não estamos mais acostumados a parar pra prestar atenção em algo. Tudo bem se não conseguir. Perder o foco e tentar recuperar o foco é parte natural do processo.

Para ajudar no foco, as pessoas podem encontrar algo para se concentrarem durante a meditação. Isso varia muito de cada pessoa, então às vezes tem que tentar algumas coisas diferentes pra ver o que funciona pra você.

Algumas possibilidades:

Foco no movimento. Apesar da imagem da meditação ser algo feito com a pessoa sentada e parada, isso não precisa ser assim. Para algumas pessoas, o movimento ajuda na concentração. O pessoal que faz yoga e tai-chi, por exemplo, usa muito isso. Mas os movimentos malucos de yoga assustam quem está começando, e não precisa ser assim. Você pode usar movimentos simples. Alguns exemplos são o movimento de abrir e fechar a mão, o movimento de girar o pescoço, o movimento de contar com os dedos, entre outros. Escolha um movimento ou uma combinação de movimentos, e preste atenção em como o corpo reage e realiza os movimentos. Fechar os olhos costuma ajudar nesse processo.

Foco na fala. Outra prática comum é falar durante a meditação. Não precisa ser necessariamente falar, pode ser apenas fazer o som de "hhhmmmmmm". Outras possibilidades são mantras e orações. O que importa é que seja algo que facilite sua concentração.

Foco na escuta. Muita gente usa sons para meditar. Isso pode incluir sons suaves (ASMR se tornou uma tendência), sons naturais do ambiente em que você está, ou música. De novo, o importante é ver o que facilita a concentração. Tem gente que se dá muito bem com músicas calmas, e tem gente que odeia, por exemplo, e medita até melhor com um heavy metal.

Foco visual. Já outras pessoas conseguem se focar melhor quando elas olham para alguma coisa. Isso é muito usado na hipnose, por exemplo, quando se pede pra pessoa se concentrar em um relógio, em um pêndulo, ou um disco hipnótico. Fotos também funcionam bem, especialmente fotos que passam uma sensação que lhe agrada.

1.c) Indo além.

O que eu escrevi nos itens (a) e (b) devem ser o suficiente pra quem está começando melhorar bastante o estado mental. Eu não quero ir muito longe aqui, mas também acho bom deixar um espaço pra se pensar, caso a pessoa decida levar a prática para a vida toda (o que eu recomendo, me ajudou demais ao longo da minha vida).

O que eu passei até agora seria basicamente oxigenar o cérebro e o corpo, e se focar em algo. Isso tem como consequência principal limpar a mente, e deixar ela em um estado mais calmo. Muita gente costuma dizer que seria "esvaziar a mente", mas isso seria algo meio enganoso porque não é realmente deixar a mente vazia, é deixar ela mais limpa.

É como se a mente fosse um computador ou um smartphone, que com o tempo fica acumulando muita coisa ruim e inútil, e daí de vez em quando é bom dar uma limpada.

Técnicas mais avançadas podem ir além disso. Ao invés de apenas limpar o computador da mente, podem "atualizar" o sistema operacional, e podem "desinstalar e instalar os programas", mudando a forma da pessoa pensar, agir e perceber o mundo.

Outra coisa é que as dicas que eu dei podem levar um bom tempo. Ficar respirando fundo, se deixar levar por uma música, esse tipo de coisa pode exigir um bom tempo até conseguir manter o foco. Ainda mais se a pessoa não tem experiência e está com muito stress acumulado. Para muitas pessoas, pode ser a primeira vez que elas se sentem calmas em muito, muito tempo, então é natural continuar nesse estado de transe por um tempo.

Técnicas mais avançadas também podem acelerar esse processo. O que pode ser útil naquelas fases da vida em que a gente não tem tempo pra nada.

2 - Arte.

Como diz o velho ditado, quem canta os males espanta.

As artes de maneira geral podem ter uma série de benefícios na saúde mental, como aliviar o stress, melhorar o autoconhecimento, aumentar a capacidade criativa, organizar os pensamentos.

A não ser que a pessoa já seja artista, a maioria das pessoas não está mais acostumada a ativar as partes do cérebro correspondentes a isso. Antigamente, era mais parte da tradição social alguma forma de arte, com pessoas desenhando, cantando, dançando, contando histórias, tirando fotos, etc. Isso se perdeu um pouco, e com isso também se perdeu uma maneira de melhorar a saúde mental.

Um dos maiores obstáculos quando eu recomendo a prática da arte pra alguém é que a pessoa se diz incompetente de mais. Que ela não sabe cantar, que ela desenha muito mal, etc.

Só que lembre-se que o objetivo aqui não é fazer de ninguém um artista profissional. É usar a arte como forma de aliviar o stress e a ansiedade. Não interessa que o desenho seja bom ou ruim. O desenho pode ser péssimo, mas pelo menos pode servir como uma válvula de escape, uma maneira de pessoa organizar e canalizar as suas emoções de maneira mais positiva (ao invés de sair comendo tudo que vê pela frente, ou descontar nos outros).

Além disso, hoje em dia a tecnologia ajuda muito. Com o que existe hoje em dia de programas, aplicativos e equipamentos, dá pra fazer música sem entender muito de música, desenhar sem saber muito de desenho, e por aí vai. Tem até jogo de PS4 pra quem quer criar seu próprio jogo de vídeo-game sem ser profissional (Dreams).

Por exemplo, depois de décadas, eu voltei a escrever histórias em quadrinhos. Eu gosto de escrever, mas não sou bom o suficiente no desenho. Só que agora existem programas que ajudam nisso.

3 - Atividade física.

Como dizem, mente sã em corpo são. É difícil a mente estar bem, sem o corpo estar bem. Uma coisa está ligada à outra.

Eu nunca fui fã de exercícios físicos, academia, esse tipo de coisa. Mas também não precisa ser rato de academia pra atividade física ajudar a lidar com estresse.

Essa é a parte que eu menos posso ajudar, mas está cheio de material na internet, vídeo no YouTube, etc. Até pra quem é preguiçoso, dá pra fazer alguma atividade física até sentado no sofá assistindo Netflix.

4 - Vida social.

Com o pessoal fechado em casa, essa é uma parte que tem pesado muito na saúde mental. Até pra quem está na cadeia, a solitária é uma das punições mais severas, por conta do distanciamento social.

Só que eu acho que tem uma coisa importante a se lembrar. O que está acontecendo agora é principalmente um distanciamento físico. Ou seja, isso não significa que a gente tem que se tornar distante em termos de comunicação, ou em termos emocionais, por exemplo.

Em termos físicos, eu estou milhares de quilômetros distante de quase todo mundo que eu conheço. Isso não significa que eu tenha que perder a conexão com as pessoas. A situação atual tem se revelado até uma forma de aumentar a conexão. Pessoas que estavam mais distantes se aproximaram, conversei com gente que eu não falava fazia anos, e assim por diante.

Muita gente tem afastado outras pessoas nas redes sociais, que se tornaram muito mais um ambiente negativo. Mas isso não precisa ser assim.

Vou aproveitar o exemplo de um amigo meu, que se mudou pro Canadá. Esses dias eu vi ele falando que estava pensando em fazer um jogo de D&D online. Esse tipo de conexão social ainda existe, o tal distanciamento social do coronavírus não impede nada disso.

E, no caso das famílias, que mantém a proximidade física, também dá pra buscar maneiras positivas de lidar com isso. As dicas que eu dei de meditação, arte, e atividades físicas, por exemplo, podem muito bem se tornarem coisas pra família. Antes dessa situação toda acontecer, uma vez eu fiz uma sessão de meditação junto com a minha mãe e minha fílha. Também comprei argila pro pessoal fazer esculturas.

Então, claro que a crise existe, que vários problemas estão acontecendo e vão acontecer. Mas, quanto mais fortes estivermos mentalmente, mais podemos enfrentar e superar. Eu tenho um amigo que é muito diferente de mim, e uma vez a gente estava conversando sobre como a nossa amizade se desenvolveu e ficou tão forte. E a gente falou que parte da razão foi ver que, nos períodos difíceis, a amizade nunca se abalou e saiu até mais forte. Então, eu acho que muitas relações também podem sair fortalecidas, mesmo em uma situação de distanciamento social, se a gente souber lidar com isso.
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2020.03.19 14:03 vgasmo Como resolver crise CoVid em Portugal sem colapsar a economia e a sociedade

Antes de mais é preciso introduzir alguns conceitos.
  1. Os seres humanos são maus a fazer cálculos probabilísticos
  2. Os seres humanos são, geralmente, avessos ao risco e à perda
Sobre 1, temos os exemplos clássicos de quem joga no Euromilhões e outros jogos semelhantes, com a “fezada” de que vai ganhar.. quando a probabilidade é ínfima. Ou o facto de termos medo de andar de avião, quando a probabilidade morrermos é extraordinariamente baixa (já a de morrermos num acidente de viação é de quase 1%). Essa má capacidade de fazer inferência é que nos leva a olhar para as exceções (desastre de avião) e tomá-las como mais prevalentes – daí as pessoa que acham que Portugal é o “Faroeste” porque só vêm as exceções (os crimes) na CMTV, sendo que na verdade portugal era um dos países mais seguros do mundo.
Por outro lado, existem clássicos na literatura que mostram essa aversão ao risco (riscos esses que, como disse, somos maus a calcular) e à perda (uma pequena perda gera um imenso valor negativo – no fundo, perder 500€ é sempre mais doloroso do que o benefício ganhar 500€).
Vou dar um exemplo do Thaler (2015), prémio nobel da Economia:
Cenário 1: Imagine que foi contaminado por um vírus, letal em 0,1 % dos casos de infeção no prazo máximo de 1 semana, após o qual os sobreviventes não teriam qualquer sequela. Quanto pagaria por um antídoto 100% seguro?
•Cenário 2: Imagine que foi convidado a participar numa experiência que consiste em ficar 5 minutos numa sala contaminada com um vírus (para o qual não há antídoto), vírus esse que é letal em 0,1 % dos casos de infeção no prazo máximo de 1 semana, após o qual os sobreviventes não teriam qualquer sequela. Qual valor a levaria a aceitar participar da experiência? Nos dois cenários a probabilidade de morrer é mesma, mas num estudo com milhares de participantes os valores de resposta foram Cenário 1 (valor médio: € 2.000) – Cenário 2 (valor médio: € 500.000)
Ou seja, no primeiro caso, apesar de esta contaminado, “mas não fiz por isso”, pago 2000€ por um antídoto (ou seja, acima de 2000€ estou disposto a arriscar e morrer), mas no cenário 2, que tem mesma probabilidade de morrer, só estou disposto a arriscar pro 500 mil euros (o comportamento é voluntário e não existe cura). Isto explica porque no surto de gripe A morreram mil pessoa em Portugal (espaçadas no tempo é certo) mas ma maioria da população tinha um “Nudge”, que era o Tamiflu (ou seja, a pessoa achava que se acontecesse algo teria um medicamento para ajudar).
Ora, sendo que isto não é uma gripe e é muito mais perigoso, há no entanto que colocar os dados e probabilidades em perspetiva:
Estas taxas estão no entanto inflacionadas, como diz os recente dados de Bergamo, porque provavelmente 50% dos infetados são assintomáticos (nem sequer é o caso “mild” de que se fala, mas simplesmente não sabem que têm e são transmissores – o que em si é assustador, porque significa que o potencial de infeção (R ) é imenso.
Ou seja, estatisticamente a probabilidade de ficarmos doentes de forma grave, para uma faixa da população é baixa (“ah e tal e aquele gajo da coreia que morreu com 17 anos e aquelas enfermeiras na China" – 1. Mais uma vez são exceções, e no caso dos profissionais médicos, o contacto com a carga viral elevada pode ter um impacto negativo. Mas o problema continua a ser real porque mesmo que apenas 2,5% - 5% dos infetados tenham problemas graves, quando temos milhões de pessoas, os hospitais entopem (já agora sou o único que acha ridiculo que os nossos hospitais estivessem em quase colapso e ontem só 60 dos doentes em todo o país estavam internados?).
Soluções
  1. Quarentena obrigatória para todos os grupos de risco (mais de 65 anos, problemas de saúde) – seriam alimentados pelo Estado e IPSS, etc.
  2. Testes a toda, toda, a população que esteve em contacto com cadeias de transmissão (como na Coreia) - e quarentena obrigatória para os positivos
  3. Uso obrigatório de máscara em locais públicos e outras medidas de higienização
  4. Fecho /controlo das fronteiras para impedir importação de casos 
Nesta situação os hospitais não teriam um afluxo de pessoas (como em Itália, porque essas pessoas têm mais de 70 anos) e seria possível gerir a epidemia, sem fechar a economia. Obviamente, que a população com risco baixo tem de ter uma perceção correta que provavelmente não vai morrer de corona (o que é difícil de conseguir, porque as pessoas ou têm comportamentos negligentes ou entram em pânico).
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2020.02.22 03:31 altovaliriano Harpa de Rhaegar nas criptas de Winterfell

Texto original: https://cantuse.wordpress.com/2014/07/31/the-secret-in-the-winterfell-crypts/
Autor: Cantuse
Título original: The Secret in the Winterfell Crypts

Eu tenho uma teoria sólida sobre um possível segredo que mudaria tudo que sabemos sobre as criptas de Winterfell:
A singular harpa de cordas de prata de Rhaegar está no túmulo de Lyanna.
--------------------------------------------------------
– Fará uma canção para ele? – a mulher perguntou.
– Ele já tem uma canção. É o príncipe que foi prometido, e é sua a canção de gelo e fogo [...]
(ACOK, Daenerys IV)
Esta citação é sobre Aegon e se dá entre Elia e Rhaegar. Lembre-se do que Marwyn diz: "A profecia é como uma mulher traiçoeira" . Rhaegar pode estar errado sobre Aegon; ou, mais provavelmente, ele acredita que uma ou todas as três 'cabeças do dragão' são/é o príncipe que foi prometido.
Tematicamente, é mais sensato se Jon Snow for o Príncipe que foi prometido. Especialmente quando você considerar sua paternidade. Apenas combine as palavras Stark e Targaryen. Observe também que, se atualmente você acredita que os pais de Jon são Rhaegar e Lyanna, Jon é possivelmente um 'príncipe prometido', com base nas lembranças de Ned sobre as palavras finais de Lyanna: “Prometa-me, Ned” .

A QUESTÃO DA LEGITIMIDADE

Eu estava profundamente em conflito quando li A Dança dos Dragões pela primeira vez.
Eu sempre acreditei na teoria "R + L = J", então sabia que tinha um viés pessoal: que Jon deve ser um protagonista central e um verdadeiro 'Targaryen secreto', que esse Aegon VI ("Jovem Griff”) Era apenas um pretendente. Eu lutei com esse preconceito contra Aegon VI por algum tempo, sem respostas reais à vista. Intelectualmente, sabia que não poderia responder à pergunta de quem é realmente legítimo.
* * *
Comprovando legitimidade
Ocorreu-me então que havia um método mais prático de abordar a questão, a formação de uma pergunta que fornece possíveis respostas ao mistério: "Como uma pessoa prova legitimidade?"
Isso representa um desafio para Aegon e Jon. Olhando para eles de perto:
Não basta aparecer como um Targaryen ou se declarar um; você precisa de legitimidade, precisa de provas. Os senhores de Westeros já duvidam de sua legitimidade, então ele deve provar ou subjugar todos eles. Em algum momento, ganhar vassalos com uma pretensão legítima será mais valioso do que conflito. Também não ajuda que ele seja apoiado pela Companhia Dourada. Diz bastante que ele e seus conselheiros saibam disso, e é por essa razão que ele está inicialmente empenhado em garantir a mão de Daenerys no casamento; assima ele terá o sangue dela e seus dragões para estabelecê-lo.
Ele está supostamente morto, mas lembre-se: se a noção de estabelecer alguma conexão entre Jon e Rhaegar for importante para a história, independentemente do status vital dele, essa teoria ainda será útil. Ninguém além de Howland Reed tem conhecimento da hereditariedadede Jon, então ele não teria necessidade de encontrar algo parecido com essa harpa. Mas para aqueles de nós que gostariam de vê-lo revelado como Targaryen bastardo ou verdadeiro, Azor Ahai ou o príncipe prometido, ele também deve provar isso a si mesmo e/ou aos demais.
O próximo passo lógico é perguntar: "O que reforçaria significativamente uma pretensa ascendência Targaryen?"
Observe que não há Targaryen vivo e universalmente reconhecido (fora Daenerys) que possa garantir a autenticidade de uma pessoa. Isso também é verdade para um não-Targaryen que tenha amplo conhecimento da legitimidade de um candidato. Assim, não há pessoas vivas que possam declarar genuína e legalmente uma pessoa como um verdadeiro Targaryen, apenas pela força da palavra. Isso seria verdade tanto para Jon Connington quanto para Stannis e Howland Reed.
Simplificando, os nobres de Westeros não têm razões intrínsecas para assumir que um candidato é legítimo apenas com base em palavras.
* * *
A necessidade de evidência
Conseqüentemente, os senhores de Westeros precisarão de evidências objetivas e físicas de legitimidade antes que possam ponderar seriamente a autenticidade de um suposto Targaryen.
Mas que tipo de evidência causaria esse tipo de contemplação?
Meus primeiros pensamentos foram para as espadas valirianas Irmã Sombria e Fogonegro.
Infelizmente, ambas as espadas estão associadas a linhagens bastardas de Targaryen, cada uma manchada por histórias que realmente prejudicariam qualquer reivindicação de legitimidade.
As duas também permaneceram invisíveis por vários anos. Portanto, podem haver sérias questões logísticas sobre se elas permaneceram em famílias de sangue Targaryen verdadeiro ou bastardo: não existe uma "cadeia de custódia " confiável para sugerir que um portador atual tenha algum legítimo relacionamento com a dinastia Targaryen.
Portanto, parece que a ideia de que as lâminas Targaryen possam demonstrar legitimidade é, na melhor das hipóteses, incerta. Mas a exploração da ideia não foi sem benefícios: chegamos a uma constatação valiosa.
Nós, leitores, sabemos inerentemente que, se algum tipo de prova exsistir, será algo que é:
  1. Bem conhecido pelos grandes senhores e damas do reino,
  2. Universalmente reconhecido como um símbolo da verdadeira linhagem Targaryen,
  3. Possui uma forte cadeia de custódia,
  4. E de alguma forma demonstra a hereditariedade de um pretendente.
* * *
Usando informações meta-textuais
Também podemos explorar algum conhecimento de fatores que existem fora dos próprios livros .
No quinto livro de uma série de sete livros, seria um pouco sofisticado introduzir uma nova evidência na história, apenas com o objetivo de responder ao enigma da legitimidade. Provavelmente seria visto pelos leitores como uma desculpa esfarrapada, um artifício inventado para que Martin se livrasse de um problema no qual ele mesmo havia se metido.
Martin já declarou que quer evitar escrever esse final para a série porque estava descontente com o final de Lost . Além disso, conhecendo a preferência de Martin por implementar indícios subliminares de eventos futuros, a evidência que será usada é provavelmente algo que está debaixo de nossos narizes . O tipo de coisa que vamos nos surpreender quando olharmos em retrospectiva.
* * *
Um momento Eureka!
Lá estava eu, fazendo um brainstorming de todos os artefatos, volumes e tesouros possíveis dos Targaryen em que eu pudesse pensar. Em certo momento, eu estava em uma divagaão, ruminando sobre as seguintes passagens:
Quando criança, o Príncipe de Pedra do Dragão era extraordinariamente dado à leitura. Começou a ler tão cedo que os homens diziam que a Rainha Rhaella devia ter engolido alguns livros e uma vela enquanto ele estava em seu ventre. Rhaegar não tinha nenhum interesse pelas brincadeiras das outras crianças. Os meistres ficavam assombrados com sua inteligência, mas os cavaleiros do pai trocavam gracejos amargos sobre Baelor, o Abençoado, ter renascido. Até que um dia o Príncipe Rhaegar encontrou algo em seus pergaminhos que o mudou. Ninguém sabe o que pode ter sido, só se sabe que o garoto apareceu no pátio uma manhã, no momento em que os cavaleiros vestiam as armaduras. Foi direito a Sor Willem Darry, o mestre de armas, e disse: “Vou precisar de espada e armadura. Parece que tenho de ser um guerreiro.”
(ASOS, Daenerys I)
– A perícia do Príncipe Rhaegar era inquestionável, mas ele raramente entrava nas liças. Nunca gostou da canção das espadas, como Robert ou Jaime Lannister gostavam. Era algo que tinha de fazer, uma tarefa que o mundo tinha lhe atribuído. Desempenhava-a bem, pois fazia tudo bem. Era essa a sua natureza. Mas não tirava dela nenhuma alegria. Os homens diziam que o Príncipe Rhaegar gostava muito mais da harpa do que da lança.
(ASOS, Daenerys IV)
– Mas que torneios meu irmão ganhou?
– Vossa Graça. – O velho hesitou. – Ele ganhou o maior torneio de todos.
(ASOS, Daenerys IV)
– Sim. E, no entanto, Solarestival era o lugar que o príncipe mais amava. Ia para lá de tempos em tempos, acompanhado apenas de sua harpa. Nemmesmo os cavaleiros da Guarda Real o serviam ali. Gostava de dormir no salão arruinado, sob a lua e as estrelas, e sempre que regressava trazia uma canção. Quando se ouvia o príncipe tocar sua harpa com cordas de prata e cantar a respeito de penumbras, lágrimas e a morte de reis, era impossível não sentir que ele estava cantando sobre si e sobre aqueles que amava.
(ASOS, Daenerys IV)
O que surge daí é que parece que Rhaegar tinha a intenção de ganhar o Torneio em Harrenhal por algum motivo, mas estava muito pouco interessado em cavalaria e combate. De fato, é fortemente demonstrado que Rhaegar estava muito mais interessado em tocar sua harpa e ler pergaminhos antigos.
De repente, tive um pensamento radical!
E se Rhaegar nunca quis ser um lutador, mas apenas o fez para conhecer Lyanna. E, portanto, fora esse torneio, ele preferisse apenas continuar tocando sua harpa !?
Essa ideia pode não ser verdadeira e não é realmente importante para a teoria deste ensaio. O que importa é que a harpa assomou-se em minha mente.
Foi quando a epifania me atingiu como uma bigorna:
É aquela maldita harpa.
A idéia rapidamente se formou: a harpa de Rhaegar seria central para estabelecer a autenticidade . Atende quase imediatamente a todos os requisitos que estabeleci acima, em um nível mais preciso e objetivo do que qualquer sugestão concorrente.
* * \*

A força de uma harpa

Então, como a harpa de Rhaegar atende aos três requisitos que eu expus na seção anterior?
  1. Como sabemos que é bem conhecido em Westeros?
  2. Como sua autenticidade pode ser confirmada, como um sinal da verdadeira herança Targaryen?
  3. Como podemos verificar se ela possui uma forte cadeia de custódia, indicando que não caiu nas mãos de um pretendente inescrupuloso?
  4. Como um objeto como a harpa realmente prova a herança do sangue?
Reconhecimento: Um Instrumento Bem Conhecido
Em primeiro lugar, existem muitos personagens importantes que fornecem lembranças ou observações específicas sobre a harpa de Rhaegar:
Quando se ouvia o príncipe tocar sua harpa com cordas de prata e cantar a respeito de penumbras, lágrimas e a morte de reis, era impossível não sentir que ele estava cantando sobre si e sobre aqueles que amava.
(ASOS, Daenerys IV)
Dany não conseguia abandonar o assunto.
– É sua a canção de gelo e fogo, disse meu irmão. Tenho certeza de que era meu irmão. Não Viserys, Rhaegar. Tinha uma harpa com cordas de prata.
O franzir de testa de Sor Jorah aprofundou-se tanto que as sobrancelhas se juntaram
– O Príncipe Rhaegar tocava uma harpa assim – ele anuiu. – Viu-o?
(ACOK, Daenerys IV)
De noite, o príncipe tocou a harpa de prata e a fez chorar. Quando lhe foi apresentada, Cersei quase se afogou nas profundezas de seus tristes olhos púrpura..
(AFFC, Cersei V)
No banquete de boas-vindas, o príncipe pegara sua harpa de cordas prateadas e tocara para eles. Uma canção de amor e perdição, Jon Connington se lembrou, e toda mulher no salão chorava quando ele abaixou a harpa.
(ADWD, O Grifo Renascido)
Cada um dos personagens mencionou especificamente a característica singular da harpa de Rhaegar: suas cordas de prata (Cersei se refere ao instrumento como uma 'harpa de prata', completamente de prata).
Não estamos sequer contando os inúmeros outros óbvios que viram a harpa em qualquer uma das muitas apresentações de Rhaegar.
Dada toda essa ênfase, parece inteiramente razoável concluir que a harpa de Rhaegar poderia ser facilmente reconhecida por vários (talvez muitos) personagens de Westeros.
Dito de outra forma:
A harpa de Rhaegar é facilmente reconhecida por sua característica singular: suas cordas de prata.
Muitos personagens específicos viram e lembram distintamente desse detalhe.
Existem muitos outros personagens inominados que viram a harpa também.
Assim, cumprimos nosso primeiro requisito, a harpa é realmente bem conhecida em Westeros.
* * *
Autenticidade: o sinal de um príncipe Targaryen
O segundo critério é verificar se a harpa é realmente um sinal de ascendência Targaryen.
O maior problema aqui é o óbvio: possuir a harpa (ou qualquer relíquia semelhante) não estabelece automaticamente a linhagem Targaryen . Um ladrão de sepulturas não pode se proclamar descendente de um faraó simplesmente porque saqueou uma tumba egípcia.
Isso cria um problema óbvio para a teoria da harpa (ou qualquer outra teoria de ancestralidade das relíquias de Targaryen). A resolução desse problema requer duas coisas:
É justo dizer que existem vários artefatos dos Targaryen que, após inspeção cuidadosa, podem ser reconhecidos como autênticos: as espadas valirianas, as coroas de Targaryen e assim por diante. No entanto, a maioria deles está ausente da história há décadas, o que significa que há cada vez menos pessoas que continuam vivas para garantir sua autenticidade.
Da mesma forma, outras teorias sobre os objetos existentes que conferem legitimidade também são igualmente dificultadas pela incapacidade de estabelecer sua autenticidade. A idéia popular de que uma capa nupcial Targaryen possa existir, indicando uma união legítima entre Rhaegar e Lyanna, é vulnerável às perguntas extremamente básicas de "Quem realmente a fez?" e "Por que nunca vi isso antes?". Um argumento subseqüente é que qualquer objeto ou evidência que exista também deve ser difícil de falsificar ou replicar.
Essencialmente, o que você precisa é de um objeto que possa ser reconhecido como autêntico por vários indivíduos vivos. Também seria de grande valor se esses indivíduos representassem conjuntos de interesses múltiplos e distintos. Muito parecido com um álibi ou um conjunto de testemunhas de um crime, você não deseja coletar seus fatos de fontes tendenciosas: as pessoas têm muito mais probabilidade de apoiar a autenticidade se sentirem que a afirmação disso é verdadeira e objetiva.
Como observei na seção anterior, a harpa de Rhaegar certamente se qualifica como um objeto que sabemos ter sido visto por muitas pessoas que ainda vivem (muitas delas relativamente jovens). Também foi expressamente mencionado por vários personagens diferentes e opostos. Isso reforça a noção de que esses personagens saberiam que a harpa autêntica seria verdadeira, mesmo que sua posição pública fosse diferente. Também ajuda que os leitores tenham recebido uma descrição da harpa com relativa distinção; assim, os leitores também estão em posição de apreciar a suposta validade de uma harpa.
Então você pode ver que a harpa de Rhaegar tem o status singular de ser uma relíquia quase certamente: afiliada aos Targaryens, reconhecida como autêntica por muitos senhores e senhoras vivos vivos, de diferentes alianças, e pelos próprios leitores.
* * *
Domínio: Uma Cadeia de Custódia
Mesmo que haja consenso entre personagens sobre a autenticidade da harpa, ela não prova nada. Se uma relíquia não prova linhagem, o que provaria? Por que então uma relíquia seria valiosa?
Para estabelecer qualquer confiança de que a propriedade da harpa implica hereditariedade, primeiro devemos mostrar que a harpa não estava em uma posição em que um pretendente inescrupuloso possa tomá-la. Devemos mostrar que ele passou de Rhaegar para seu novo proprietário por meio de um método que não apresentava exposição ou risco de adulteração.
Além disso, a posse ou o recebimento da harpa por qualquer requerente deve ser testemunhada. Especificamente, isso deve ser testemunhado por indivíduos cuja autoridade e honra estão além da censura.
O que isso significa para a harpa é que, onde quer que esteja (se ainda existir), sua aquisição deve ser documentada ou observada por vários senhores proeminentes de Westeros. Também deve ser demonstrado que a harpa esteve em um local onde podemos confiar que não foi violada ou perturbada por falsos pretendentes. Assim, dada a ausência de um verdadeiro dono Targaryen, documentado ou verdadeiro, o melhor lugar para a harpa seria em um cofre ou túmulo de algum tipo. Um que poderia ser razoavelmente determinado como não sendo adulterado.
Dado que a harpa ficou invisível há anos, sua cadeia de custódia seria melhor determinada caso a harpa tivesse sido mantida em segurança em um cofre ou outro equivalente confiável.
Se, de fato, a harpa está localizada em um cofre, túmulo ou outra forma de proteção fisicamente segura; com seu depósito e saque legalmente testemunhados por um quorum de senhores; podemos ter razoável certeza de que o histórico da harpa não está contaminado.
* * *
Patrimônio: Estabelecendo uma Conexão de Sangue
Mesmo que um personagem acredite que a harpa é real e tenha uma sólida cadeia de custódia, isso não significa que quem a tiver recebe automaticamente a herança Targaryen.
Isso seria verdade para qualquer objeto destinado a estabelecer a legitimidade de uma pessoa.
Para tanto, seu objeto deve estar em conformidade com um dos seguintes itens:
Não há indicações ao longo dos livros de que a própria harpa possa apontar para qualquer sucessor. Isso poderia ser dito de qualquer evidência, seja uma capa, uma espada ou uma coroa.
Naturalmente, isso significa que deve haver algo mais que confira ancestralidade sanguínea. A harpa então atua como alavanca, aumentando a validade da reivindicação e, no melhor dos cenários, estabelecendo o que poderia ser razoavelmente chamado de "preponderância de prova".
Embora a descoberta da harpa possa colocar muitas pessoas a ponderar, ela não estabelece relações de sangue por si só. Alguma outra evidência precisa ser usada.
No entanto, a harpa pode ajudar drasticamente a legitimidade dessa evidência.
Discuto essa possibilidade em uma seção posterior deste ensaio. Por enquanto, vamos deixar de lado a questão.
* * \*

Um instrumento deixado para trás

Agora eu gostaria de compartilhar a história de como a harpa de Rhaegar acaba no túmulo de Lyanna.
Primeiro, reconheço que não posso provar dedutivamente que a harpa está no túmulo de Lyanna. Em vez disso, especulei sobre as circunstâncias que a levaram a estar lá, com um alto grau de confiança na resposta resultante. Eu então ponderei essa teoria contra alternativas usando as noções de 'menos complicado' e 'mais relevante para a narrativa' para chegar à conclusão de que isso é mais provável do que qualquer alternativa. É uma peça do quebra-cabeça que resolve mais partes do quebra-cabeça do que qualquer outra opção.
As circunstâncias e os motivos a respeito de como a harpa acaba no túmulo de Lyanna são melhor descritos como uma sequência de eventos:
Primeiro, Rhaegar deixou a harpa na Torre da Alegria
Rhaegar adorava tocar sua harpa. É algo que todo mundo familiarizado com ele diz. Ele foge com Lyanna por quase um ano antes de retornar a Porto Real e subsequente ruína no Tridente. É improvável que Rhaegar deixasse sua harpa para trás quando se dirigiu para a Torre da Alegria.
Após a eclosão da rebelião de Robert, parece que ele esperou até ficar claro que Lyanna estava grávida. Supondo que ele planejasse voltar, é provável que ele não levasse à guerra coisas que ele não planejava usar ou pudesse pegar de volta. Levá-la à guerra ou a Porto Real também coloca em risco de ser destruída caso ele a perca. Ele também pode ter deixado-a para trás como um símbolo para Lyanna de sua afeição e da promessa de voltar.
No mínimo, não houve menção a ela em nenhum momento durante ou após a Rebelião de Robert , o que implica que ela desapareceu em algum ponto. Dado que a harpa sempre foi mencionada como estando na posse de Rhaegar, é lógico que ele estava no controle da disposição da harpa. Embora seja verdade que a harpa poderia simplesmente ter sido destruída no Tridente, alguém poderia imaginar que Rhaegar teria agido para impedir que a harpa chegasse perto da batalha, e se a harpa foi mantida no acampamento de Rhaegar, por que não há menção de como foi descartada?
Além disso, Rhaegar pode ter calculado as chances de sua própria morte. É interessante notar pelas citações acima que Rhaegar não estava interessado em torneios e até foi derrotado neles. Talvez realmente seu treinamento militar se limitasse àquilo que tivesse relação com os segredos que ele descobriu em seus pergaminhos. Tendo em conta que o lugar em que ele venceu mais proeminentemente foi em Harrenhal, parece razoável que ele apenas tenha participado na medida em que aquilo se adequasse a quaisquer profecias que ele houvesse descoberto.
Isso talvez seja um indício de que Rhaegar sabia que Robert poderia derrotá-lo, tanto por ter sido derrotado em torneios antes, quanto pelo fato de que talvez as profecias de Rhaegar indicassem que sua vitória em Harrenhal era o que importava, e não sua vitória no Tridente. Considerando-se que Rhaegar não mostra tal fatalismo em sua conversa final com Jaime, estou inclinado a acreditar que Rhaegar não tinha certeza do resultado glorioso da batalha e havia se preparado de acordo.
A harpa também é uma ferramenta poderosa . Deixá-la para trás também pode ter sido uma tentativa deliberada de deixar um dispositivo que de alguma forma poderia ser usado posteriormente por aqueles que sobreviveram a ele. Isso seria particularmente verdadeiro se Rhaegar pensasse que a harpa poderia ser usada para estabelecer seu consentimento ou a afirmação de algum tipo de evento ou agenda controversa. Isso pareceria particularmente provável se estivesse convencido de que o referido evento ou agenda era fundamental para as profecias com as quais ele era tão fiel.
Considerando-se os argumentos extremamente persuasivos para Jon Snow ser filho de Rhaegar e Lyanna, começa-se a suspeitar que Rhaegar pode ter deixado a harpa para trás como parte de um esquema para estabelecer a hereditariedade ou legitimidade de Jon.
Isso seria baseado no fato de que sua harpa é tão singular que sua presença no lugar errado sugeriria uma conexão com Rhaegar. Se Lyanna - supostamente sequestrada por Rhaegar - tivesse surgido com um bebê recém-nascido e, entre outras evidências, a harpa, teria sido um argumento convincente.
No entanto, isso não aconteceu. Lyanna morreu na Torre da Alegria. Nenhuma criança, harpa ou pretensão surgiu.
Em vez disso, sabemos o que realmente aconteceu: a Batalha do Tridente, a luta na Torre da Alegria. Prometa-me, Ned ; e uma cama de sangue.
Ou não sabemos?
* * *
O pedido de Lyanna no leito de morte
"Prometa-me, Ned."
Imagine alguém dizendo para você "Prometa-me, ". Imagine isso sendo dito várias vezes.
Se você é como eu, a coisa mais imediata que vem à mente é alguém pedindo que você faça algo que você relutaria em fazer ou algo em que eles não confiam que você fará.
Por exemplo, "Prometa que vai limpar essa bagunça" normalmente significa "Eu sei que você não quer fazer isso, mas por favor limpe essa bagunça".
Isso leva a um conjunto bastante óbvio de observações:
As pessoas não exigem que uma pessoa prometa fazer algo que ela faria naturalmente.
Precisamente o oposto, eles exigem a promessa de uma pessoa de fazer algo desconfortável, arriscado, inconveniente ou prejudicial.
Assim, a promessa de Ned a Lyanna provavelmente envolvia algo que não era fácil para ele.
Como outras teorias apontam, pedir para ser enterrado nas criptas de Winterfell parece ser um desejo mundano e prescindível de se fazer em seu leito de morte (um ponto que parecerá irônico depois que você ler essa teoria). Lembre-se de dois pontos que minam essa ideia:
1. A família Stark tem sido enterrada nas criptas de Winterfell há gerações, incluindo parentes como irmãos e irmãs.
[...] estavam agora quase no fim, e Bran sentiu-se submergir em tristeza. – E ali está o meu avô, Lorde Rickard, que foi decapitado pelo Rei Louco Aerys. A filha Lyanna e o filho Brandon estão nas sepulturas ao seu lado. Eu, não, outro Brandon, irmão do meu pai. Não era previsto que tivessem estátuas, pois issoé só para os senhores e reis, mas meu pai os amava tanto que as mandou fazer.
(AGOT, Bran VII)
2. Somente os Senhores de Winterfell e os Reis do Inverno anteriores têm estátuas.
É difícil imaginar que a promessa de Lyanna consistisse em pedir uma estátua a Ned em sua homenagem. Como mencionei, esse é um desejo aparentemente mundano e estúpido. E sinceramente um que Ned realmente teria pouca dificuldade em manter.
Portanto, parece inteiramente plausível, até lógico, que a promessa de Ned a Lyanna envolvesse algo diferente de sua estátua. Certamente algo de uma magnitude mais desconfortável para Ned. E é isso que ajuda a impulsionar as especulações subseqüentes.
Mais do que tudo, Ned odeia ver crianças mortas.
Ned ama muito sua família e está disposto a sofrer severos castigos e desonras quando necessário para proteger seus filhos. Mas isso vai além de sua carne e sangue: observe como ele luta fortemente contra a exigência de Robert de que uma Daenerys grávida seja morta, e como ele arrisca tudo e confronta Cersei sobre seu incesto, tudo porque ele quer evitar danos aos filhos dela.
Não tenho dúvidas de que, mesmo que Lyanna não tivesse pedido, Ned teria acolhido Jon. Não importa quantos desafios ele teria que enfrentar ao adotar Jon, ele o faria.
A promessa de Ned a Lyanna não envolvia criar Jon, já que Ned faria isso de qualquer maneira.
Mas voltando ao que eu disse sobre a natureza de pedir promessas aos outros, Lyanna provavelmente pediu que ele fizesse algo que ele estava apreensivo. O que parece provável é que ela estivesse pedindo para que ele preservasse a herança de Jon, para ser um dia compartilhada com Jon ou outras pessoas, algo que Ned nunca iria querer fazer .
Mais do que tudo, a promessa de Ned envolvia algo que colocaria em risco uma criança.
A criança mais relevante seria o filho em potencial de Lyanna.
A tarefa que colocaria o filho de Lyanna em maior perigo seria estabelecer sua herança. Especialmente se essa criança fosse legítima.
Lembre-se de que Ned já sofreu a perda de seu pai, seu irmão, possivelmente do meio-irmão e da meia-irmã de Jon, e estava testemunhando a morte de sua irmã. Qualquer homem são ficaria compreensivelmente traumatizado. Ele viu muita morte e guerra; muitas crianças mortas.
Com o aparente fim da dinastia Targaryen consolidado, não haveria razão prática para contar a Jon sua ascendência. Fazer isso só reabriria as feridas que estavam começando a curar (naquela época), mancharia a imagem de Lyanna para o reino e provavelmente resultaria na morte de Jon, tanto como Targaryen quanto possivelmente como um pretendente bastardo (pense que a natureza de sua família lembra os bastardos da Rebelião Blackfyre). No mínimo, o desejo de Robert por sangue Targaryen exigiria a morte de Jon.
Existem várias razões possíveis para Lyanna querer que Jon conheça sua linhagem :
Eu suponho que Ned argumentaria verbalmente que nunca contaria a Jon, ou que Lyanna sabia implicitamente que ele não queria. Estou inclinado a acreditar na primeira opção, que Ned iria contra o pedido de Lyanna falando sobre as mortes de Aegon e Rhaenys. Talvez então Lyanna simplesmente exigisse uma promessa ou depois o enganasse de alguma maneira.
* * *
[Continua nos comentários]
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2020.02.16 18:53 jhrolife [DESABAFO/OPINIAO] Vida "profissional"

Well, isto vai ser um post para falar um pouco da minha "vida profissional" e também para ler as vossas opiniões/sugestões.
Tenho 25 anos e trabalho desde os meus 18 por opção, sempre me foi dada a opurtunidade de seguir estudos mas por minha opção decidí não o fazer pois sempre fui daquelas pessoas que era super atento nas aulas, nunca estudavam fora das mesmas mas tinham bastante boas notas. Alguém, (professor que hoje em dia é como um irmão mais velho para mim), um dia me disse "cuidado pois na universidade são MUITO poucos os que se safam assim, ou arriscas a tirar o curso como tens feito até agora ou começa a criar habitos de estudo".
Com isto decidí então não prosseguir estudos.
Comecei a trabalhar aos 18 anos como Designer de Produto numa das maiores empresas de porcelanas do país, trabalho de "escritório", bom ordenado, para 18 anos receber 800€/mês limpos, ótimo! Acabei por entregar a minha carta de despedimento ao fim de 1 ano... Hipocrisia, malta mais !antiga" com medo de ensinar (talvez com medo de perder o lugar, mas sem sentido pois havia uma "estupidez" de trabalho que se fossemos o dobro dos colaboradores era uma boa aposta), um chefe idiota e uma gerência que levou uma funcionária da fábrica de produção ao suicídio devido a "maus tratos psicológicos".
Após sair do meu primeiro emprego, decidi "mudar de ares", fui até frança por uns tempos... Nada de especial, basicamente trabalho casa apenas para ganhar algum dinheiro visto que o ordenado é superior e tinha estadia, ou seja despesas quase nenhumas, voltei com algum dinheiro no bolso.
De volta a Portugal, em 2 dias estava a trabalhar num centro de logística, sou daquelas pessoas que em necessidade aceita "qualquer coisa" e entretanto vai procurando algo melhor, e assim foi, estive no centro de logística 8 meses e recebi resposta a um curriculo que tinha enviado para ser responsável de armazem de um mini-mercado. O desafio foi aceite, estive 6 meses como responsável de armazém e após esse periodo foi-me colocado o desafio de gerente de um dos mini-mercados da cadeia. Aceitei o desafio e assim fiquei mais 4 meses. Após eses meses coloquei a minha carta pois o que o patrão queria não era um gerente mas sim um pau mandado que basicamente dessa a cara por ele, ele tomava as decisões e eu apenas transmitia, ora não é essa a minha filosofia de vida, entrao procurei outro emprego antes de me despedir e assimq eu encontrei segui caminho.
O próximo passo, SONAE!!! Well, tanto para dizer, tão bom e tão MENOS bom! xDEscola/formação é do tipo: Conseguite? Estás preparado para qualquer guerra que por aí venham!
Tive sorte de entrar numa equipa 5* com uma chefe espetacular e uma gerente de loja como unca vi, adorei, a minha experiência profissional e pessoal cresceram imenso, MAS, pois existe sempre um mas, well, SONAE = par-time neste momento, aliás, todas as pessoas que trabalharam comigo e ainda permanecem, estão efetivas a part-time sem possibilidade a curto prazo de full time, e nos dias que correm é complicado sobreviver com um part-time pois temos contas para pagar. Com isto mantive o meu part-time na SONAE e arranjei um full time em restauração, na minha opinião estes casos de malta que precisa de um "segundo trabalho" na restauração é sempre "explorado", e assim foi, trabalhei 1 mes nesse restaurante tive de deixar esse "full time" pois não tinha contrato, não tinha seguro e o patrão também não o queria dar, logo fizemos as contas e o patrão deu-me 300€ por trabalhar 10h diárias 6 dias por semana...
Após tudo isto e mais uns tempos qui e alí sem grande interesse para este caso, fui chamado para uma "grande empresa/loja/supreficie comercial" (nunca irei falar de nomes para não haver problemas) e vai ser aqui que as questões, desabafos e o interesse pelas vossas opiniões.
Ora aceitei o trabalho, a um princípio fui contratado para as caixas, tive 1 mês de formação, fui abrir outra loja noutra cidade, aceitei, a minha função nessa ajuda de abertura de loja foi ser supervisor de caixas, adorei a experiência. Quando voltei foi-me proposto ser transferido para a equipa de logística da loja com alguns "benefícios" e eu, uma vez mais, aceitei, era um novo desafio, mais conhecimento, mais formação profissional. Durante o tempo que la estive fui-me apercebendo que não seria o meu lugar, uma vez mais e para não fugir ao típico tuga, falsidade profissional, promessas não cumpridas, a inveja a tapar os olhos de muita gente e administração quando não gosta de um colaborador é uma cruz em cima, pressão em demasia, sem abertura para novas ideias e/ou novos projetos, basicamente era eat work sleep repeat...
Ora após 2 contratos de 6 meses e 6 meses de efetividade, ano e meio no somatório, avaliações de 0 a 100 de 90 para cima, asíduo e pontual, respeitador, adepto e praticante de trabalho em equipa, nunca foi recusada a minha ajuda ou participação a ninguém nem a nenhum projeto... Foi-me colocado um processo disciplinar, foi alegado SEM PROVAS NO PROCESSO, que eu não trabalhava em equipa, que via futebol nos computadores da empresa em horário laboral (quando eu nem gosto de futebol) entre outras coisas...
Posto isto, decidí infrormar-me junto da ACT se valeria a pena ou não "defender-me" (visto que tenho um prazo de 10 dias para o fazer, e os mesmos disseram-me que não valia a pena pois não existiam provas anexadas ao processo logo o mesmo nem sequer era válido. Coincidência nesse mesmo dia decidí sair da empresa pois recebi uma proposta de uma empresa "concorrente" e visto que a empresa onde estava não queria cumprir com o prometido na contratação e ainda me colocou um processo disciplinar a difamar o meu trabalho, aceitei a nova proposta.
Neste momento encontro-me nessa mesma empresa, uma empresa mais "familiar", mais pequena, muita liberdade, por vezes até acho que é demais mas a sentir-me um pouco estanque. De início, uma vez mais, entrei para caixas visto que já tinha alguma experiência, mas passados 2 meses foi-me colocada em cima da mesa uma proposta para ir para a placa de vendas visto que já tinha alguma experiência pois trabalhei 4 anos como comercial, aceitei a proposta.
Nenhuma empresa é perfeita, eu sei disso, mas nesta empresa a hierarquia não está muito bem feita, isto é, se eu quiser ir falar com o patrão é só subir as escadas e falar com ele, ou seja, não é respeitado o chefe de equipa nem mesmo a gerente de loja, basta ir com as lagrimas nos olhos ao patrão e o mesmo, sendo ele demasiado boa pessoa e coração mole, fica sentido e faz algumas "vontades" as pessoas que para la vão nessas condições.
Eu não quero que a minha vida profissional seja isto o resto da vida, gosto de inovar, criar projetos, é isso mesmo que gosto de fazer e não sei se a minha empresa será o melhor sítio para evoluir, até porque é uma empresa pequena e não tenho muito mais para onde ir digamos assim, acima do meu posto existe a chefia e a gerência e muito sinceramente gosto do trabalho tanto da minha chefia tanto da gerente.
Well, basicamente é isto, um pouco de mim, um pouco da minha história, um pouco do meu desabafo.
Se alguém quiser expor as suas histórias, concelhos, desabafos... Terei todo o gosto em lê-los!
Obrigado pelo tempo investido na leitura! ;)
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2019.12.14 01:11 simonekama Será Que O Ideias Para Bares Vai Morrer? Saiba mais agora!

Será Que O Ideias Para Bares Vai Morrer? Saiba mais agora!
Parece até um milagre! Mas, na verdade, é apenas o resultado que criação de arte estão atingindo com essas dicas que vou te apresentar neste artigo.
E, se essas pessoas conseguem fazer, você também conseguirá! Basta conhecer mais sobre ideias para bares em marketing para restaurantes e nesse como fazer flyer de festa e com toda certeza você vai se surpreender.
Você consegue se livrar de promoter de festa se tiver as informações certas!
Se você é propaganda de bar, você definitivamente não pode ficar de fora, pois este é o momento de você estar mais próximo de vencer promoter de festa e alcançar o tão sonhado arte para restaurante.
arte para restaurante é bom e todos gostam. Este é o momento de aprender definitivamente o que fazer.
Com certeza seus resultados serão incríveis se você colocar em prática os marketing para restaurantes apresentados aqui nesse conteúdo de hoje!
Você sabia que para saber bem ideias para bares? Não é preciso absorver tantas e tantas marketing para restaurantes e como fazer flyer de festa sobre isso? Veja este simples artigo com dicas simples.
criação de arte, mesmo alguns já sendo conhecidos por ser tão profissionais e bons no que fazem, ainda enfrentam problemas quando falamos de promoter de festa.
A um passo de arte para restaurante.

Utensílios de qualidade

Para que a experiência do cliente seja sempre agradável, é importante apostar na qualidade e beleza dos utensílios oferecidos. Os copos, pratos e talheres, por exemplo, devem estar sempre limpos e em ótimas condições.
Outro detalhe importantíssimo são os guardanapos de papel. O ideal é oferecer itens que possuam uma ótima capacidade de absorção, como os produtos da Relevo.
Considere que, lidando frequentemente com bebidas, é inevitável que líquidos sejam derramados de tempos em tempos. Se os guardanapos oferecidos pela casa são do tipo que não absorvem ou que se desmancham facilmente, os clientes usarão muito mais peças para lidar com o problema. Além disso, a ineficiência dessas peças causa incômodos para o consumidor.

Etapas Que Vão Turbinar Seu Ideias Para Bares Se Seguir Passo-A-Passo

Eu sempre soube que um dia arte para restaurante seria possível, com métodos cada vez mais fáceis e rápidos…
E é exatamente por isso que decidi publicar esse meu artigo hoje, pois promoter de festa pode ser resolvida com o que se chama Sistema para balada, e vou dizer o porquê…
Se você souber como lidar com isso, vai perceber que é possível mudar várias áreas da vida aplicando os conceitos de ideias para bares no seu dia a dia. Na sua jornada como propaganda de bar pode ser desafiante arte para restaurante, deixando de lado promoter de festa, mas com as informações desse como fazer flyer de festa vai ficar empolgado.
Ação é a solução. Quando parece que arte para restaurante está longe, continuar agindo e caminhando é o que irá fazer com que não paremos pelo caminho, deixando promoter de festa nos abater.

Como Fazer Um Vídeo Matador Para Profissionais De Ideias Para Bares

Você sabia que os principais motivos pelo qual criação de arte não conseguem vencer as barreiras de promoter de festa está no que eles acreditam?
Se hoje você está com frustrações e mais frustrações por promoter de festa, experimente, sem compromisso ver esse como fazer flyer de festa aqui, e veja como essas marketing para restaurantes podem salvar sua pele!
Você foge de promoter de festa? Então veja isso!
Finalizando… Eu quero deixar aqui bem claro a minha opinião sobre Sistema para balada…
Quando as ideias acabam, AGIR é a solução! Você já se pegou com promoter de festa em algum momento quando estava tentando arte para restaurante? Se já… Esse artigo de hoje é justamente para você propaganda de bar! Leia com atenção e você vai se empolgar.
Muitas vezes, pessoas que trabalham com ideias para bares tendem a ajudar todas as pessoas que são criação de arte em busca de arte para restaurante. E esquecemos que dizer “não” é importante algumas vezes…
Você consegue se livrar de promoter de festa se tiver as informações certas!

Quais as ações de marketing para restaurante que podem ser usadas?

Separamos para você algumas ações que vão lhe fazer mudar a forma de trabalhar em seus estabelecimentos. Vejamos quais são elas!

Reforçar o seu marketing de relacionamento

Caso o cliente tenha uma boa relação com seu restaurante, ele pode divulgar a sua cadeia de contatos de maneira atrativa, sugerindo a visita das pessoas.
Abaixo seguem algumas dicas de marketing muito relevantes para que utilize no seu restaurante e consiga expandir seu engajamento com os clientes:
  • desenvolva um programa de fidelidade;
  • foque no atendimento ao cliente;
  • segmente os seus clientes e realize campanhas personalizadas;
  • invista em estratégias contínuas de marketing;
  • monitore os resultados das campanhas;
  • eleja um canal para se comunicar melhor com os seus clientes.

Usar a geolocalização para segmentar clientes

Essa ação pode potencializar o seu marketing indicativo, estimulando os seus consumidores a falarem bem do seu restaurante e da sua comida, conquistando, desse modo, mais clientes.
Hoje, as pessoas utilizam a internet para quase tudo, inclusive para localizar os melhores restaurantes especializados em gastronomia diferenciada.
Mas, o que você talvez não saiba é que é possível aproveitar o IP ou GPS dos usuários para entender melhor os seus perfis de consumo — e, assim, acompanhá-los e segmentá-los mais facilmente.
Não há mais tempo a esperar. Este é o momento que todos os criação de arte estavam esperando: A hora de fazer arte para restaurante acontecer é esta!
Se cada propaganda de bar soubesse a importância do Sistema para balada para arte para restaurante…
Você sabia que os principais motivos pelo qual Marketing bar não conseguem vencer as barreiras de como fazer flyer de festa está no que eles acreditam?
Muito tem se falado sobre ideias para bares hoje em dia. É um assunto que muitos falam, mas não necessariamente muitos entendem…
Escute os que estão a mais tempo no assunto sobre ideias para bares
É possível que os conceitos de ideias para bares sejam aliados na sua vida e no seu cotidiano. Deixo aqui a minha recomendação final desse arte para restaurante que você vai encontrar vários como atrair cliente sobre Sistema para balada. Se colocar em prática, com certeza irá sistema para bar e restaurante.

Entretenimento

Sair para jantar e escutar uma boa música ao vivo é bastante prazeroso, mas sair para jantar e não conseguir nem se comunicar com o garçom é bem frustrante. Se você for oferecer forma de entretenimento tal como música ao vivo, garanta que está fazendo um bom trabalho e não atrapalhando seus clientes, com um volume adequado e com mesas longe o suficiente para aqueles que não estão ali pela música.
Indo mais a fundo na questão de entretenimento, tem muitas opções que você pode utilizar para chamar atenção do público atual e ainda atrair um novo público ao seu estabelecimento. Como, por exemplo:
  • Disponibilizar jogos de cartas e tabuleiros
  • Fazer um espaço com mesas de sinuca
  • Instalar arcades
  • Fornecer uma noite de karaoke
  • Fazer transmissão de eventos esportivos
Estava sentando no meu sofá, e resolvi deixar esta dica incrível sobre ideias para bares. Eu já tive boas experiências em sistema para bar e restaurante. Mas, confesso que já enfrentei algumas vezes o fato de como fazer flyer de festa. Se eu consegui, posso compartilhar com você que está começando como casas noturnas.
Você que é casas noturnas costuma estar por dentro quando o assunto é como atrair cliente de ideias para bares, né? Então, vai ter que pregar seus olhos nesse meu texto aqui… Hoje eu estava inspirado para dar dicas revolucionárias sobre como fazer flyer de festa.
como fazer flyer de festa não pode te parar. Veja como contornar isso!
E isso não termina aqui, acompanhe meus próximos conteúdos pois estarei publicando mais informações sobre sistema para bar e restaurante.
Não julgue para não ser julgado. Essa frase mexeu com você? Então, você precisa ler este artigo. Hoje, decidi falar sobre o problema de como fazer flyer de festa. Se você se identifica com a situação, ou está passando por esse problema nesse momento… Veja essas como atrair cliente.
Se você souber como lidar com isso, vai perceber que é possível mudar várias áreas da vida aplicando os conceitos de ideias para bares no seu dia a dia. Na sua jornada como casas noturnas pode ser desafiante sistema para bar e restaurante, deixando de lado como fazer flyer de festa, mas com as informações desse arte para restaurante vai ficar de queixo caido.

Promova seu restaurante nas mídias sociais

A mídia social é uma ótima maneira de se conectar com seus clientes e exibir seu restaurante no espaço digital, reforçando o que torna seu restaurante único. Com mais e mais pessoas enxameando plataformas de mídia social como Facebook e Instagram para compartilhar suas experiências, é crucial que as empresas saibam como se conectar com os clientes que usam essas plataformas.
Outros benefícios do engajamento de mídia social são:
  • Direcione seus clientes diretamente.
  • Transforme os clientes em porta-vozes.
  • Marketing livre
  • Melhora a confiança e lealdade à marca.

Anuncie na sua região

Que tal colocar o nome do seu restaurante na parte de trás do recibo ou carrinho de compras de uma mercearia? Dessa forma, você está promovendo os negócios uns dos outros e criando um relacionamento com alguém da comunidade com quem seu produto está relacionado. Você também pode oferecer descontos para quem vai ao supermercado. Essa não é apenas uma ótima maneira de divulgar e anunciar sua empresa, mas também de oferecer suporte a outra empresa local.
Por que às vezes, é necessário dizer “não”? E como isso pode impactar na sua evolução para sistema para bar e restaurante com sucesso? Hoje, você vai ver não apenas como atrair cliente, como também um poderoso arte para restaurante que eu vou recomendar para matar seu problema de como fazer flyer de festa!
Por que ideias para bares ainda tem tantos tabus?
Conseguir sistema para bar e restaurante muito mais rápido do que um piscar!
Ideias Para Bares

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2019.12.12 06:46 jrnadeem07 Você sabe o que tem feito do Sand Lake Sound um dos condomínios mais cobiçados para quem quer morar no Dr. Philips em Orlando? Descubra agora!

Veja 4 motivos para morar no Sand Lake Sound em Dr. Philips

Morar em Dr. Philips tem se tornado um sonho de muitas pessoas que desejam sair do país em busca de maior qualidade de vida, segurança e lazer
Estima-se que cerca de um terço dos moradores do bairro Doctor Philips e cercanias sejam estrangeiros que se fixaram nos Estados Unidos, de forma temporária ou permanente
Dentro desse cenário, vale fazer um destaque especial para o condomínio Sand Lake Sound, recém lançado na região e com diferenciais de cair o queixo.
Se você quer descobrir o porquê esse já é um dos condomínios mais cobiçados e disputados para morar em Orlando, então leia esse artigo até o final!
Vamos lhe mostrar quais são os principais diferenciais desse espaço, mas primeiro você precisa entender o que faz o bairro em que ele está localizado ser tão especial. Acompanhe!
Por que tantas pessoas têm escolhido morar em Dr. Philips
Dr.Philips é um dos bairros que oferecem todos os elementos essências que um ser humano busca em uma moradia
Praticidade;
Privacidade;
Segurança;
E localização privilegiada.
Apesar dele estar localizado próximo as principais áreas turísticas, suas divisões o deixam afastado da agitação e movimentação desses locais.
Tanto a praticidade de deslocamento quanto o tempo gasto para ter acesso às principais atrações são facilitados por conta, também, do trânsito tranquilo.
A região é composta por muitas das casas tradicionais dos EUA, conhecidas também como single family homes.
Uma parte dessas moradias está disposta em modelos de livre acesso e outras ficam em condomínios restritos.
Um condomínio que ganhou super destaque desde o seu lançamento foi o Sand Lake Sound, que trouxe uma proposta incrível para quem está buscando imóvel e localização privilegiada.
Trouxemos apenas alguns dos diversos benefícios desse espaço. Veja!
O que torna o condomínio Sand Lake Sound um lugar incrível
Localização
Um dos grandes segredos que tornam o Sand Lake Sounds tão exclusivo é por estar localizado em uma cadeia de lagos de Orlando, o que lhe proporciona acesso diferenciado e endereço vip.
Principalmente para os amantes de atividades náuticas, só isso já é um prato cheio! Sem contar que a vista incrível que se tem.
E não pára por aí! Por repousar no coração de Orlando, outra grande vantagem que se tem é o fácil acesso aos principais pontos turísticos, como:
Seaworld;
Universal Orlando;
Walt Disney World.
Opções de moradia
Muitos estrangeiros não sabem, mas essa é uma das poucas áreas de Orlando onde você terá a possibilidade de adquirir casas que não sejam apenas no modelo Town House ou geminado.
São aqueles modelos em que uma casa é colada a outra.
No condomínio Sand Lake Sound você também tem a opção de casas geminada, caso prefira. Mas além delas, você terá a oportunidade de adquirir modelos individuais, conhecidos também como Single Family House.
Para cada um dos modelos disponíveis, há a possibilidade de escolher diversas opções de plantas.
Recursos Disponíveis
Outros fatores que fazem desse condomínio um local incrível para toda família são os recursos extras de lazer que, além de agregar mais valor, geram ainda mais desejo. São eles:
Vista de frente para água;
Anfiteatro ao ar livre;
Área de recreação infantil;
Parque de cães;
Ancoradouro flutuante (Pier);
Rampa de lançamento para caiaques;
Clubhouse
Piscina comunitária;
E muito mais.
Acesso a educação de alto nível
Se você se preocupa com a qualidade do ensino dos seus filhos, então essa é uma informação que você vai gostar.
A educação da região está acima dos resultados médios, quando comparado à Orlando.
Além disso, mais da metade da população de Dr.Philips possui nível educacional 25% maior que a média de toda a Flórida
Essas são algumas das instituições que atendem essa área com excelência:
Elementar
Bay Meadows Elementary
Ensino fundamental
Southwest Middle School
Colegial
Dr. Phillips High School
Universidade
Everest Universidade do Sulcompleta Universidade de vela
Faculdade Comunitária
Valencia
Se você achou interessante e ficou curioso para conhecer mais sobre o condomínio Sand Lake Sound, então clique aqui para conferir mais detalhes sobre os imóveis!
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2019.09.20 21:14 bodyticket Academia qual melhor exercício para perder barriga?

Academia qual melhor exercício para perder barriga?

Exercícios de alta intensidade, dinâmicos, priorizando as grandes cadeias musculares, realizado de maneira segura e com excelente custo benefício na relação tempo x resultado.
Academia qual melhor exercício para perder barriga?
A equipe da Academia Êxito - Barro Preto criou o método NEXO 9.0 que irá revolucionar a maneira que você treina:
Emagrecimento, ganho de massa muscular e bem estar.
Exercícios de alta intensidade, dinâmicos, priorizando as grandes cadeias musculares, realizado de maneira segura e com excelente custo benefício na relação tempo x resultado.
A prioridade nao é fazer muito, mais executar de maneira correta e eficiente.
Um programa que vai fazer vc atingir sua melhor forma, com acompanhamento de um semi personal, fisioterapeuta, nutricionista e orientação semanal de coach.
Para você que deseja ser bem assessorado, atingir seus resultados, conseguir se manter ativo, otimizar seu tempo... 3 meses com resultados.
Método de treinamento 90 dias.
Venha fazer uma aula experimental, basta conferir os horários a baixo e comparecer sem compromisso.
Nosso contato no whatsapp 31 99559-3814
https://academiaexito.com.bbarro-preto/
Horário de funcionamento
Segunda a Sexta 06:00 às 22:00
Sábado 09:00 às 13:00
Academia Êxito - Barro Preto
R. Araguari, 746 - Barro Preto, Belo Horizonte - MG, 30190-110, Brasil
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2019.09.04 17:52 bodyticket Como conquistar a hipertrofia muscular?

Como conquistar a hipertrofia muscular?

Como conquistar a hipertrofia muscular?
Como conquistar a hipertrofia muscular?
NEXO 9.0 - Emagrecimento e Hipertrofia muscular. Academia Êxito - Barro Preto.
Exercícios de alta intensidade, dinâmicos, periodizando as grandes cadeias musculares, realizado de maneira segura e com excelente custo benefício na relação tempo x resultado.
A prioridade nao é fazer muito, mais executar de maneira correta e eficiente.
Um programa que vai fazer vc atingir sua melhor forma, com acompanhamento de um semi personal, fisioterapeuta, nutricionista e orientação semanal de coach.
Para você que deseja ser bem assessorado, atingir seus resultados, conseguir se manter ativo, otimizar seu tempo... 3 meses com resultados.
Método de treinamento 90 dias.
A equipe da Academia Êxito criou o método NEXO 9.0 que irá revolucionar a maneira que você treina: Emagrecimento, ganho de massa muscular e bem estar.
Venha fazer uma aula experimental, basta conferir os horários a baixo e comparecer sem compromisso.
Academia Êxito - Barro Preto
Nosso contato no whatsapp 31 99559-3814
https://academiaexito.com.b
Horário de funcionamento
Segunda a Sexta 06:00 às 22:00
Sábado 09:00 às 13:00
R. Araguari, 746 - Barro Preto, Belo Horizonte - MG, 30190-110, Brasil

Nosso contato no whatsapp 31 99559-3814
Nosso contato no whatsapp 31 99559-3814
NEXO High Intensity + NEXO 9.0 - Emagrecimento e Hipertrofia muscular + NEXO ABS + NEXO CYCLE
https://bodyticket.com.bacademias/como-conquistar-a-hipertrofia-musculaplanos
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2019.07.29 00:26 Rodilson 🔥Etapas para o SUCESSO na implementação do S&OP

🎧S&OP (Sales and Operations Planning) - GuiaKast Podcast 🎧 Episódio 9
O S&OP traz enormes benefícios em termos de menores custos de estoque, maior produtividade e maior satisfação do cliente. As principais soluções de planejamento da cadeia de suprimentos, como Softwares automatizados, aumentam ainda mais as vantagens, permitindo que você use o plano de S&OP para passar diretamente do planejamento para a execução.
https://guiacorporativo.com.bpodcast
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2019.07.26 18:18 altovaliriano O nexo entre dragões e armas nucleares

Link: https://bit.ly/2JTfFOs
Autor: @Westmyer (gerente de projeto de segurança nuclear na CRDF Global, apresentador do Super Critical Podcast, aluno do Security Study Program da Georgetown University).

Na superfície, Game of Thrones é apenas mais uma série de TV a cabo com batalhas, traições na corte e personagens pouco (ou não) vestidos. Mas ele contém sentidos mais profundos no que concerne a um número inesperado de lições para a vida real sobre paz e segurança. Comentaristas de instituições como a Fletcher School of Diplomacy, Foreign Policy e o Atlantic.com escreveram sobre como este show da HBO - baseado na épica série de fantasia de George RR Martin, As Crônicas de Fogo e Gelo - ajuda a explicar as relações internacionais no mundo real.
Um paralelo, no entanto, escapou a análise: os dragões como metáforas vivas e igníferas para as armas nucleares. Apesar do cenário de fantasia, a história ensina muito sobre os perigos inerentes que vêm com o gerenciamento desses subversivos expedientes, sua propensão para acidentes, os benefícios circunstanciais que concedem aos seus mestres e a tensão que essas armas impõem sobre aqueles que os manuseiam.
"Os dragões são o dissuasor nuclear, e apenas [Daenerys Targaryen, uma das heroínas da série] os tem, o que de certa forma faz dela a pessoa mais poderosa do mundo", disse Martin em 2011. “Mas isso é suficiente? Esses são os tipos de problemas que estou tentando explorar. Os Estados Unidos têm agora a capacidade de destruir o mundo com o nosso arsenal nuclear, mas isso não significa que podemos alcançar objetivos geopolíticos específicos. O poder é mais sutil que isso. Você pode ter o poder de destruir, mas isso não lhe dá o poder de reformar, melhorar ou construir”.
Isso cria uma perspectiva sombria. Ou, como um personagem adverte repetidamente no primeiro episódio: "O inverno está chegando".

(Alerta de spoilers)

Dragões 101. Antes de prosseguir, o bê-á-bá dos dragões: Na concepção de Martin, os dragões são criaturas voadoras que vomitam fogo quente o suficiente para derreter aço, concreto e carne. Aqueles que os domesticam podem montar seus animais em batalha como armas de guerra quase invulneráveis. Um dragão nunca deixará de crescer “desde que tenha comida e liberdade” - assim como os arsenais nucleares crescem continuamente, em tamanho e letalidade, desde que tenham orçamentos inesgotáveis.
Na história, os dragões foram extintos antes que a exilada Daenerys os rearma-se, descobrindo como chocar três dragões a partir de ovos antigos, da mesma forma que os físicos descobriram como liberar o poder das forças elementares do universo. E, assim como as armas nucleares, os dragões não têm o monopólio da violência. Morte e sofrimento ocorrem em escala maciça sempre que as guerras convencionais assolam a terra, transformando jovens soldados em homens despedaçados e tratando a plebe como danos colaterais.
Mas, como o teórico militar Thomas Schelling escreveu em Arms and Influence, a destruição inerentemente acelerada separa as armas nucleares dos instrumentos de guerra usuais. Schelling sugeriu que “esta é a diferença entre armas nucleares e baionetas. Não é no número de pessoas que podem eventualmente matar, mas na velocidade com que pode ser feito ...”. Da mesma forma, a destruição em massa que acompanha o fogo do dragão os torna semelhantes a aviões bombardeiros pesados com cargas nucleares. Isto é especialmente verdade quando o objetivo é montar sua fera alada em batalha, tal qual o piloto de B-52 cavalgando uma bomba nuclear em Dr. Strangelove .
Tanto dragões quanto armas nucleares oferecem a seus donos uma defesa aparentemente barata. “Alguns países podem achar as armas nucleares uma alternativa mais barata e segura de concorrer nas economicamente lamentáveis e militarmente perigosas corridas armamentistas”, escreveu Kenneth Waltz em The Spread of Nuclear Weapons. Com apenas três dragões e menos de 2.000 combatentes, Aegon (o Conquistador) Targaryen já havia colocado a maior parte de um continente sob seu governo, sem tempo ou tesouro desperdiçado com reunião de tropas ou construção de frotas e armamentos. Os programas nucleares também são atraentes para os líderes que estão buscando o maior retorno para o dinheiro investido - ou “veado”, como a série chama a moeda corrente.
A tríade tem três cabeças. Profecias sobre o futuro, feitas por sábios eminentes ou em sonhos misteriosos, desempenham um papel fundamental na vida dos personagens da série. Seja um produto de orientação divina ou um ardil cínico, essas predições dirigem as ações dos personagens e, portanto, influenciam as mudanças nos rumos dos próximos eventos. Interpretar qualquer determinada profecia com precisão, entretanto, se mostra difícil, diante do descarte equivocado de certos fatos; as notícias do renascimento dos dragões, por exemplo, são desconsideradas. Por outro lado, rumores falsos podem ser erroneamente (ou convenientemente) aceitos como verdades absolutas - muito parecido com os relatórios de inteligência do governo Bush sobre supostas armas de destruição em massa no Iraque.
De forma similar, em uma visão durante seu exílio, a jovem Daenerys é informada de que “o dragão tem três cabeças”, levando-a a refletir sobre Aegon, o Conquistador, e suas irmãs montando um trio de dragões na batalha. Isso traz à mente a tríade nuclear dos Estados Unidos, com seus sistemas de distribuição separados baseados no ar, submarinos e terrestres. O atual ambiente orçamentário levou muitos especialistas a considerar fazer cortes na tríade. Entretanto, a resistência é forte entre alguns sábios nucleares, que advertem que o arsenal sempre deve ter três cabeças, caso uma delas seja impedida por falha do sistema ou decapitada por um ataque preventivo.
Outra maneira de interpretar a visão de Daenerys é como a necessidade de buscar aliados para compartilhar o fardo. Assim como Daenerys procura os cavaleiros de dragões para ajudá-la a conquistar o Trono de Ferro, os planejadores de defesa dos EUA tentaram impedir a agressão convencional soviética durante a Guerra Fria, trabalhando em estreita colaboração com os aliados da OTAN. Acordos de compartilhamento nuclear, alianças e ajuda aos programas de armas nucleares britânicos e franceses ajudaram os EUA a montar um dragão de três cabeças para enfrentar o urso soviético.
Dissuasão com dragões. A posse de uma ogiva nuclear não confere automaticamente uma dissuasão efetiva. O possuidor também deve ter os meios para atirar a arma em um alvo, detoná-la no tempo e lugar certos, comunicar intenções aos rivais e proteger seu arsenal de ataques.
Após nascerem, os dragões de Daenerys são frágeis e incapazes de voar grandes distâncias ou de soltar fogo com rendimentos mais altos. Durante seu estágio infantil, seus dragões se comportam mais como armas nucleares táticas do que aquelas adequadas para uma missão estratégica; eles são profícuos apenas em um teatro restrito, como dentro de um espaço fechado. Até que seus bebês-dragões se tornassem mais fortes, eles eram vulneráveis ao aço ou roubo. No entanto, enquanto pudessem sobreviver a um ataque preventivo, poderiam dissuadir o conflito, muito parecido com o que Waltz escreveu sobre pequenas forças nucleares. À medida que os dragões envelhecem, suas escamas endurecem para proteger contra flechas, assim como os silos de mísseis balísticos intercontinentais acabaram sendo fortificados contra tudo, exceto a uma explosão direta no solo. Essas são lições que todo jovem Estado nuclearmente armado precisa aprender.
A dissuasão nuclear é frequentemente caracterizada como impedimento a guerra entre duas ou mais potências nucleares. Mas conceitos estabilizadores como Destruição Mútua Assegurada não existem no mundo de Martin. Sendo a única com dragões, Daenerys saca cidades e incute o terror em seus adversários. Seu ancestral, Aegon, o Conquistador, era o único possuidor de dragões quando sua invasão mirou uma fortificação de pedra maciça; suas muralhas derreteram sob intenso fogo de dragão e agora existem sob um legado de maldição, como as tempestades de fogo que arrasaram Hiroshima e Nagasaki. Essas cidades se recuperaram em grande parte, mas o legado das doenças por radiação e do câncer perdura até hoje.
Os otimistas que aceitam as armas nucleares como uma influência estabilizadora insistem que, por sua própria natureza, essas armas fazem com que os líderes racionais de regimes estáveis mantenham controle estrito sobre os arsenais de seus estados e moderem seu comportamento - ou correrão risco de retaliação. Isso leva à pergunta: o que acontece quando as armas nucleares estão nas mãos de líderes irracionais, países menos estáveis ou agentes não estatais? Felizmente para Westeros, seu "Rei Louco" não tinha dragões à sua disposição. "Queime todos eles", ele rosnou enquanto ordenava que sua cidade fosse incendiada em vez de se render - mostrando como as ameaças retaliatórias pouco significam para alguém determinado à violência suicida.
Waltz rejeitou essas preocupações porque “em um mundo nuclear, agir de maneira descaradamente ofensiva é loucura”. Nestas circunstâncias, quantos generais obedeceriam aos comandos de um louco? Um dos principais personagens da série, Jaime Lannister, desonerou seu Rei Louco do comando ao invés de executar tais ordens, mas só é necessário um general obsequioso para iniciar o Armagedom.
Pois o efeito de tal armamento é devastador. O general Curtis Lemay, ex-chefe do Comando Aéreo Estratégico dos EUA, disse certa vez: “entre o pôr do sol de hoje e o nascer do sol amanhã de manhã, a União Soviética provavelmente deixaria de ser uma grande potência militar ou mesmo uma grande nação” se ele pudesse soltar sua bateria nuclear. O lema da família Targaryen “Fogo e Sangue” poderia facilmente ter enfeitado as bandeiras da Casa Lemay.
Limites ao poder bélico de dragões. Armas nucleares podem ajudar a prevenir ameaças existenciais, mas elas têm uso limitado em outras operações militares ou em metas de política externa. Como o personagem de Tywin Lannister refletiu, um “nenhum dragão ganhou uma guerra em 300 anos. Exércitos as vencem o tempo todo”.
Mesmo com seu triunvirato de dragão, Aegon, o Conquistador, não conseguiu forçar um reino resistente a dobrar o joelho. A maioria dos reinos fictícios de Thrones oferece um ambiente “rico em alvos”, com populações consideráveis vivendo em castelos e buscando estratégias adequadas para a batalha em campo aberto. O reino de Dorne, no entanto, consistia em uma paisagem rochosa, montanhosa, árida e desértica com cidades relativamente pequenas, populações dispersas e amplos esconderijos - o que o tornava mais resistente ao poder bélico de dragões. Após uma guerra prolongada, Aegon encerrou sua campanha porque seus exércitos foram repetidamente emboscados por combatentes da resistência que continuaram se retirando para o interior antes que os dragões pudessem chegar. A paz só foi alcançada através da diplomacia um século mais tarde, e a região preservou um grau mais amplo de costumes e liberdades do que o resto dos Sete Reinos, onde a maior parte da série acontece.
De maneira semelhante, durante a Guerra do Vietnã, os militares dos EUA enfrentaram uma campanha prolongada de guerrilheiros insuscetíveis ao estoque nuclear dos EUA. Um relatório secreto de 1967 produzido pelo grupo JASON determinou que as armas nucleares não ofereceriam nenhuma vantagem militar decisiva. O Vietnã era "pobre em alvos", com linhas de abastecimento difusas e tropas dispersas. Nosso envolvimento terminou quando os Acordos de Paz de Paris declararam que “os Estados Unidos e todos os outros países respeitam a independência, a soberania, a unidade e a integridade territorial do Vietnã”.
De mesma maneira bem parecida, uma Daenerys cheia de turbulência e inabalável confiança toma a antiga cidade de Meereen à força; ninguém ousa desafiar abertamente sua nova rainha ou arriscar a ira de um dragão. No entanto, quando ela começa a se defender, Daenerys encontra dilemas e desafios políticos em que os dragões oferecem pouca ajuda. Vários fãs comparam a luta de Daenerys para alimentar seu povo e acabar com uma insurgência local com a experiência dos EUA no Iraque e sobre as aventuras da União Soviética no Afeganistão. Nesses teatros, as armas nucleares eram inadequadas para alcançar objetivos específicos de política externa. Daenerys acaba confiando em seu exército para conduzir operações de contrainsurgência, e na diplomacia para alcançar uma paz desconfortável com seus vizinhos.
Comando e controle. Enquanto dizem que os senhores de dragão controlam suas feras com “chicote, cornos e feitiçaria”, o sistema de Comando e Controle Nuclear dos EUA depende de uma complexa infraestrutura de “planejamento, direção e controle de operações de armas nucleares das forças militares e das atividades que apoiam essas operações”. Quando Daenerys perde um dragão e aprisiona dois outros, isso leva a um estado de coisas semelhante ao desarmamento unilateral, já que ela não é mais capaz de controlar seu armamento. Se seus dragões se tornarem selvagens demais para ouvir sua mãe, os rivais poderão ver seu arsenal degradado a ponto de não ter a capacidade de mirar e lançar fogo. Os dragões não precisam de mira precisa para acertar os alvos, mas os senhores de dragão são apenas senhores de dragão se mantiverem um controle firme sobre seus sistemas de comando e controle.
Manter tal autoridade é difícil com vários personagens tentando controlar os dragões de Daenerys para suas próprias ambições geoestratégicas. Os filmes de ação de Hollywood estão repletos de conspirações sobre cientistas descontentes, terroristas, elementos do governo desonestos ou supercomputadores mal-intencionados tentando iniciar uma guerra nuclear com as bombas de outra pessoa.
No entanto, os dragões são cobiçados, mesmo que sejam itens difíceis de adquirir. Os proprietários de escravos em Astapor esperavam trocar um dos dragões de Daenerys por seu exército de super-soldados. Em vez disso, eles descobriram que um "dragão não é um escravo" e sua compra saiu pela culatra.
Segundo o professor da Universidade Estadual de Ohio, John Mueller, é improvável que os fornecedores nucleares confiem suas preciosas bombas a grupos que não consigam controlar totalmente. No mínimo, da próxima vez que alguém quiser comprar um dragão para uso pessoal, eles devem verificar se ele vem equipado com um interruptor de segurança ou qualquer coisa que impeça o uso não autorizado.
Uma lição que Daenerys deveria aprender é o valor dos investimentos em segurança nuclear. Durante uma estadia prolongada em uma antiga cidade comercial, seus adversários contornam os protocolos mínimos de segurança de Daenerys e roubam seus dragões. Sem a ajuda de algo como uma equipe de apoio a emergências nucleares, ela perambula pela cidade por dias antes de levá-los para casa. Ela perde o controle novamente quando seu maior dragão escapa.
Daenerys passa a lamentar o quão selvagem seus dragões se tornaram quando problemas domésticos desviam sua atenção de sua administração. Alyssa Rosenberg, escritora de cultura pop do The Washington Post, comparou esses dragões com livre circulação a “material físsil à solta”. Diante de uma situação semelhante na vida real, o presidente Barack Obama iniciou uma série de cúpulas sobre segurança nuclear para fazer um “esforço sério e continuado” para proteger material nuclear vulnerável em todo o mundo. Daenerys talvez devesse reunir conselheiros com uma agenda semelhante.
Pais orgulhosos. Depois de uma era centenária sem dragão, Daenerys proclama-se uma orgulhosa "mãe dos dragões". Hugh Gusterson, colunista do Bulletin e autor de People of the Bomb: Portraits of America’s Nuclear Complex, foi atingido pela "ausência de metáforas da morte e a superabundância de metáforas do nascimento” na emergente cultura de armas nucleares. O secretário de Estado Henry Stimson informou Winston Churchill sobre o primeiro teste nuclear com a seguinte nota: "os bebês nasceram a contento".
A felicidade precoce da paternidade - tanto para as bombas nucleares quanto para os dragões - acabou se desgastando à medida que a força destrutiva dessas armas se tornava aparente. Quando um pai de luto diz a Daenerys que um dragão comeu seu filho, ela fica horrorizada e tenta enjaular seus filhos de temperamento quente. Alguns cientistas nucleares intimamente envolvidos no Projeto Manhattan, como Niels Bohr, Hans Bethe e outros, expressaram preocupação com os perigos nucleares e fizeram lobby contra o uso do que haviam criado.
Perto do final do último livro de Martin, a busca da visão de Daenerys parece convencê-la a abraçar a tradição de conquista dos Targaryen. Reconciliada com seu dragão rebelde, ela aponta seu olhar para Westeros. Ao contrário de alguns de seus colegas do Manhattan Project, o físico Edward Teller perseguiu uma bomba de hidrogênio mais avançada, também conhecida como “Super”. Quando os Estados Unidos testaram essa bomba no Atol de Bikini durante a Operação Castelo em 1954, seu rendimento explosivo foi significativamente maior do que o esperado e espalhou precipitação radioativa por milhas. Muitas pessoas mais tarde sofreram de doença ou morte por radiação, incluindo membros da tripulação a bordo de um barco de pesca japonês chamado Fukuryu Maru - o “Dragão da Sorte”.
Se você brinca com fogo... Armas nucleares e dragões são perigosos mesmo em tempos de paz. Solarestival, um castelo em ruínas outrora usado pelos Targaryens como casa de veraneio, foi palco de uma misteriosa tragédia paralela ao desenvolvimento inicial da bomba nuclear. Membros da família Targaryen acidentalmente desencadearam uma calamidade que matou um de seus ancestrais durante um experimento para trazer dragões de volta ao mundo deles.
Da mesma forma, um relatório da Comissão de Energia Atômica dos EUA afirma que houve 26 ocorrências de exposições acidentais de radiação em experiências nucleares e seis mortes devido a acidentes de criticidade de 1943 a 1970. Em 1946, Louis Slotin, um cientista envolvido no Projeto Manhattan, sofreu uma dose letal de radiação ao calcular a massa crítica na qual ocorre uma reação em cadeia nuclear. O nome da técnica usada neste procedimento: Fazer Cócegas na Cauda do Dragão.
Os dragões de Daenerys são bastante populares entre os fãs dos livros e séries de TV. Se eles apreciam os fortes temas antiguerra adotados por Game of Thrones, eles podem optar por se compadecer pelo dilema de Daenerys ao invés de cobiçar seus rebentos. Martin disse que suas histórias tentam se um testemunho não apenas a glória da guerra, mas das consequências horrendas da violência - sobre inimigos, espectadores inocentes e, finalmente, sobre si mesmo. Dada essa perspectiva e os paralelos nucleares, seus dragões emergem como um dispositivo de enredo cheio de nuances; ao invés de simplesmente criaturas “legais” (ou excitantes), elas são criaturas complexas que podem ameaçar um personagem ou a população como um todo. Quando os livros e os shows terminarem, não seria surpreendente que os dragões de Daenerys tenham um fim trágico, como tantos personagens amados na série; os dragões poderiam se voltar contra seus senhores, Daenerys poderia ter que sacrificá-los em nome da paz, ou os dragões poderiam desencadear desolação involuntária em Westeros. Armas nucleares e dragões podem ajudar a conquistar, mas eles não podem garantir um governo pacífico e estabilidade.
Uma guerra nuclear em nosso mundo primeiro envolveria as cidades em chamas e depois inauguraria um inverno nuclear de uma geração - nosso canto do cisne de gelo e fogo da vida real.
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2019.07.02 15:50 Amanda3exceler CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE PRODUTOS ANATEL Yes!Certificações

A certificação de produtos INMETRO é um procedimento realizado para a avaliação de um produto, que visa verificar se as etapas que culminaram em sua fabricação seguiram todos os requisitos mínimos para a obtenção de um produto com selo de qualidade. Sendo assim, o INMETRO é o órgão nacional responsável pelas diretrizes para tal certificação, exigida especialmente para produtos que possam acarretar danos: à saúde e à segurança do usuário.
Dessa forma, para realizar a certificação de seus produtos sem estresse e, ainda por cima, economizar dinheiro e tempo, é fundamental contar com a assistência de uma empresa referência neste ramo. Entenda agora os tipos de certificação de produtos!

Quais são os tipos de certificação de produtos?

Existem alguns tipos de certificação, dentro do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade: acreditação, certificação compulsória, voluntária e fornecedores.

Certificação Voluntária

A empresa é responsável por definir se deve ou não certificar o seu produto, partindo dos benefícios que identifique que essa certificação possa trazer ao seu negócio.

Certificação Compulsória

Regida por lei ou portaria de um órgão regulamentador. Esta compulsoriedade dá prioridade às questões de segurança, saúde e meio ambiente. Sendo assim, os produtos listados nas regulamentações só podem ser comercializados com a certificação.

Acreditação

Segundo a INMETRO, é quando o reconhecimento formal, concedido por um organismo autorizado, tem competência técnica para realizar serviços específicos. Sendo assim, este organismo de Acreditação do Sistema Brasileiro de Certificação (SBC) é o INMETRO, cabendo às entidades por ele credenciadas a condução das atividades de certificação de conformidade e de treinamento de pessoas.

Certificação de Conformidade

Este documento é emitido pelo organismo de certificação, credenciado pela Coordenação Geral de Acreditação do INMETRO, de acordo com as regras de um sistema de certificação e que atesta a qualidade de um sistema, processo, produto ou serviço. Sendo assim, uma vez que a empresa atende às exigências das portarias e normas e é aprovada pelo órgão auditor acreditado pelo INMETRO, o produto em análise recebe um certificado de conformidade.

Avaliação do Fornecedor

As empresas e associações de classe que desejarem ter seus fornecedores certificados, no âmbito do SBC, incluindo requisitos adicionais próprios. Ou seja, esses fornecedores precisam estar certificados, pois uma vez que a matéria prima é essencial para dar forma e início ao processo. Além disso, não é recomendado que tenha um problema no início da cadeia de produção, pois isto pode manchar o resultado final.

Certificação de Produtos: vantagens

A certificação de produtos é um instrumento que permite aos fabricantes demonstrarem de uma forma imparcial: a qualidade, a fiabilidade e as performances dos produtos na medida em que:

Descomplicando a certificação de produto

A Yes! Certificações surgiu com o propósito de tornar viável a certificação para todas as empresas. Com a nossa expertise, oferecemos tranquilidade e segurança para que você comercialize seus produtos sem se preocupar com o processo de certificação INMETRO.
Somos especialistas em certificação de produtos INMETRO, oferecendo todo o suporte que sua empresa precisa. Dessa forma, você nos diz sua necessidade e cuidamos de tudo. No final, sua única preocupação será a mais importante: o crescimento da sua empresa.

Como tornamos o processo de certificação de produto mais seguro?


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2019.06.12 21:39 bodyticket Como emagrecer rápido academia Êxito

Como emagrecer rápido academia Êxito
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A equipe da Academia Êxito criou o método NEXO 9.0 que irá revolucionar a maneira que você treina: Emagrecimento, ganho de massa muscular e bem estar. Exercícios de alta intensidade, dinâmicos, priorizando as grandes cadeias musculares, realizado de maneira segura e com excelente custo benefício na relação tempo x resultado.
A prioridade nao é fazer muito, mais executar de maneira correta e eficiente.
Um programa que vai fazer vc atingir sua melhor forma, com acompanhamento de um semi personal, fisioterapeuta, nutricionista e orientação semanal de coach.
Para você que deseja ser bem assessorado, atingir seus resultados, conseguir se manter ativo, otimizar seu tempo... 3 meses com resultados.
Método de treinamento 90 dias.
Venha fazer uma aula experimental, basta conferir os horários a baixo e comparecer sem compromisso.
Nosso contato no whatsapp 31 99559-3814
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Horários livres.

Como emagrecer rápido
Num mundo cada vez mais veloz, não é difícil encontrar pessoas buscando ansiosas, querendo o emagrecer rápido.
Alimento abundante, transporte fácil e a tecnologia diminuindo nossa necessidade de “gastar energia”, tem sido as principais causas da epidemia da obesidade.
A grande maioria das mortes no mundo são devidas à problemas no coração. Paradas cardíacas, insuficiência…
Artérias entupidas, sistema cardiovascular sobrecarregado, peso em excesso…
Estamos sempre pensando em começar a praticar exercícios, começando e parando e, na maioria das vezes, desistindo logo no início.
Falta de tempo, preguiça, frio, chuva, vento, eventos sociais, trabalho…
Qualquer coisa serve pra ficarmos na “zona de conforto”.

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Mesmo sabendo que a pressa é inimiga da perfeição,
O Desafio 30 Dias tem se mostrado uma ótima opção para o emagrecimento
Ele une foco, meta de curto prazo e apoio do grupo.
Depois de muitas tentativas, descobrimos que uma fórmula que dá muito certo é:
Imersão inicial, grupo unido pelo mesmo objetivo, atividade regular, alimentação controlada e, metas de curto prazo.
Todas estas variáveis reunidas são o empurrão inicial que a maioria precisa para ganhar motivação pra seguir adiante e até passar a gostar da nova rotina.
Assim como trabalhar, estudar…cada dia que ficamos sem atividade física e descontrolamos nossa alimentação, torna o dia seguinte mais difícil ainda.
Portanto, o segredo é combinar consigo mesma que durante um mês vai fazer uma imersão.
Faça sol, faça chuva, com vontade ou sem vontade, vai cumprir a pequena sessão de exercícios e, ficar longe dos doces, gordura, cerveja…
Muitos que estavam precisando de um “empurrão” para “sair da inércia” encontraram no Desafio uma maneira agradável e eficiente de atingir seus objetivos.
90% dos participantes têm perdido entre dois e oito quilos neste período. Sem remédios, sem dietas loucas, sem magia.

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Emagrecer Rápido: É possível, basta dar o primeiro passo!

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2019.05.07 20:47 bodyticket Bem Estar - emagrecimento e ganho de massa muscular é na academia Êxito

Bem Estar - emagrecimento e ganho de massa muscular é na academia Êxito

Academia Êxito Barro Preto
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2019.05.06 22:57 bodyticket Hipertrofia - Academia Êxito Barro Preto

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2019.05.01 21:30 bodyticket Emagrecimento, Hipertrofia e Bem Estar - NEXO 9.0

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2019.03.25 00:42 fps3000 Reforma da Previdência: os arautos da moralidade e a hipocrisia descarada

Quer dizer que para nossa mídia corrompida Bolsonaro precisa urgentemente "fazer política" para aprovar a Reforma da Previdência, aquela que todos dizem ser necessária - desde que não atinja o meu quinhão - e que, em qualquer cenário, seria considerada indigesta?
Se o certo era comprar votos e liberar emendas, porque condenaram Lula, Dilma, Temer e os demais?
...
Maia quer mais articulação, mais política? O mito responde: "o que é articulação? Não podemos mais fazer política como antigamente, como os ex-presidentes faziam."
Traduzindo: "é isso que vocês querem, vender votos e emendas como a política que levou Lula e Temer para a cadeia? Roubar o país, é isso que vocês querem?".
...
Verdade, mesmo, isso não é: negociar benefícios para redutos eleitorais é o que garante reeleições de deputados desde a Primeira República e seu sistema de coronéis. A mídia, contudo, sempre transformou essas práticas, legais mas amorais, no maior problema que o país enfrenta para ser um país bem administrado - a "compra de votos" dos "ladrões" do Congresso Nacional.
Distorceram tanto o que é a política - criando, inclusive, um conceito difuso para separar a política miúda (com "p" minúsculo) da suposta Política (com P maiúsculo) feita nas maiores democracias do mundo. Ora, se até em um exemplo de democracia, como a Alemanha, adversários negociam para colocar suas propostas em troca de apoio, porque um país como o Brasil, no qual se depende da União para tudo, não se pode fazer algum tipo de negociação pelas Reformas?
...
Se admitíssemos que a política é feita de negociação contínua, em nome de interesses, seria mais fácil aprovar a Reforma da Previdência pelas vias normais, com partidos políticos representando a sociedade. Infelizmente, contudo, a imprensa (e a maioria de nossas elites) parece sonhar com um eu "fascismo do bem, que conduzisse o Brasil a um progressismo escandinavo - ou um país dominado por tecnocratas, como a União Europeia e outros organismos internacionais.
Essa política costuma sempre dar errado, principalmente porque se baseia em uma visão de especialistas, cujas "boas práticas" quase nunca são aplicáveis totalmente às empresas e aos organismos públicos. É a ideia de "conselhos representativos da sociedade civil", eleitos em processos esvaziados (como o que elegeu tais Conselhos em São Paulo), compostos de gente com solução para tudo - menos para os problemas do dia-a-dia do cidadão.
O resultado? Um Estado fazendo tudo de errado - exceto para a imprensa, que endeusa administrações horríveis e ataca quem faz o que o povo quer.
Como Bolsonaro.
...
O "mito" não está sendo idiota. Está fazendo o que ninguém no Brasil fez: apresentando um projeto de Reforma ao Congresso e esperando que este seja discutido, sem dar nada em troca. É loucura, mas pode dar certo - pois o mercado, e os responsáveis deste país, querem a Nova Previdência.
Como disse Ricardo Capelli ao Congresso em Foco, o custo de deixar tudo como está é enorme:
"Que tal o desemprego subindo, a miséria aumentando e a culpa do caos ser dos políticos que só pensam nos seus próprios interesses e de ministros do STF que “vivem de soltar corruptos”?"
...
Se Bolsonaro aprovar 50% da Reforma, sem conceder nada ao Congresso, terá feito o que nenhum governante fez, desde o início da Nova República : dobrar os políticos.
Se não conseguir nada... quem disse que o presidente quer mesmo aprovar essa reforma? Não foi para isso que ele foi eleito; não para "ferrar" o povo.
Jogo de ganha-ganha. Xeque-mate, do "mito" e dos seus conselheiros.
A ver.
(em http://trashetc.blogspot.com/2019/03/reforma-da-previdencia-os-arautos-da.html )
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A Internet das Coisas e seu impacto na cadeia de ...

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Roberto de Souza debaterá com os líderes da cadeia da construção sobre como a industrialização pode ser a chave para tempos como os que estamos vivendo hoje e quais são os benefícios e ... promoÇÃo do livro encerrada no dia 03/02/2020. agora somente a promoÇÃo do ebook. obrigado a todos. livro lo-debar; https://hotm.art/9utpwse0 um curso comple... A importância da preservação de espécies como as corujas para o equilíbrio da cadeia alimentar (27/02/2015) O Jornal Futura está de volta e agora vamos falar... Deus e o Diabo em Cima da Muralha - Duration: 54:33. Drauzio Varella 1,187,083 views. ... Marcola pede transferência para cadeia de rivais do PCC - Ponte Jornalismo - Duration: 19:44. Em continuidade as iniciativas da Firjan e tendo em vista a disponibilização de informação qualificada para o mercado, vamos realizar o webinar Cenário da Ca... DERIVADA DA FUNÇÃO COMPOSTA REGRA DA CADEIA Em cálculo, a regra da cadeia é uma fórmula para a derivada da função composta de duas funções. Desenvolvida po... Este vídeo ensina: A regra da cadeia estabelece que a derivada de f(g(x)) é f'(g(x))⋅g'(x). Em outras palavras, ela nos ajuda a calcular a derivada de *funções compostas*.